QUEM SOU EU?

Quem é você, realmente? Já pénsou nisso? O que faz você nesse mundo cheio de contradições?

O que sua verdadeira natureza quer de você para a sua felicidade? Essas respostas soment poderão ser conhecidas quando você despertar sua Sabedoria Interna. É tempo de acordar para as verdades de si mesmo.

Faça de suas vivências, um período proveitoso para a sua evolução espiritual; pois saiba que somente através do Autoconhecimento poderemos crescer; Aprenda ater fé em seu próprio potncial realizador, conhecendp sua realidade espiritual . Seja consciente de si mesmo e todo o universo proclamará as suas luzes;

Saiba, porém, que somente realizando uma autêntica REFORMA ÍNTIMA, seu candelabtro interno acenderá para a eternidade. Se esse é o seu interesse, aqui existe um amigo experiente, que fará com que você descortine as veredas internas, conhecendo os verdadeiros propósitos de sua existência na felicidade e na Luz. Um dos melhores caminhos para o autoconhecimento é realizado através da REGRESSÃO DE MEMÓRIA REENCARNACIONISTA, processo que venho usando com muito sucesso. Se não quiser saber, não saiba – mas se desejar encontrar as respostas  àquelas perguntas que guardamos com uma imensa interrogação, venha a mim e encontrarás um conselheiro experiente na caminhada que só você mesmo pode realizar.

Meu nome é Alexandre Boccanera de Abreu. Sou Psicoterapêuta e Astrólogo analista comportamental, trabalhandi com Regressão Terapêutica sem hipnose. Meu consultório está situado na rua das Marrecas 40 sala 503, na Cinelândia-Centro da cidade do Rio.

SINTE n. 42.892   tels 2262-0502   Cel 9767-7779

E-mail aboccanera@gmail.com         Blog:    https://alexandremarvio.wordpress.com

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ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE O ALCOOLISMO E A DEPRESSÃO

Há muitos anos, os cientistas vem declarando graves suspeitas de que alguns dependentes de substâncias químicas, assim o fazem, por serem portadores de um desequilíbrio químico do cérebro. Isto pode explicar a vulnerabilidade aos sintomas da depressão, da ansiedade e da intranquilidade persistente. Já Daniel Goleman nos ensinava em sua obra, que “para tais pessoas, o uso da droga torna-se um espécie de automedicação, pois a droga corrige o desequilíbrio químico, proporcionando um tipo de alívio”. Observa-se, que, as pessoas usam as drogas, muitas vezes, para aliviar estados emocionais insuportáveis. Um outro cientista der fama, o Dr. James Ellison, de Harvard – preleciona que as diferenças neuroquímicas sutis, podem predispor as pessoas ao abuso de drogas, como o álcool e o fumo. 

       No alcoolismo, por exemplo, crescem as evidências de um fator genético que gera uma compulsão de constante e crescente poder de sugestão à ingestão do álcool, sendo certo que, pelo menos 50% ou mais dos indivíduos identificados nos atendimentos médicos são orginários de famílias com o histórico da doença. Os filhos desses acometidos alcoólicos, quase sempre apresentam altíssimos níveis de compulsoriedade, ansiedade e depressão. O ambiente do lar importa pouco, quando a carga genética  dos pais predispõe ao alcoolismo. Os filhos de alcoólatras que são normalmente ansiosos, bebem para aliviar a tensão e tornam-se facilmente viciados quando defrontam-se com  ambientes onde os drinks, batidas e cervejas sejam abundantes.  O ambiente caseiro é um componente de combate à pulsão alcoólica, mas os fatores determinantes do vício ou da ingestão compulsiva, que pode ser de diversos graus, são, com certeza, biogenéticos ou bioquímicos. A partir da criação da dependência na ingestão alcoólica, aos poucos, a química do cérebro vai mudando progressivamente e uma vez atingido certo estágio, torna-se inoperante a força de vontade de parar de beber. O cérebro necessitará então de um reequilíbrio químico para vencer o vício. Note-se que os dependentes químicos em tratamento de reestruturação comportamental oriundos do alcoolismo, não podem sofrer nenhum tipo de distúrbio afetivo, sob pena de comprometer o tratamento, quaisquer que sejam eles. Até aqui, falamos da ciência. mas só conseguiremos um resultado realmente eficaz, se considerarmos prioritariamente e conjugadamente o tratamento químico ou psicoterapêutico com a limpeza da aura e o constante alinhamento dos Chacras devidamente energizados pela energia cósmica disponível a esses competentes coadjuvantes espirituais. como isso se processa?

          Os pacientes de dependência de todos os tipos de drogas, são portadores de muitos tipos de miasmas, que ensombram suas auras e vão aos poucos, entorpecendo seus corpos sutis, deixando por onde passam, uma esteira de limbo astral, que acabam por ser as suas identidades invisíveis por onde passam.       Primeiramente, há que se analisar criteriosamente o seu momento cósmico atual, ou seja, o momento cármico que lhe é afeito atualmente. Um dos métodos mais eficazes é o estudo de sa Carta Natal progredida para o ano em consideração, verificando-se qual a qualidade de energia que afeta ao paciente nesse momento. A partir daí, calculados os tempos astrológicos pertinentes, escolher o tipo de limpeza áurica a ser aplicada e que satisfaça as necessidades do mesmo. O aconselhamento mais indicado, é o descarrego aplicado em Centros Espíritas de compovada eficiência para tanto, quando o caso merece uma atenção mais detalhada. Normalmente quando estamos em depressão, melancolia, cheios de rancor de alguém, enciumados ou frequantando ambientes de  pessoas de baixa vibração, colhemos em geral um buquê de obsessores e trazemos conosco, infestando os ambientes por onde passamos. A  partir de um determindo momento, nossos caminhos espirituais e materiais vão-se fechando e as coisas vão ficando cada vez mais complicadas em nosso entorno. Vamos ficando cada vez mais sem caminho. As vistas parecem não mais enxergar a senda. Os pés passam a caminhar sem rumo e o desespero dia a dia ganha mais terreno em nossa consciência. Nossos inimigos de vidas passadas tomam vigor aos poucos e vamos ficando cada vez mais vulneráveis aos seus desígnios. Já agora somos matéria de manobra das forças da treva. Então surge a pergunta. O que fazer?

          Se você é espiritualista ,

          Fale comigo. Telefone-me e o atenderei sem compromisso.

          Alexandre Boccanera de Abreu

           tel 9767-7779

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“NASCI FILHO DO SENHOR DOS CAMINHOS – O GARFO E  A ESPADA  ME SÃO CONHECIDOS.

GUERREIRO DA LUZ, PROTETOR DAS ESTRADAS, CAVALEIRO DAS ESTRELAS QUE NAS NOITES MAIS ESCURAS VAI AO ENCONTRO DOS QUE LHE OFERECEM SUAS LÁGRIMAS,  E OS COBRE COM SEU MANTO MARINHO E VERMELHO”.

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A ciência dos banhos de descarrego (1)

Os banhos de descarga são poderosos instrumentos de combate aos sintomas de desassossego, nervosismo, insatisfação estressante, corpo pesado, melancolia, etc. Geralmente são estados resultantes de acúmulo de cargas pesadas de cascões espirituais, miasmas, que atingem nossos corpos sutis, impregnando-os e prejudicando suas funções. O nosso dia a dia traz muitas aderências ao nosso equipamento interno que costuma ficar saturado e pouco produtivo ao espírito.
O banho de sal grosso, é o banho mais genérico que existe e consiste em despejar no corpo uma solução de água e sal grosso dissolvido em 1/2 balde de água abaixo da cabeça, iniciando pelo ombro esquerdo para o direito.
Não devemos esquecer de colocar dois pedacinhos de carvão embaixo dos pés, para absorverem as energias negativas que ficam pairando no ambiente do banheiro, podendo influenciar posteriormente pessoa da família ou a nós próprios. Após o banho, jogá-los no vaso sanitário e apertando a descarga para despachá-los devidamente.

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O Pentagrama

O Pentagrama

Desde os primórdios da humanidade, o ser humano sempre se sentiu envolto por forças superiores e trocas energéticas que nem sempre soube identificar. Sujeito a perigos e riscos, teve a necessidade de captar forças benéficas para se proteger de seus inimigos e das vibrações maléficas. Foi em busca de imagens, objetos, e criou símbolos para poder entrar em sintonia com energias superiores e ir ao encontro de alguma forma de proteção.

Dentre estes inúmeros símbolos criados pelo homem, se destaca o pentagrama, que evoca uma simbologia múltipla, sempre fundamentada no número 5, que exprime a união dos desiguais. As cinco pontas do pentagrama põem em acordo, numa união fecunda, o 3, que significa o principio masculino, e o 2, que corresponde ao princípio feminino. Ele simboliza, então, o andrógino. O pentagrama sempre esteve associado com o mistério e a magia. Ele é a forma mais simples de estrela, que deve ser traçada com uma única linha, sendo conseqüentemente chamado de “Laço Infinito”.

A potência e associações do pentagrama evoluíram ao longo da história. Hoje é um símbolo onipresente entre os neopagãos, com muita profundidade mágica e grande significado simbólico. Um de seus mais antigos usos se encontra na Mesopotâmia, onde a figura do pentagrama aparecia em inscrições reais e simbolizava o poder imperial que se estendia “aos quatro cantos do mundo”. Entre os Hebreus, o símbolo foi designado como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés). Às vezes é incorretamente chamado de “Selo de Salomão”, sendo, entretanto, usado em paralelo com o Hexagrama.

Na Grécia Antiga, era conhecido como Pentalpha, geometricamente composto de cinco As.

Pitágoras, filósofo e matemático grego, grande místico e moralista, iniciado nos grandes mistérios, percorreu o mundo nas suas viagens e, em decorrência, se encontram possíveis explicações para a presença do pentagrama, no Egito, na Caldéia e nas terras ao redor da Índia. A geometria do pentagrama e suas associações metafísicas foram exploradas pelos pitagóricos, que o consideravam um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida como “A Proporção Dourada”, que ao longo da arte pós-helênica, pôde ser observada nos projetos de alguns templos.

Para os agnósticos, era o pentagrama a “Estrela Ardente” e, como a Lua crescente, um símbolo relacionado à magia e aos mistérios do céu noturno. Para os druidas, era um símbolo divino e, no Egito, era o símbolo do útero da terra, guardando uma relação simbólica com o conceito da forma da pirâmide. Os celtas pagãos atribuíam o símbolo do pentagrama à Deusa Morrigan.

Os primeiros cristãos relacionavam o pentagrama às cinco chagas de Cristo e, desde então, até os tempos medievais, era um símbolo cristão. Antes da Inquisição não havia nenhuma associação maligna ao pentagrama; pelo contrário, era a representação da verdade implícita, do misticismo religioso e do trabalho do Criador.

O imperador Constantino I, depois de ganhar a ajuda da Igreja Cristã na posse militar e religiosa do Império Romano em 312 d.C., usou o pentagrama junto com o símbolo de chi-rho (uma forma simbólica da cruz), como seu selo e amuleto. Tanto na celebração anual da Epifânia, que comemora a visita dos três Reis Magos ao menino Jesus, assim como também a missão da Igreja de levar a verdade aos gentios, tiveram como símbolo o pentagrama, embora em tempos mais recentes este símbolo tenha sido mudado, como reação ao uso neopagão do pentagrama.

Em tempos medievais, o “Laço Infinito” era o símbolo da verdade e da proteção contra demônios. Era usado como um amuleto de proteção pessoal e guardião de portas e janelas. Os Templários, uma ordem militar de monges formada durante as Cruzadas, ganharam grande riqueza e proeminência através das doações de todos aqueles que se juntavam à ordem, e amealhou também grandes tesouros trazidos da Terra Santa. Na localização do centro da “Ordem dos Templários”, ao redor de Rennes du Chatres, na França, é notável observar um pentagrama natural, quase perfeito, formado pelas montanhas que medem vários quilômetros ao redor do centro.

Há grande evidência da criação de outros alinhamentos geométricos exatos de Pentagramas como também de um Hexagrama, centrados nesse pentagrama natural, na localização de numerosas capelas e santuários nessa área. Está claro, no que sobrou das construções dos Templários, que os arquitetos e pedreiros associados à poderosa ordem conheciam muito bem a geometria do pentagrama e a “Proporção Dourada”, incorporando aquele misticismo aos seus projetos.

Entretanto, a “Ordem dos Templários” foi inteiramente dizimada, vítima da avareza da Igreja e de Luiz IX, religioso fanático da França, em 1.303. Iniciaram-se os tempos negros da Inquisição, das torturas e falsos-testemunhos, de purgar e queimar, esparramando-se como a repetição em câmara-lenta da peste negra, por toda a Europa.

Durante o longo período da Inquisição, havia a promulgação de muitas mentiras e acusações em decorrência dos “interesses” da ortodoxia e eliminação de heresias. A Igreja mergulhou por um longo período no mesmo diabolismo ao qual buscou se opor. O pentagrama foi visto, então, como simbolizando a cabeça de um bode ou o diabo, na forma de Baphomet, e era Baphomet quem a Inquisição acusou os Templários de adorar. Também, por esse tempo, envenenar como meio de assassinato entrou em evidência. Ervas potentes e drogas trazidas do leste durante as Cruzadas, entraram na farmacopéia dos curandeiros, dos sábios e das bruxas.

Curas, mortes e mistérios desviaram a atenção dos dominicanos da Inquisição, dos hereges cristãos, para as bruxas pagãs e para os sábios, que tinham o conhecimento e o poder do uso dessas drogas e venenos. Durante a purgação das bruxas, outro deus cornudo, como Pan, chegou a ser comparado com o diabo (um conceito cristão) e o pentagrama – popular símbolo de segurança – pela primeira vez na história, foi associado ao mal e chamado “Pé da Bruxa”. As velhas religiões e seus símbolos caíram na clandestinidade por medo da perseguição da Igreja e lá ficaram definhando gradualmente, durante séculos. As sociedades secretas de artesãos e eruditos, que durante a inquisição viveram uma verdadeira paranóia, realizando seus estudos longe dos olhos da Igreja, já podiam agora com o fim do período de trevas da Inquisição, trazer à luz o Hermetismo, ciência doutrinaria ligada ao agnosticismo surgida no Egito, atribuída ao deus Thot, chamado pelos gregos de Hermes Trismegisto, e formada principalmente pela associação de elementos doutrinários orientais e neoplatônicos. Cristalizou-se, então, um ensinamento secreto em que se misturavam filosofia e alquimia, ciência oculta da arte de transmutar metais em ouro. O simbolismo gráfico e geométrico floresceu, se tornou importante e, finalmente, o período do Renascimento emergiu, dando início a uma era de luz e desenvolvimento.

Um novo conceito de mundo pôde ser passado para a Europa renascida, onde o pentagrama (representação do número cinco), significava agora o microcosmo, símbolo do Homem Pitagórico que aparece como uma figura humana de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto em cinco partes em forma de cruz; o Homem Individual. A mesma representação simbolizava o macrocosmo, o Homem Universal – dois eixos, um vertical e outro horizontal, passando por um mesmo centro. Um símbolo de ordem e de perfeição, da Verdade Divina. Portanto, “o que está em cima é como o que está embaixo”, como durante muito tempo já vinha sendo ensinado nas filosofias orientais. O pentagrama pitagórico – que se tornou, na Europa, o de Hermes, gnóstico – já não aparece apenas como um símbolo de conhecimento, mas também como um meio de conjurar e adquirir o poder. Figuras de Pentagramas eram utilizadas pelos magos para exercer seu poder: existiam Pentagramas de amor, de má sorte, etc. No calendário de Tycho Brahe “Naturale Magicum Perpetuum” (1582), novamente aparece a figura do pentagrama com um corpo humano sobreposto, que foi associado aos elementos. Agripa (Henry Cornelius Von de Agripa Nettesheim), contemporâneo de Tycho Brahe, mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando em sua volta os cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com o Universo. Mais tarde, o pentagrama veio simbolizar a relação da cabeça para os quatro membros e conseqüentemente da pura essência concentrada de qualquer coisa, ou o espírito para os quatro elementos tradicionais: terra, água, ar e fogo – o espírito representado pela quinta essência (a “Quinta Essentia” dos alquimistas e agnósticos).

Na Maçonaria, o homem microcósmico era associado com o Pentalpha (a estrela de cinco pontas). O símbolo era usado entrelaçado e perpendicular ao trono do mestre da loja. As propriedades e estruturas geométricas do “Laço Infinito” foram simbolicamente incorporadas aos 72 graus do Compasso – o emblema maçônico da virtude e do dever. Nenhuma ilustração conhecida associando o pentagrama com o mal aparece até o Século XIX. Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant) ilustra o pentagrama vertical do homem microcósmico ao lado de um pentagrama invertido, com a cabeça do bode de Baphomet (figura panteísta e mágica do absoluto). Em decorrência dessa ilustração e justaposição, a figura do pentagrama, foi levada ao conceito do bem e do mal. Contra o racionalismo do Século XVIII, sobreveio uma reação no Século XIX, com o crescimento de um misticismo novo que muito deve à Santa Cabala, tradição antiga do Judaísmo, que relaciona a cosmogonia de Deus e universo à moral e verdades ocultas, e sua relação com o homem.

Não é tanto uma religião mas, sim, um sistema filosófico de compreensão fundamentado num simbolismo numérico e alfabético, relacionando palavras e conceitos. Eliphas Levi foi um expositor profundo da Cabala e instrumentou o caminho para a abertura de diversas lojas de tradição hermética no ocidente: a “Ordem Temporale Orientalis” (OTO), a “Ordem Hermética do Amanhecer Dourado” (Golden Dawn), a “Sociedade Teosófica”, os “Rosacruzes”, e muitas outras, inclusive as modernas Lojas e tradições da Maçonaria. Levi, entre outras obras, utilizou o Tarot como um poderoso sistema de imagens simbólicas, que se relacionavam de perto com a Cabala. Foi Levi também quem criou o Tetragrammaton – ou seja, o pentagrama com inscrições cabalísticas, que exprime o domínio do espírito sobre os elementos, e é por este signo que se invocavam, em rituais mágicos, os silfos do ar, as salamandras do fogo, as ondinas da água e os gnomos da terra (“Dogma e Ritual da Alta Magia” de Eliphas Levi).

A Golden Dawn, em seu período áureo (de 1888 até o começo da primeira guerra mundial), muito contribuiu para a disseminação das raízes da Cabala Hermética moderna ao redor do mundo e, através de escritos e trabalhos de vários de seus membros, principalmente Aleister Crowley, surgiram algumas das idéias mais importantes da filosofia e da mágica da moderna Cabala. Em torno de 1940, Gerald Gardner adotou o pentagrama vertical, como um símbolo usado em rituais pagãos. Era também o pentagrama desenhado nos altares dos rituais, simbolizando os três aspectos da deusa mais os dois aspectos do deus, nascendo, então, a nova religião de Wicca. Por volta de 1960, o pentagrama retomou força como poderoso talismã, juntamente com o crescente interesse popular em bruxaria e Wicca, e a publicação de muitos livros (incluindo vários romances) sobre o assunto, ocasionando uma decorrente reação da Igreja, preocupada com esta nova força emergente. Um dos aspectos extremos dessa reação foi causado pelo estabelecimento do culto satânico – “A Igreja de Satanás” – por Anton La Vay. Como emblema de sua igreja, La Vay adotou o pentagrama invertido (inspirado na figura de Baphomet de Eliphas Levi). Isso agravou com grande intensidade a reação da Igreja Cristã, que transformou o símbolo sagrado do pentagrama, invertido ou não, em símbolo do diabo. A configuração da estrela de cinco pontas, em posições distintas, trouxe vários conceitos simbólicos para o pentagrama, que foram sendo associados, na mente dos neopagãos, a conceitos de magia branca ou magia negra. Esse fato ocasionou a formação de um forte código de ética de Wicca – que trazia como preceito básico: “Não desejes ou faças ao próximo, o que não quiseres que volte para vós, com três vezes mais força daquela que desejaste.” Apesar dos escritos criados para diferenciar o uso do pentagrama pela religião Wicca, das utilizações feitas pelo satanismo, principalmente nos Estados Unidos, onde os cristãos fundamentalistas se tornaram particularmente agressivos a qualquer movimento que envolvesse bruxaria e o símbolo do pentagrama, alguns wiccanianos se colocaram contrários ao uso deste símbolo, como forma de se protegerem contra a discriminação estabelecida por grupos religiosos radicais. Apesar de todas as complexidades ocasionadas através dos diversos usos do pentagrama, ele se tornou firmemente um símbolo indicador de proteção, ocultismo e perfeição. Suas mais variadas formas e associações em muito evoluíram ao longo da história e se mantêm com toda a sua onipresença, significado e simbolismo, até os dias de hoje. O Pentagrama é o símbolo de toda criação mágica. Suas origens estão perdidas no tempo. O pentagrama foi usado por muitos grupos de pessoas aos longo da História como símbolo de poder mágico. O Pentagrama é conhecido com a estrela do microcosmo, ou do pequeno universo, a figura do homem que domina o espírito sobre a matéria, a inteligência sobre os instintos. Na Europa Medieval era conhecido como “Pé de Druida” e como “Pé de Feiticeiro”, em outras épocas ficou conhecido como “Cruz dos Goblins”. O Pentagrama representa o próprio corpo, os 4 membros e a cabeça. É a representação primordial dos 5 sentidos tanto interiores como exteriores. Além disso, representa os 5 estágios da vida do homem:

Nascimento: o início de tudo

Infância: momento onde o indivíduo cria suas próprias bases

Maturidade: fase da comunhão com as outras pessoas

Velhice: fase de reflexão, momento de maior sabedoria

Morte: tempo do término para um novo início

O Pentagrama é o símbolo da Bruxaria. Os Bruxos usam um Pentagrama para representar a sua fé e para se reconhecerem. O Pentagrama é tão importante para um Wiccaniano, assim como uma cruz é importante para um cristão, ou como um Selo de Salomão é importante para um judeu. O Pentagrama representa o homem dentro do círculo, o mais alto símbolo da comunhão total com os Deuses. É o mais alto símbolo da Arte, pois mostra o homem reverenciando a Deusa , já que é a estilização de uma estrela (homem) assentada no círculo da Lua Cheia (Deusa). Cada uma das pontas possui um significado particular:

PONTA 1ESPÍRITO: representa os criadores , a Deusa e o Deus, pois eles guiam a nossa vida e nos ajudam na realização dos ritos e trabalhos mágicos. O Deus e a Deusa são detentores dos 4 elementos e estes elementos são as outras 4 pontas.

PONTA 2 – TERRA: representa as forças telúricas e os poderes dos elementais da terra, os Gnomos. É a ponta que simboliza os mistérios, o lado invisível da vida, a força da fertilização e do crescimento.

PONTA 3 – AR: representa as forças aéreas e os poderes dos Silfos. Corresponde à inteligência , ao poder do saber, a força da comunicação e da criatividade.

PONTA 4 – FOGO: representa a energia, a vontade e o poder das Salamandras. Corresponde às mudanças, às transformações. É a força da ativação e da agilidade.

PONTA 5 – ÁGUA: representa as forças aquáticas e aos poderes das Ondinas. Está ligada às emoções, ao entardecer, ao inconsciente. Corresponde às forças da mobilidade e adaptabilidade. Portanto, o Bruxo que detém conhecimento sobre os elementos usa o Pentagrama como símbolo de domínio e poder sobre os mesmos.

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A Verdadeira História de São Cipriano

A VERDADEIRA E COMPLETA HISTÓRIA DE SÃO CIPRIANO

Cipriano (denominado o Feiticeiro para distinguir-se do célebre Cipriano, dispo de Cartago), nasceu na Antióqia, situada entre a Síria e a Arábia, pertencente o governo da Fenícia. Seus pais idólatras e providos de copiosas riquezas, vendo que a natureza o dotara de talentos próprios para conciliar a estimação dos homens, o destinaram para o serviço das falsas divindades, fazendo-o instruir em toda a ciência dos sacrifícios que se ofereciam aos ídolos, de modo que ninguém, como ele, tinha tão profundo conhecimento dos profanos mistérios do bárbaro gentilismo. Na idade de trinta anos, fez ele uma viagem ao país da Babilônia para aprender a astrologia judiciária e os mistérios mais ocultos dos supersticiosos caldeus. E sobre a grave culpa de empregar em tais estudos o tempo que lhe era concedido para conhecer e seguir a verdade, aumentou Cipriano a sua malícia e a sua maleficência. Se deu inteiramente ao estudo da magia, para conseguir por meio desta arte um estreito comércio com os demônios; praticando ao mesmo tempo uma vida impura e absolutamente escandalosa. E, conquanto um verdadeiro cristão chamado Eusébio, que havia sido seu companheiro de estudos, lhe fizesse muitas vezes vigorosas censuras sobre a sua má vida, procurando arrancá-lo do abismo profundo que o via precipitado. Só não desprezava Cipriano as suas exortações e censuras, mas também ainda se valia do infernal engenho para ridicularizar os sacrossantos mistérios e virtuosos professores da lei cristã, por ódio a qual chegou a unir-se com os bárbaros perseguidores para obrigar os cristãos a renunciarem ao Evangelho e renegarem a Jesus Cristo. Tinha chegado a este estado a vida de Cipriano, quando a infinita misericórdia de Deus se dignou iluminar e converter esse infeliz vaso de injúrias e infâmias em vaso de eleição e de honra; valendo-se e servindo-se da sua divina graça para obrar no coração de Cipriano este prodigioso milagre da sua onipotência. Vivia em Antióqia uma donzela por nome Justina, não menos rica do que bela, a quem seu pai Edeso e sua mãe Cledônia educaram com muito cuidado nas superstições do paganismo. Porém Justina, dotada como era, de um claro engenho, assim que ouviu as pregações de Prailo, diácono de Antióquia, abandonou as extravagâncias gentílicas e, abraçando a fé católica, conseguiu converter dali a pouco os seus próprios pais. Constituída cristã, a ditosa virgem tornou-se ao mesmo tempo uma das mais perfeitas esposas de Jesus Cristo, consagrando-lhe a sua virgindade e procurando adquirir todos os meios de conservar essa delicada virtude, para cujo efeito observava cuidadosamente a modéstia entregando-se às orações e ao retiro. Não obstante isto, vendo-a, um pobre mancebo, de nome Aglaide, lhe captou tanto os agrados, que logo pediu a seus pais para esposa, ao que eles deram consentimento; e só não pôde obter o consenso da própria Justina. Aglaide então procurou Cipriano, o qual, com efeito, empregou todos os meios mais eficazes da sua diabólica arte para satisfazer ao namorado amigo. Ofereceu aos demônios muitos abomináveis sacrifícios e eles lhe prometeram o desejado sucesso, investindo logo a santa com terríveis tentações e horríveis fantasmas. Porém ela, fortalecida pela graça de Deus, que tinha merecido com orações contínuas, rigor e, sobretudo com o patrocínio da Santíssima Virgem (a quem ela chamava sua mãe santíssima), ficou sempre vitoriosa.

Indignado Cipriano por não poder vencê-la, se levantou contra o demônio, que estava presente, e lhe falou desta maneira: “Pérfido, já veio a tua fraqueza, quando não podes vencer a uma delicada donzela, tu, que tanto de jactas do teu poder de obrar prodigiosas maravilhas! Diz-me logo de onde procede esta mudança, e com que armas se defende aquela virgem para deixar inúteis os teus esforços?” Então o demônio, obrigado por uma divina virtude, lhe confessou a verdade, dizendo-lhe que o Deus dos cristãos era o supremo Senhor do Céu, da Terra e dos infernos; e que nenhum demônio podia obrar contra o sinal da cruz com que Justina continuamente se armava. De maneira que por este mesmo sinal, logo ele lhe aparecia para tentar, era obrigado a fugir. – “Pois se isso assim é – replicou Cipriano – eu sou bem louco em não me dar ao serviço de um senhor mais poderoso do que tu. E assim, se o sinal da cruz, em que morreu o Deus dos cristãos, te faz fugir, não quero já servir-me dos teus prestígios, antes renuncio inteiramente a todos os teus sortilégios, esperando a bondade de Deus de Justina que haja de me admitir por seu servo.” Irritado então o demônio de perder aquele por meio do qual fizera tantas conquistas, se apoderou do seu corpo. Porém (diz São Gregório) foi logo obrigado a sair, pela graça de Jesus Cristo, que estava senhor do seu coração. Teve pois, Cipriano, de manter vigorosos combates contra os inimigos de sua alma; mas o Deus de Justina, a quem ele sempre invocava, lhe valeu com o seu auxílio e o fez ficar vitorioso. Concorreu também muito para este efeito o seu amigo Eusébio, a quem Cipriano procurou logo, e disse com muitas lágrimas: “Meu grande amigo, chegou para mim o ditoso tempo de reconhecer meus erros e abomináveis desordens, e espero que o teu Deus, que já confesso ser o único e verdadeiro, me admitirá no grêmio dos seus íntimos servos, parar maior triunfo da sua benigna misericórdia.” Muito satisfeito Eusébio por uma tão prodigiosa mudança abraçou afetuosamente o seu amigo e lhe deu muitos parabéns pela sua heróica resolução, animando-o a confiar sempre na infalível verdade do puríssimo Deus, que nunca desampara os que sinceramente o procuram. E assim fortificado, o venturoso Cipriano pôde existir com valor a todas as tentações diabólicas. Para este efeito, fazia ele sem cessar o sinal da cruz, e tendo sempre nos lábios e no coração o sacrossanto nome de Jesus, não cessava de invocar a assistência da Santíssima Virgem. Vendo, pois, os demônios inteiramente frustrados todos os seus artifícios, aplicaram o seu esforço maior em o tentar de desesperação, propondo-lhe com viveza de espírito estes e outros tais discursos e reflexões: “Que o Deus dos cristãos era sem dúvida o único Deus verdadeiro, mas que era um Deus de pureza, um Deus que punia com severidade extrema ainda os menores crimes, de que a maior prova eram eles mesmos, que por um só pecado de soberba foram condenados a uma pena extrema.

Como haveria perdão para eles, que pelo número de gravidade das suas culpas tinha já um lugar preparado no mais profundo do inferno? E que, portanto, não tendo misericórdia que esperar, cuidasse em se divertir, satisfazendo à rédea larga todas as paixões da sua vida.” Na verdade esta tentação veemente pôs em grande perigo a salvação de Cipriano. Mas o amigo Eusébio, a quem ele se referiu, o animou e consolou, propondo-lhe em eficácia a benigna misericórdia, com que Deus recebe e generosamente perdoa aos pecadores arrependidos, por maiores que sejam os seus pecados. Depois o mesmo Eusébio o conduziu à assembléia dos fiéis, onde se admitiam as pessoas que desejavam instruir-se em tão luminosos mistérios. Afirma o próprio São Cipriano, no livro da sua Confissão, que à vista do respeito e piedade de que estavam penetrados os fiéis, adorando o verdadeiro Deus, o tocou vivamente no coração. Diz ele: “Eu vi cantar naquele coro os louvores de Deus e terminar cada verso dos salmos com a palavra hebraica Aleluia; tido com atenção tão respeitosa e com tão suave harmonia, que me parecia estar entre os anjos ou entre os homens celestes.” No fim da função admiraram-se os assistentes de que um tal presbítero, como era Eusébio, introduzisse a Cipriano naquele sagrado congresso. E o mesmo bispo, que estava presidindo, muito mais o estranhou, porque não julgava sincera a conversão de Cipriano. Porém, ele dissipou logo essas dúvidas, queimando, na presença de todos, os seus livros de mágica, e introduzindo-se no número dos catecúmenos, depois de haver distribuído todos os seus bens aos pobres. Instruído, pois Cipriano, e com suficiente disposição, o bispo o batizou, e juntamente a Aglaide, apaixonado de Justina, que, arrependido da sua loucura, quis emendar a sua vida e seguir a fé verdadeira. Tocada Justina destes dois exemplos da divina misericórdia, cortou os seus cabelos em sinal de sacrifício que fazia a Deus da sua virgindade, e repartiu também pelos pobres todos os bens que possuía. Cipriano, depois disto, fez maravilhosos progressos nos caminhos do Senhor; e sua vida ordinária foi um perene exercício na mais rigorosa penitência. Via-se muitas vezes na igreja, prostrado por terra, com a cabeça coberta de cinza, rogando a todos os fiéis que implorassem para ele a divina misericórdia. E para mais se humilhar e suprimir a sua antiga soberba, obteve, a força de muitos pedidos, que lhe desse o emprego de varredor da igreja. Ele morava em companhia do presbítero Eusébio, a quem venerou sempre como a seu pai espiritual. E o divino Senhor que se digna ostentar os tesouros da sua clemência sobre as almas humildes e sobre os grandes pecadores verdadeiramente convertidos, lhe concedeu a graça de realizar milagres. Isto junto a sua natural eloqüência concorreu muito para converter à fé um grande número de idólatras, servindo-se para isso do famoso escrito da sua Confissão, na qual, fazendo públicos os seus crimes e enormes excessos, animava a confiança, não só dos fiéis, mas a dos maiores pecadores.

Entretanto, o nome de São Cipriano o seu zelo e as numerosas conquistas que fazia para o reino de Jesus Cristo não podiam ser ignoradas dos imperadores. Diocleciano, que então se achava em Nicomédia, informado das maravilhas que realizava São Cipriano, e da perfeita santidade da virgem Justina, passou ordem para serem presos, o que logo executou o Juiz Eutolmo, governador da Fenícia. Conduzidos pois à presença desse juiz, responderam com tanta generosidade e confessaram, com tanta eficácia, a fé em Jesus Cristo que pouco faltou para converterem o ímpio bárbaro. Mas, para que não se julgasse que ele favorecia os cristãos, mandou logo açoitar, com duas cordas, a Santa Justina, e despedaçar com pentes de ferro as carnes de São Cipriano tudo com tamanha crueldade que até aos mesmos pagãos causou horror! Vendo então o tirano que nem promessas nem ameaças, nem aquele rigoroso suplício, nada abatia a firme constância dos generosos mártires, mandou lançar a cada um em uma grande caldeira cheia de pês, de banha e cera a ferver. Mas o prazer e a satisfação, que se admirava no rosto e nas palavras dos mártires, davam bem a conhecer que nada padeciam com aquele tormento. E o caso é que até se percebia que o mesmo fogo, que estava debaixo das caldeiras, não tinha o mínimo calor. O que visto por um grande sacerdote dos ídolos, grande feiticeiro, chamado Athanásio (que algum tempo fora discípulo do mesmo Cipriano), julgando que todos aqueles prodígios procediam dos sortilégios do seu antigo mestre e, querendo ganhar nome e reputação maior entre o povo, invocou os demônios com suas cerimônias mágicas e se lançou deliberadamente na mesma caldeira donde Cipriano foi extraído. Porém, logo perdeu a vida, e se lhe despregou a carne do osso. Produziu este fato um novo resplendor às maravilhas do nosso santo, e esteve para haver naquela cidade um grande motivo a seu favor. Intimado, pois, o juiz tomou partido de enviar os mártires a Diocleciano, que estava por esse tempo em Nicomédia, informando-o, por escrito, de tudo o que se havia passado. Lida que foi a carta do governador, mandou Diocleciano que, sem mais formalidades dos processos dos costumes fossem degolados Cipriano e Justina; o que se executou no dia 26 de setembro nas margens do Rio Galo, que passa pelo meio da referida cidade. E chegando naquela ocasião um bom cristão chamado Teotiso a falar em segredo a Cipriano, foi Teotiso condenado logo a ser também degolado. Era esse venturoso homem um marinheiro que, vindo das costas da Toscana, desembarcara próximo a Mitínia. Os seus companheiros, que eram toso cristãos, tendo notícia daquele sucesso, vieram de noite apreender os corpos dos três mártires e os conduziram a Roma onde estiveram ocultos em casa de uma pia senhora, até que no tempo de Constantino, o magno, foram transladados para a Basílica de São João Latrão.

 

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Apolônio de Thiana

APOLÔNIO DE TIANA

Apolônio praticamente é um desconhecido da maioria das pessoas, mesmo daquelas que têm uma boa formação religiosa. Aparentemente parece estranho que uma figura tão relevante não seja citada nos livros que versam sobre religião, somente aparecendo o seu nome em documentos secretos e em alguns poucos livros de ocultismo. Quem foi e que é Apolônio? Apolônio é uma misteriosa figura que “apareceu” neste ciclo de civilização no início da era cristã (no século I). Os documentos que falam Dele geralmente não mencionam a palavra nasceu e sim apareceu, isto porque Ele, quando esteve diretamente na Terra, manifestava natureza divina. Entre os atributos desta natureza Ele apenas tinha um corpo aparente, se apresentava na Terra com corpo etéreo, tal como o de Jesus. Em muitos pontos, a vida de Apolônio se assemelha à de Jesus. Até mesmo a Sua vinda à Terra foi anunciada pelo Espírito Santo. Alguns documentos antigos afirmam que Ele, certo dia, surgiu na Terra sem ascendentes, mas também há documentos que dizem ser Ele filho de uma Virgem. O sobrenome Tiana é mesmo nome da cidade onde ele primeiro se apresentou na Terra, que ficava na Capadócia. Dotado de uma palavra fácil, eletrizante e convincente, logo depois se transformou num tribuno, ao mesmo tempo em que sua fama se popularizava, caminhando pelo resto do mundo dando um exemplo justo, bom e perfeito. Foi um espontâneo defensor dos injustiçados, capaz de praticar os mais arrojados e difíceis atos de bravura. Sua firmeza e energia de propósitos, mesmo diante do perigo, causavam a todos uma coragem estóica. “Ele fora um Deus em forma de Homem!”. Apolônio viajou muito no tempo em que esteve na Terra, desde o Egito até a Mongólia, sempre sendo iniciado nas Ordens na qual Ele encontrava, não que precisava ser iniciado pois Ele já é Um Iniciado, mas sim como O próprio disse para um sacerdote quando pediu para ser iniciado: “Bem sabes porque não queres iniciar-me. Se o dizes, revelá-lo-ei: o meu crime é justamente conhecer bem melhor do que tu o rito da iniciação. Vim pedir-te por um ato de modéstia, submissão e simplicidade, a fim de que passasses por mais sábio do que Eu. Apenas isto!”. Logo depois que saiu da sua cidade natal Ele ficou conhecido como um neo-pitagórico. Em Nínive, na Babilônia, encontrou Damis, seu inseparável e fiel discípulo. De lá ambos foram para a Terra dos Encantos: a Índia, e, percorreram a Mongólia e o Tibet, até que atingiram as colinas do Himalaia. Lá Apolônio deixou Damis e partiu só para um mosteiro onde Ele tornou-se o “Senhor portador dos oito poderes da Yoga”, que era o mais alto Grau dos mosteiros daquela época. Nesse momento, dizem, uma áurea de Luz Lhe emergiu a cabeça de modo permanente. Depois voltou e se encontrou com Damis e voltaram para a Grécia, onde começou a fase mais intensa de curar doentes, desde do corpo à alma, paralíticos, cegos e até ressuscitar mortos, como aconteceu com uma moça em Roma. Uma das missões de Apolônio foi a de ensinar aos seguidores de Jesus como manipular as leis da natureza. Alguns documentos dizem, e é verdade, que Apolônio fez milagres idênticos àqueles feitos por Jesus. O poder dele era tamanho que aonde chegava as guerras eram interrompidas e os exércitos enterravam as suas armas. Também pregava e para ouví-Lo vinham pessoas de lugares distantes. Apolônio, por sua vez, ensinou como usar as leis da natureza, explicou como eram feitos os milagres Dele e de Jesus, preparou os primeiros cristãos para disporem dos meios de curas e de todos os outros que Jesus utilizou. Mostrou o poder das cores, mostrou que tudo na natureza é vibração, fez ver que existe uma polaridade (já constante dos Princípios Herméticos) em tudo quanto há, que as coisas podem ser manipuladas pela luz, pelo som e coisas assim. Ensinou o valor das cores, portanto como usá-las nos templos para obtenção de estados especiais de consciência. Ensinou como usar a música, que tipo de música é adequado nas diferentes situações, e restabelecer os meios utilizados pelas ciências herméticas. Ensinou simbolismo, ensinou a linguagem simbólica por meio da qual uma pessoa pode entrar em sintonia com planos superiores, com mundos hiperfísicos. Ensinou como se processam as transmutações na natureza e como conseguir isso, como intervir no astral visando certos resultados. Disse do como captar o poder inerente a cada coisa, a cada cor, a cada forma. Ensinou o poder dos cristais e dos aromas e o como usá-los nos diferentes níveis. Assim estabeleceu formas de ampliação da consciência permitindo que as pessoas possam ter acesso a níveis superiores de consciência independentemente da interferência de forças espúrias. E também trouxe ensinamentos morais, o que atingia em cheio a maioria dos governantes dos locais onde Ele passou. Tendo o poder da profecia, Ele também profetizou alguns acontecimentos que logo ocorreram. Sendo assim a conjura1, tentáculo do “poder” das trevas, praticamente arrasou o trabalho de Apolônio. Perseguiu inexoravelmente a pessoa e também toda a obra maravilhosa estabelecida por Ele. Apolônio sofreu perseguições terríveis culminando com varias condenações, como uma vez em que Ele foi preso e a julgamento e falou para Damis e Demetrio esperarem-No em tal dia e tal hora na praia e quando chegou o dia e a hora marcada Ele simplesmente apareceu na praia ao lado dos dois, e outra vez foi a de ser estraçalhado por uma matilha de cães ferozes, quando ia ser atacado pelos cães Ele simplesmente sumiu diante da vista de toda uma multidão. Tamanho fenômeno contribuiu ainda mais para fazer crescer o mito sobre a pessoa de Apolônio. Depois da Sua partida, foi escrito um livro com Sua história e com grande parte dos Seus ensinamentos, apresentado em forma de um evangelho com oito capítulos. Os ensinamentos e o poder do evangelho de Apolônio era muito superior àqueles dos quatro evangelistas da época de Jesus, nele havia coisas que faziam tremer aqueles elementos da conjura que estavam se infiltração no cristianismo de então. Após a condenação e desaparecimento, a conjura ficara livre da presença direta de Apolônio, mas o Seu prestígio tornou-se logo lendário. Assim a conjura que já havia experimentado com relativo sucesso o método do despistamento no seio do cristianismo primitivo, logo passou a usá-lo entre os seguidores de Apolônio que, em sua quase totalidade, eram cristãos. No cristianismo primitivo a conjura se infiltrou e procurou destruir os autênticos ensinamentos de Jesus, assumindo a direção das instituições em geral. No caso de Apolônio, ela que já tinha muita influência dentro das comunidades cristãs, com alguma facilidade pode usar com sucesso o método da falsificação. Assim sendo, inundou o mundo de então com grande número de copias falsas dos ensinamentos de Apolônio. Isto funcionou eficazmente, e até hoje só um “expert” em ocultismo é capaz de distinguir o que não é e o que é autêntico. Assim, em séculos futuros Ele foi quase total e oficialmente esquecido e o Seu nome colocado na galeria dos mitos. Em todas as bibliotecas membros da conjura colocam obras falsas como sendo de Apolônio, que mais tarde geraram suspeitas pelas incoerências nelas contidas. A incredulidade a respeito daquele Mestre, em parte se deve àquele trabalho de despistamento e em parte à magnitude de tudo aquilo que Ele realizou e que o qualificou como uma figura lendária. Assim sendo quase tudo o que existe escrito sobre Apolônio, e sobre ensinamentos a Ele atribuídos, em grande número são falsos. Alguns documentos autênticos existem e são zelosamente guardados por algumas sociedades iniciáticas, e reservados aos iniciados nos Mistérios Maiores. Por outro lado a influência de Apolônio foi de tamanha magnitude que o Cristianismo primitivo incorporou uma grande parcela dos ensinamentos que têm sido usados em aplicações práticas. Assim sendo, a maior parte do ritual e do simbolismo da Igreja Católica tem como ponto de origem Apolônio. Muitas pessoas indagam: de onde surgiram os símbolos e os vastos rituais incorporados à Igreja Católica se Jesus jamais publicamente usou qualquer um deles? Há quem diga que eles foram incorporados de práticas pagãs, mas isso só é verdade se, como tal for também incluída a doutrina de Apolônio que deu origem à quase totalidade dos ritos e símbolos do Catolicismo. É de causar admiração que, mesmo havendo estado e até hoje atuantes no seio da igreja, os membros da conjura hajam deixado ficar os ritos e símbolos estabelecidos por Apolônio, desde que eles se constituíam poderosos meios de persuasão, de coesão e conseqüente manutenção da unidade religiosa. Eis duas explicações possíveis: Uma, que a conjura desconhecia todo o potencial do simbolismo e ritualística orientada por Apolônio, assim não vendo neles mais que encenações; portanto algo sem perigo algum. Na verdade os próprios membros da conjura haviam apagado o conhecimento até mesmo para a maior parte daqueles que faziam parte do seu ciclo interno, conseqüentemente o potencial dos símbolos era algo desconhecido para eles. Segundo, julgando que afastado Apolônio os elementos mágicos incorporados aos ritos e símbolos serviria também aos seus intentos, pois manteria a coesão daquela estrutura que, de uma certa forma, ela já dominava. Podemos dizer que ambas as afirmativas são verdadeiras, em parte a conjura desconhecendo o potencial ritualístico e simbólico deixou que eles continuassem presentes no cristianismo e, em parte ela sentiu que tudo aquilo era importante para a estruturação da religião num bloco coeso por ela administrado. Em muitos momentos a conjura deturpou o ritual e o simbolismo, tirou coisas benéficas e as substituiu por coisas maléficas, entre os quais o uso do vinho, portanto do álcool, no ritual da missa. Não é somente o ritual católico que se originou dos ensinamentos de Apolônio. Praticamente a quase totalidade dos símbolos da magia, do hermetismo, do ocultismo, da gnosis e de muitas outras formas do ocultismo, em parte tem como origem Salomão, mas a quase totalidade deles provêm de Apolônio. Publicamente pouco de autenticidade nas publicações que foram feitas sobre os ensinamentos atribuídos a Apolônio. Do Seu evangelho existe uma pequena parte que já foi publicada. O mais, apenas algumas poucas doutrinas iniciáticas possuem e mesmo assim somente tem acesso a eles iniciados de grau elevado. O que chega às mãos dos profanos praticamente são aquelas obras preparadas especialmente pela conjura, obras apócrifas, portanto, sem quaisquer significados positivos. A um não iniciado é possível a aquisição de apenas um trabalho autêntico intitulado Nuctemeron, mas até mesmo dele existem também algumas edições falsas. O título do livro significa: “O Dia de Deus que Resplandece nas Trevas” (O Deus que está “aprisionado” em cada pessoa ainda envolvida em trevas. Isso equivale ao desabrochar da Centelha Cósmica em cada um, ao desenvolvimento da consciência clara do Mestre de Cada Um). Na obra Nuctemeron os ensinamentos de Apolônio são distribuídos como em um relógio em 12 horas, ou degraus, e a cada hora corresponde uma instrução especial. Os ensinamentos daquela obra são apresentados em linguagem um tanto velada. São ensinamentos de altíssimo nível. Primeira Hora: “Os demônios entoam em conjunto de louvores a Deus. Eles perdem a maldade e a ira.” Segunda Hora: “Mediante a dualidade, os Peixes do zodíaco louvam a Deus. As serpentes ígneas enrolam-se em torno do caduceu e o relâmpago torna-se harmonioso.” Terceira Hora: “As serpentes do caduceu de Hermes se entrelaçam três vezes. Cérbero escancara sua tríplice goela e o fogo entoa louvores a Deus pelas três línguas do relâmpago.” Quarta Hora: “Na quarta hora a alma regressa da visita aos túmulos. É o momento em que as quatro lanternas mágicas dos quatro cantos do círculo são acesas. É a hora dos encantamentos e das ilusões.” Quinta Hora: “A voz das Grandes Águas entoa ao Deus das Esferas Celestiais.” Sexta Hora: “O Espírito permanece impassível. Ele vê o monstro infernal vir ao Seu encontro e está sem medo.” Sétima Hora: “Um fogo que dá vida a todos os seres animados, é dirigido pela vontade de homens puros. O Iniciado estende a mão e o sofrimento transforma-se em paz.” Oitava Hora: “As estrelas conversam entre si. A alma dos sóis responde ao suspiro das flores. A corrente da harmonia faz todos os seres da natureza se harmonizarem entre si.” Nona Hora: “O número que não deve ser revelado.” Décima Hora: “A chave do ciclo astronômico e do movimento circular da vida dos homens.” Décima Primeira Hora: “As asas dos Gênios movimentam-se com um misterioso rumorejar. Eles voam de esfera a esfera e levam as Mensagens de Deus de mundo a mundo.” Décima Segunda Hora: “Aqui se realiza, pelo Fogo, a Obra da Luz Eterna.”

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OBSESSÃO-FENÔMENO POUCO ESTUDADO

 

Tópicos:

1- A Obsessão segundo os gentios

2- Obsessão – A dupla face do flagelo

3- Os obsessores, gente como a gente

4- Fascinação amorosa

5- Refletindo sobre a obsessão

1- A obsessão segundo os gentios

O Evangelho segundo Mateus, Cap. X, vs. 5 a 8 conta que Jesus enviou seus apóstolos em missão, depois de lhes haver dado as seguintes instruções: “Não procureis os Gentios…” “Restituí a saúde aos doentes… expulsai os demônios…”

No Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. XXIV § 9 e 101 os Espíritos esclarecem que, se Jesus instruiu seus a para que não fossem ter com os gentios (os pagãos) não é que desdenhasse a sua conversão, mas é que os não-gentios (os judeus) já haviam sido preparados e estavam prontos para aceitar a Boa Nova; explicaram mais que os outros, “os incrédulos sistemáticos, os zombadores obstinados, os adversários interessados” ainda não o estavam, e a semente cairia, portanto, em solo pedregoso. Acrescentam: “CHEGAR-LHES A VEZ QUANDO ESTIVEREM DOMINADOS PELA OPINIÃO GERAL E OUVIREM A MESMA COiSA INCESSANTEMENTE REPETIDA AO SEU DERREDOR. AÍ JULGARÃO QUE ACEITAM VOLUNTARIAMENTE, POR IMPULSO PRÓPRIO, A IDÉIA, E NÃO POR PRESSÃO DE OUTREM…” Depois, há idéias que são como as sementes, Não podem germinar fora da estação apropriada, nem em terreno que não tenha sido de antemão preparado…

Parece-nos agora que o terreno dos “gentios” já deve estar sendo arroteado, pois eles estão vendo e ouvindo mesma cousa, “incessantemente repetida” por todos os meios de comunicação pelo rádio, pela TV, pela imprensa, pelo livro e por testemunho pessoal. A curiosidade do grande público nos Estados Unidos e na Europa, está tão voltada, por exemplo, ao que, por falta de maiores conhecimentos, chamam de Ocultismo, Ciências Sobrenaturais, ESP, etc., que até o afamado semanário TIME, sempre atualizado, tem publicado artigos sobre esses temas. Na edição de 19 de junho p. p., o setor dedicado à “Religião” publica um ensaio ilustrado com fotos a cores, do que o articulista constatou nos EUA nesse campo – reuniões comuns ou bizarras, em casas de família ou outros locais, o interesse pela bola-de-cristal, pela reencarnação, o satanismo as projeções astrais, a magia, a profecia, a clarividência e o Espiritualismo. Diz o TIME, também, que há grande interesse pelos livros que tratam desses assuntos e que o Centro de Metafísica de São Francisco tem uma venda mensal de cerca de Cr$ 150.000,00 dando, também, cursos sobre a reencarnação, a numerologia, a cabala, etc. (Será que ninguém lembrou de mandar ‘aquele Centro alguns bem traduzidos livros básicos de Kardec?)

O articulista conta, também, que, sentindo esse interesse, uma conhecida Cia. de Navegação Aérea patrocinou um “tour” pela Grã-Bretanha para que os componentes do grupo pudessem assistir a sessões espiritualistas, presenciar curas espirituais e outros acontecimentos congêneres. A escolha daquele país foi ocasionada pelo grande ressurgimento do Espiritualismo. Ele acrescenta que há, paralelamente, um ressurgimento de magia negra na Inglaterra, a ponto de as Igrejas Católica e Anglicana terem recomendado às suas dioceses que nomeiem exorcistas oficiais para expulsarem os “demônios” – em outras palavras, praticarem a desobsessão! O mesmo está acontecendo no Continente europeu.

No subtítulo intitulado “O Espiritualismo o articulista explica que seus adeptos são geralmente classificados como “médiuns”, isto é, “pessoas capazes de fazer contato com o outro lado, mas que, em verdade, fazem muito mais do que isto, gastando tanto tempo nas curas espirituais e nos conselhos aos necessitados como nas sessões propriamente ditas.” A sua descrição das sessões, porém, mais nos lembra uma central telefônica do que uma reunião espírita, pois o que parece predominar é o interesse de fazer ligações diretas com os espíritos amigos e parentes dos assistentes! E a sua opinião sobre o Espiritualismo é que “Nenhum céptico jamais provou que ele é válido, mas nesses acontecimentos permanecem alguns incidentes que desafiam as leis da probabilidade ou da mera coincidência”. Ainda bem…

As fotos são bizarras demais para serem descritas – é preciso vê-Ias para crer. A última, no entanto, é bastante interessante. Intitula-se “O Povo de Jesus praticando o exorcismo em grupo para curar uma possessa.” Mostra um grupo de jovens, profundamente concentrados, dando um passe numa mocinha sentada no meio do círculo. E o articulista termina dizendo: “ELA CUROU-SE”. Kardec não teria concordado, com o nosso amigo, pois, no livro “A Obsessão” ele conta o caso de uma obsediada cuja família havia tentado de tudo na esperança de curá-la. A medicina foi inútil, o exorcismo não deu certo, as visitas aos santuários tão pouco, e NEM, também, OS PASSES, pois, apesar dos passes terem sido aplicados por um espírita, não foi possível evocar o obsessor por falta de médiuns (pág. 317) .

Falando de obsessão, não poderíamos deixar de comentar um livro que é um autentico “best-seller” americano “THE EXORCIST” (O exorcista). É um romance, más como o autor, para escrever a sua obra, consultou uma autoridade da renomada “Sociedade de Jesus”, em Nova York, o Reverendo Thomas B. Bermingham, o trabalho adquiriu um cunho de autenticidade no que diz respeito ao que a Igreja Católica pensa sobre a obsessão e a desobsessão são por meio do exorcismo. Achamos, pois, que os Espíritas também se interessariam em saber, ainda que de forma ligeira, como alguns não-Espíritas encaram esse flagelo, os meios que usam para comprovar a sua autenticidade, o que precisam fazer para iniciar os trabalhos de desobsessão e as possíveis conseqüências (segundo eles) para os pobres exorcistas, conseqüências estas que eles parecem conhecer, aceitar, mas que não podem deixar de temer!

È uma obra que prende a atenção pelo apavorante desenrolar de uma trágica obsessão. Trata-se de uma menina americana de onze anos de idade, filha única de um casal separado que, para passar o tempo, brinca com uma prancheta , (Ouija Board), dialogando, por esse meio, com um companheiro invisível que ela chama de Capitão Harvey. Este é o prelúdio. A primeira fase começa com os “raps” (pancadas). As roupas saem dos armários aparecendo em outros locais. O quarto onde a garotinha dorme torna-se gélido. Os móveis mudam de lugar, móveis pesados demais para serem arrastados por uma criança. Apesar dos fenômenos tornarem-se cada vez mais insistentes, estranhos e alarmantes, ninguém, por incrível que pareça, desconfia do que pode estar acontecendo. Essa primeira fase termina com a misteriosa morte de um dos amigos da mãe, que é encontrado sem vida, na rua, logo abaixo da janela do quarto onde a garota dorme. Deduz-se que ele haja, caído do andar superior, mas, de maneira que ninguém pode explicar como. Entra a polícia.

Na segunda fase, o terror se intensifica, pois a menina começa a mostrar fortes sinais de desequilíbrio psíquico. Conversa, também, em línguas estranhas, comete atos terríveis, fala monstruosidades, mostra uma força descomunal, muda de personalidade – não uma mas muitas, cada qual pior do que a precedente. Lê os pensamentos dos que a vistam, demonstrando, enfim, os sintomas de um gravíssimo caso de obsessão. Mas ninguém pensa nisso. A mãe, como boa e moderna americana, chama um médico, um psiquiatra, etc. A garota é internada numa clínica psiquiátrica das melhores e submetida a todos os testes possíveis. – Mas os testes são negativos e os médicos não atinam com a sua doença.

Começa a terceira fase. Ela volta para casa, onde as coisas pioram de minuto a minuto. Alguém tem, então, a brilhante idéia de chamar um padre. O que atendeu o chamado era, não só um sacerdote jesuíta, mas um psiquiatra que conhecia, também, bastante sobre a obsessão e a possessão. Levaram-no para ver a menina e ele alarmou-se pois, além de todos os fenômenos já descritos, ela estava cadavérica, exalava um cheiro nauseabundo, vomitava, etc., e em sua pele apareceu um pedido de socorro, que não podia ter sido feito por ela mesma, pois os médicos haviam amarrado seus bracinhos. Em vista de tudo isto, o jesuíta desconfiou que estava frente a frente com um caso de obsessão mas, em primeiro lugar, era obrigado a eliminar a possibilidade de desequilíbrio mental. Pediu para ver os testes feitos na clínica psiquiátrica e os estudou. Levou um gravador ao quarto da menina e gravou o que ela dizia. Fez testes lingüísticos para saber se as línguas estranhas que ela falava podiam ter partido de seu inconsciente. Foi aí que alguém, ao passar uma das fitas de trás para a frente, descobriu que uma dessas línguas nada mais era que o inglês também falado de trás para frente! (Será que alguém já experimentou pronunciar uma frase de trás para a frente? E a garota que as falava, rápida e correntemente, só tinha onze anos de idade).

Pensar-se-ia que, em vista de todas essas anormalidades, sugerindo claramente um caso de obsessão, o jesuíta não teria outra alternativa se não a de aplicar o remédio que conhecia o exorcismo. Mas, segundo o livro, não é fácil fazer um exorcismo. Para tanto deve-se, primeiramente, conseguir a licença dos superiores, e, para obter essa licença é preciso convencê-los de que se trata mesmo de um caso de obsessão o que é um tanto complicado. E o tempo passa, a menina piorando de hora em hora. É uma agonia. Enfim os superiores se convencem que se trata mesmo de um caso de obsessão mas, em vez de permitirem que o sacerdote que acompanhou o caso faça o exorcismo, mandam chamar outro, que tinha estado em lugar distante. Para encurtar o caso, ambos vão fazer o exorcismo, e para encurtar ainda mais, ambos morrem… Aquele que veio de longe aparece morto ao lado da cama da menina, e o que acompanhou o caso aparece morto na rua, no mesmo local e da mesma forma como morreu o amigo da mãe – caindo janela abaixo do quarto onde a menina dormia. A pequena curou-se. Imagine-se só se isto acontecesse cada vez que nós, Espíritas, tratamos dos obsediados. Já não haveria mais Espíritas no Brasil!

O sucesso desse livro e o artigo do TIME mostram o interesse que os nossos irmãos de outras terras têm pelos assuntos de fundo espiritual. Mas nos mostram, também, que pouco conhecem daquilo que nos foi legado por Kardec – o roteiro seguro do Espiritismo que, através da reforma íntima e do conhecimento das verdades espirituais, nos conduzem à paz e à duradoura felicidade. Essa nossa opinião acaba de ser confirmada por uma carta recebida de uma irmã residente nos EUA. Diz ela, entre outras coisas, “Estivemos novamente na cidade de… e verificamos que há uma tremenda confusão por parte dos “Espíritas” daqui com relação às atividades brasileiras… O grande problema é que os “Espíritas” pensam que eles são os únicos que tomam o Espiritismo como Religião, Ciência e Filosofia, SEM SABEREM NADA DE KARDEC e que o resto do mundo só trata do fenômeno mediúnico! Mas é exatamente o contrário. Os médiuns e os chamados Espíritas só conhecem o fenômeno mediúnico SEM REFORMA ÍNTIMA, e, então, você pode imaginar que tipo de médiuns e o calibre das comunicações.”

Estamos, pois, convencidos que aqueles que já receberam a luz do Espiritismo têm por obrigação colocá-la sobre um candeeiro e não escondê-la debaixo de um alqueire. Isto quer dizer – FAÇAMOS CONHECIDAS AOS NOSSOS IRMÃOS DE OUTRAS TERRAS AS OBRAS BÁSICAS DE KARDEC, EM SUAS PRÓPRIAS LÍNGUAS. Isto exigirá um esforço coletivo, um esforço hercúleo de nossa parte, mas não devemos jamais esquecer que fora da caridade não há salvação e a caridade não consiste só em alimentar, vestir e cuidar dos corpos. É muito mais importante dar conhecimentos aos que têm sede e fome de saber.

2- A dupla face de um flagelo

A patologia espiritual induzida pelos seres desencarnados recebe, no Espiritismo, a denominação generalizada de obsessão.

Allan Kardec, analisando-a na prática, identificou a verdadeira causa do mal e descreveu os mecanismos sutis da ação deletéria patrocinada pelo obsessor. Apesar da expressiva sintomatologia de alguns casos, para surpresa de muitos, a enfermidade não decorre da ação patogênica de nenhum vírus desconhecido, mas de um agente etiológico jamais imaginado pela Ciência, embora, largamente disseminado na crosta planetária, – o próprio homem – . Este agente é sem dúvida, um vetor de reconhecida virulência e de comportamento mutável, por ser dotado de inteligência, sentimento e vontade própria, o que lhe confere, em última análise, ampla possibilidade de ação para o bem e para o mal.

Aproveitando-se do estado de invisibilidade, o espírito desencarnado menos esclarecido, exerce a sua ação deletéria, manipulando energias fluídicas de teor densificado, extremamente prejudiciais àqueles a quem jurou vingança.

A obsessão espiritual, quando visualizada pela ótica espírita, se constitui em um dos mais antigos flagelos da humanidade, prolongando-se pelos raios de ação. Investigando-se a causa do mal, chegou-se a uma interessante conclusão: o problema é de natureza moral e engloba, na maioria das vezes, a participação culposa de ambos os personagens enredados na inditosa trama.

Vige no contexto doutrinário a seguinte postura filosófica: enquanto o homem alimentar sentimentos de ambição, ódio e vingança, a obsessáo espiritual existirá por muito tempo ainda.

Os vínculos de sintonia entre a vítima e o agressor se estreitam, na proporção direta do envolvimento emocional entre as partes, já que as deficiências morais, quase sempre, estão presentes, bilateralmente, levando-se em conta que a vítima de hoje foi o algoz do pretérito. Por isso, a consideramos um flagelo de face dupla, identificado pela semelhança de malefícios.

A dívida moral é considerada o mais importante fator predisponente da obsessão, por conta das brechas cármicas que se desenvolvem a partir da consciência culpada. Além do mais, o mal praticado contra o semelhante não só extingue junto com a dor da vítima; ele permanece vibrando em torno da psicosfera individual, constituindo-se uma espécie de morbo fluídico que, aos poucos, se enraiza na tela eletromagnética do perispírito, originando focos de baixa resistência espiritual, por onde os obsessores costumam injetar, com facilidade, os seus fluidos deletérios. Por isso, é uma ilusão pensar-se que o mal feito às escondidas, por não contar com testemunhas, nos isente dos processos retificadores.

O mecanismo psíquico, no seu complexo dinamismo, registra, na intimidade da tela consciencial, toda atitude contrária às Leis Morais da Vida, nos expondo às exigências do Princípio da Ação e Reaçao. O ato obsessivo é uma contingência decorrente da própria miséria humana, a qual predispõe o infrator ao assédio espiritual dos inimigos e vítimas de outrora. Por isso, quando em reunião específica de desobsessão, escutamos esses pobres espíritos, tão vingativos, clamarem por justiça, imaginamos o quanto de ódio lhes oblitera o raciocínio, a ponto de não se aperceberem tanto ou mais comprometidos que as suas pretensas vítimas.

A obsessão é constrangimento fluídico a comprometer o patrimônio mento-afetivo ou orgânico da criatura enfraquecido em suas defesas espirituais e, por isso mesmo, tão necessitada quanto o próprio obsessor, da terapêutica do perdão, única alternativa de cura definitiva para ambos.

3- Os “obsessores”, gente como a gente

Qualquer abordagem à complexa problemática da obsessão deve começar, a meu ver, com uma atitude preliminar de humildade e amor fraterno. Ainda que isto possa parecer mera pregação com um toque de falsa modéstia, não é nada disto. A humildade constitui ingrediente indispensável a qualquer tarefa de natureza mediúnica, dado que é ainda bastante limitado o conhecimento dessa preciosa faculdade humana. Temos de nos apresentar diante da tarefa com a honesta intenção de aprender com o seu exercício, ainda que, paradoxalmente, munidos de todo o conhecimento teórico que for possível adquirir previamente. Quando a gente pensa que já sabe tudo sobre mediunidade, eis que ela se revela sob aspectos que ainda não tínhamos percebido ou apresenta facetas desconhecidas e aparentemente inexplicáveis. É como se cada sessão tivesse uma espécie de individualidade diferente de todas as demais, ainda que semelhante em suas características básicas. tal como as pessoas, ou seja, tão iguais umas com às outras e, ao mesmo tempo, tão diferentes.

E por falar em pessoas, vamos colocar a segunda preliminar, a de que o trato com a obsessão deve ser iluminado pelo amor fraterno. Por uma razão tão simples e óbvia que parece infantil, mas que se põe como de vital importância para o bom êxito do trabalho pretendido, ou seja, a de que os espíritos são gente como a gente. E gente que sofre e que, portanto, precisa de compreensão e paciência. São pessoas em conflito consigo mesmas e, portanto, com outros, com o mundo, com a vida , com Deus e com o próprio amor. Creio que é em Emmanuel que a gente lê que o ódio é o amor que enlouqueceu.. É verdade e tanto é verdade que mesmo este amor enlouquecido ainda é amor; como temos tido oportunidade de observar tantas vezes.

Lembro-me de um caso desses em que foi por esse caminho que encontrei o acesso que buscava ao coração do manifestante enfurecido daquela noite. Sua desesperada indignação dirigia-se a uma mulher que, aparentemente, manipulara impiedosamente suas emoções no passado. Chegara para ele a hora da vingança e ele a exercia com toda a força de seu ódio, tentando convencer-se de que o fazia com o maior dos prazeres. Agora, sim, tinha-a em seu poder! Sustentava-se no rancor secular e era isso mesmo que ele dizia. Sem aquele ódio, não seria nada nem ninguém, pois aquilo acabara constituindo a razão de ser de sua existência. Em situações como essa, o ódio e o ilusório prazer da vingança funcionam como biombos atrás dos quais a gente esconde, pelo menos por algum tempo, as próprias frustrações e procura abafar a voz incorruptível da consciência. Enquanto procuramos cobrar faltas cometidas contra nós, esquecemos dos nossos crimes e afrontas à lei divina.

Esse era o cenário e esse era o drama que tínhamos diante de nós. Que estava ele na posição de um obsessor, estava. Não se importa se assim o considerássemos. A vingança, no seu entender, era direito que ninguém poderia contestar-lhe. “Ela não errou? A lei não diz que somos todos responsáveis pelos atos que praticados? E não diz mais que quem fere com a espada, com a espada será ferido? Esta aí no seu evangelho!”, dizem os vitoriosos. “Ela é uma peste. Você nem imagina como aquela mulher é ruim! E agora que estou aqui, cobrando minha parte, vem vocês com peninha dela! E sabe de uma coisa? Não se meta nisso não. O caso é comigo. Deixa que eu resolvo!”

Esse é o tom. Como fazê-lo mudar, não apenas o discurso, mas o procedimento, a maneira de avaliar a situação e de redirecionar suas emoções em tumulto? E perguntam, às vezes: “Você não acha que eu tenho razão?” Até que sim, se examinarmos o problema na estreiteza do seu contexto pessoal. É compreensível o rancor, gerado por uma dolorosa decepção com a pessoa em quem confiou e à qual entregou seu próprio coração e até sua vida. Mas esse espaço mental é exíguo demais para se colocarem todos os dados do problema. A vida não é uma só, a lei não é punitiva, mas educativa, e, acima de tudo, não há sofrimento inocente, a não ser nos grandes lances do devotamento ao próximo, nas tarefas missionárias. Por outro lado, se a lei permite ou tolera a vingança, embora não a aprove jamais, é porque aquele que erra se expõe à correção. Os obsessores mais experientes, sabem que somente conseguem cobrar aquilo que têm como crédito pessoal, precisamente porque, segundo ensinou o Cristo, o “pecador se torna escravo do pecado” e não sai de lá enquanto não pagar até o último centavo, ou seja, enquanto restar um reclamo na sua própria consciência. Não é preciso que ninguém cobre, mesmo porque a dívida é com a lei, representada em cada um de nós no silêncio da intimidade, mas o vingador não quer saber de tais sutilezas.

Todo aquele que se expõe ao duro retorno do reajuste pode estar certo de haver-se atritado com alei anteriormente. A conclusão lógica e inescapável é a de que, quando o nosso querido passou pelo dissabor de uma traição ou do abandono, estava na fase de retorno, na sofrida simetria de seus equívocos anteriores. Isto, porém, nunca estamos prontos para admitir quando nos encontramos na dolorosa postura do obsessor. Achamos, então, que esta é a nossa vez. Que perdão, nada! Sempre que perdoei me dei mal, costumam dizer. Vence, no mundo, aquele que grita, impõe e domina, não o que abaixa cabeça e marca a si mesmo com o carimbo da covardia.

Em suma: o nosso querido obsessor não era diferente de nenhum de nós, ainda prisioneiros de paixões milenares que repercutem e ecoam de século em século e vão aos milênios. É um ser humano, uma pessoa, gente como a gente. O que ele deseja, embora nunca o admita espontaneamente, é que tenhamos paciência para ouvi-lo, compreendê-lo, cuidar da sua dor, ainda que, conscientemente, também não a reconheça. Por isso após todo o seu catártico destampatório, ele se mostrava convicto de estar coberto de razão e, por isso, vitorioso no seu valente debate com o grupo. Só nesse ponto, contudo, tinha alguma condição para nos ouvir. Até então fora dono absoluto da palavra, dos argumentos, da indignação, da situação, enfim. Ele perseguia a moça porque queria e porque podia fazê-lo e estamos conversados.

Estava, portanto, dando a conversa por encerrada e pronto para retomar logo sua tarefa de ficar à espreita da sua vítima, como o gato que vigia o rato, no preciso e curioso dizer de Kardec.

É nesses momentos, contudo, que a inspiração parece funcionar melhor e, por isso, nosso doutrinador comentou, como quem apenas dá conta de um fato óbvio por si mesmo: “Isto tudo quer dizer, então, que você ainda a ama, não é? Recuperado do momentâneo aturdimento, ele teve a honestidade e a bravura de reconhecer que sim, ainda a amava, a despeito de tudo. Tínhamos chegado, afinal, ao seu coração, ao âmago da sua angústia, ao núcleo de suas dores e até de suas esperanças. E mais uma vez tínhamos diante de nós não um implacável obsessor convencido do seu legítimo direito de cobrar uma falta cometida contra si mesmo, mas um ser humano igualzinho a nós, sofrido, solitário, perdido na sua dor, mas principalmente, no seu ódio que, afinal de contas, não passava de um grande e inesquecível amor enlouquecido. Pois não é isso mesmo que aconteceu com a gente? Ou já aconteceu? Não é um irmão(ou irmã) que ali está ansioso, na secreta esperança de que consigamos, afinal, convencê-lo de que ele ainda a ama? Por isso sempre digo a eles , e a mim também, que amar é um estranho verbo, porque não tem passado. Você não diz que amou alguém. Se amou mesmo, de verdade, então continua amando. Mário de Andrade dizia que amar é verbo intransitivo e tinha razão, mas é também defectivo, porque não se conjuga em tempo passado. O amor é para sempre. Por isso, também dizia Edgar Cayce que o amor não é possessivo, ele apenas é. Claro, ele é da essência de Deus e, portanto, do ser, isto é, de todos nós. E ser é verbo e é substantivo.

Foi por essas e outras que acabei descobrindo que o amor é também da essência da tarefa dita desobsessão e que prefiro conceituar como diálogo com atormentados companheiros de jornada evolutiva que, eventualmente, estejam vivendo dolorosos papéis de obsessor. Quem não se sentir em condições pessoais de ver no chamado obsessor uma pessoa humana como a gente mesmo, então deve dedicar-se a outra tarefa no grupo. A seara é imensa, não falta trabalho para ninguém. Já alertava o Cristo, ao seu tempo, que era necessário orar para que o Pai mandasse mais obreiros, sempre escassos e insuficientes. Com a sua deslumbrante lucidez, Paulo explicou para a posteridade as inúmeras tarefas à nossa disposição em qualquer grupamento humano que se propõe a servir ao próximo. É só ler, para recordar, os capítulos 12, 13, 14 da sua Primeira Epístola aos Coríntios, e que constituem o primeiro “Livro dos Médiuns” do cristianismo. Aqueles que desejarem devotar-se ao trabalho gratificante da desobsessão que leiam de maneira especial, demorada e meditada, o capítulo 13, no qual o tema tratado é o da caridade, ou seja, o amor atuante.

Por tudo isso e mais o que não ficou dito, entendo que , na tarefa chamada de desobsessão, o ingrediente básico é o amor, que sempre saberá como encontrar o que dizer ao ser humano que temos diante de nós na mesa mediúnica. Doutrinação é palavra inadequada para caracterizar esse trabalho. Que teria eu a ensinar ao companheiro ou à companheira que comparece ao grupo mediúnico? Não há como ensinar pontos doutrinários teóricos a quem está vivendo a realidade, que conhecemos mais pelo estudo do que pela vivência. Eis porque costumo dizer que muito pouco ou quase nada tenho ensinado às pessoas desencarnadas que comparecem aos nossos trabalhos mediúnicos. Em compensação, devo a todos eles ensinamentos preciosos, recortados diretamente das páginas pulsantes da vida. E por isso, nunca saberia expressar toda a minha gratidão pela oportunidade que me foi concedida de trabalhar junto dos queridos “obsessores”

4- Fascinação Amorosa

Quem tem medo da obsessão ? – Ed. O Clarim

Só pensava nela.

Cérebro em circuito fechado.

A jovem namorada, de estonteante beleza, ocupava-lhe todos os espaços mentais.

Última lembrança ao dormir.

A primeira, ao despertar.

Levantava-se com ela, passava o dia pensando nela, por ela suspirava…

Em seus devaneios imaginava-se a retê-la em seus braços, aspirando seu perfume, cobrindo-a de carícias, fundindo-se ambos em ardentes abraços.

Às vezes desligava-se.

Eram momentos fugidios, como breves intervalos separando músicas num disco.

Logo recuperava-lhe a imagem, assustado como quem houvesse sofrido a perda da respiração por momentos.

Contava os dias e as horas que os separavam. A seu lado pedia a Deus que parasse o relógio do tempo, a fim de que pudesse desfrutar indefinidamente a ventura de sua presença.

Sempre acontecia o inverso:

Juntos, as horas ganhavam asas.

Separados, fluíam com a lentidão das tartarugas.

***

Com incontáveis variações, encontramos na literatura universal envolvimentos passionais semelhantes.

Um paraíso, quando tudo corre bem.

Um inferno, se surgem problemas.

Semelhantes experiências situam-se nos domínios da fascinação quando, a partir da atração física, instala-se o desejo irrefreável de comunhão carnal, em paroxismos passionais. George Bernard Shaw, teatrólogo inglês, dizia, referindo-se ao casamento, que um dos paradoxos- da sociedade humana é que pessoas apaixonadas são obrigadas a jurar que continuarão naquele estado excitado, anormal e tresloucado até que a morte as separe.

Muitas uniões efêmeras ocorrem a partir de envolvimentos passionais, principalmente entre jovens, empolgados por recíproca fascinação, quando se rendem ao domínio dos hormônios.

Justamente por inspirar-se nos instintos, a fascinação amorosa é a mais freqüente, responsável por casamentos precipitados, adultérios, separações, crimes e tragédias sem fim.

Proclama a sabedoria popular que a paixão é cega, o que exprime uma realidade. Paixão e bom senso raramente seguem juntos.

Por isso os Espíritos obsessores estimam envolver as pessoas passionais, torturando-as com anseios amorosos irrealizáveis ou usando-as para exercer sua ação nefasta, criando estranhas e perigosas situações.

5- Refletindo sobre a Obsessão

“E este, onde quer que o apanha, despedaça-o ele espuma, e range os dentes, e vai se secando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam.” Marcos 9 – v. 18.

Apesar de nos faltar comprovações científicas, há fortes evidências de que o Processo Obsessivo, que é caracterizado por manipulações e interposições de fluidos tóxicos, exerce papel importante na fisiopatogenia das doenças no corpo físico e espiritual, e às vezes evoluindo com quadros gravíssimos.

I – INTRODUÇÃO

Não temos a pretensão de criar confrontos entre a Ciência Médica e a Doutrina Espírita, mas sim apresentar oportunidades de reflexões objetivas, visando o aprofundamento de questões específicas. É chegada a hora em que a ciência deve ser respeitada pelos espíritas e aquela compreender a importância dos fundamentos da Doutrina na elucidação dos fatos, porquanto, até então todos têm falhado, apesar de toda capacitação de recursos técnicos e humanos.

Vivemos um momento de grandes aflições, onde a busca pelos valores materiais, visando suprir as necessidades do Ser, de maneira equivocada, tem trazidos muitos desequilíbrios, com intensas perturbações de ordem física e mental. A propósito, o prof. Ives Lecrubie, psiquiatra francês, em entrevista concedida ao Comitê Brasileiro para Prevenção e Tratamento da Depressão, relatou que de 3 à 6% da população do planeta sofre de estados depressivos e que há uma tendência de 1% de casos novos a cada ano, conforme dados recentes da Organização Mundial de Saúde.

Do ponto de vista da Doutrina Espírita, sabemos que o Ser Espiritual encarnado é constituído de:

  1. Espírito: É a sede da consciência do Ser. É o princípio inteligente do Universo. É o campo das causas. Cada Espírito é uma unidade indivisível.
  2. Perispírito: É o envoltório semi-material, fluídico, do Espírito. É uma substância vaporosa aos olhos, retirada do fluido cósmico universal de cada globo. É o intermediário entre o corpo físico e o Espírito. É o campo dos efeitos.
  3. Corpo Físico: É um conglomerado de fluidos ponderáveis. É energia condensada, constituída por células, tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos.

O Ser Espiritual, centelha divina, consciência cósmica, caminha no Universo em busca do aprendizado, e isto se faz de modo mais específico, através das reencarnações, usando para isto o seu perispírito, que é o agente modelador do corpo físico.

Estabelecido o processo reencarnatório, o Ser tem a oportunidade de exercitar-se em função do seu livre arbítrio, assumindo condutas e comportamentos, através de pensamentos, palavras e atos, que se traduzem em aquisições de energias. Assim sendo “a semeadura é livre e a colheita obrigatória”. Com certeza estaremos todos sujeitos a medidas educativas das Leis Divinas, que sempre estiveram em disponibilidade.

Não podemos esquecer a palavra do Codificador, quando afirma que “O Espiritismo é capaz de incorporar à sua Doutrina tudo aquilo que depois de passar pelo crivo da razão e resistir à pesquisa científica, seja útil e benéfico ao homem”.

II – HISTÓRICO

Hipócrates, 460 A.C., relacionava doenças nervosas com as alterações dos humores.

Na Idade Média já relacionavam doenças nervosas com processos demoníacos.

Em todas as épocas da história da civilização humana, tivemos os obsidiados, e em alguns casos envolvendo Seres que se celebrizaram por seus atos, Citaremos alguns: Nabucodonosor II, rei dos Caudeus, pastava no jardim do palácio, como um animal. Tibério, envolvido por muitos espíritos cobradores, cometeu muitos equívocos, com muita maldade. Muitos “endemoniados” foram tratados na época de Jesus. Calígula e Gengis-Khan marcaram presença em função de seus desatinos. Domício Nero, em função de grandes desequilíbrios, entre tantos equívocos, mandou assassinar a mãe e sua esposa, e depois as encontrava em desdobramentos. Celline, depois de gravar no metal as imagens de sua própria vida, apunhalava os transeuntes à noite, de tocaia. Dostoyevski sofria de ataques epiléticos. Maupassant, em um ataque de loucura, cortou a própria garganta e depois morreu, indiferente à tudo. Nietzche perambulou pelos asilos de alienados. Van Gogh cortou as orelhas num momento de insanidade e as enviou de presente para sua amada, findando posteriormente a vida, com um tiro. Shumann, notável compositor, atirou-se ao Reno, foi salvo pelos amigos e internado num hospício, onde acabou seus dias. Edgar Allan Poe sucumbiu arrasado pelo álcool e tendo visões infernais.

A medicina, em todas as épocas, tentou ajudar esses Seres, inclusive na fase inicial de seus estudos. Especificamente no campo da Psiquiatria, alguns estudiosos já relacionavam algumas doenças de origens nervosas e mentais, sendo induzidas pela influência dos espíritos; todavia, os preconceitos da época impediram que as pesquisas avançassem.

Lembremo-nos ainda do grande missionário João Evangelista, que nos aponta no Apocalipse, cap. XXI – v. 8: “Quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte terá o lago que arde com fogo e enxofre”.

Com certeza todos estarão sujeitos a grandes sofrimentos, em função de merecimentos, o que independe da categoria social e intelectual do indivíduo, apresentando-se como obsidiados, psicóticos, psicopatas, etc.

III – CONCEITOS

Na conceituação do Codificador: “trata-se do domínio que alguns espíritos podem adquirir sobre certas pessoas. São sempre espíritos inferiores que procuram dominar, pois os bons não exercem nenhum constrangimento. A obsessão apresenta caracteres diversos que é necessário distinguir, e que resultam do grau do constrangimento e da natureza dos efeitos que produzem”. (Allan Kardec – Livro dos Médiuns – Item n.º 237).

Na avaliação de Manuel Philomeno de Miranda: “A obsessão, sob qualquer modalidade que se apresente, é enfermidade de longo curso, exigindo terapia especializada, de segura aplicação e de resultados que não se fazem sentir apressadamente.” (Divaldo Pereira Franco – Nos Bastidores da Obsessão).

Segundo Suely Caldas: “É a obsessão, cobrança que bate às portas da alma. É um processo bilateral. Faz-se presente porque existe de um lado o cobrador, sequioso de vingança, sentindo-se ferido e injustiçado, e de outro o devedor, trazendo impresso no seu perispírito as matizes de culpa, o remorso ou do ódio que não se extinguiu.” (Suely Caldas Schubert – Obsessão-Desobsessão).

Considerando a complexidade do assunto, entendemos a obsessão como sendo a influência energética, nociva, causada por um ou mais espíritos, que de forma consciente ou não, manipula ou inocula fluidos tóxicos, de maneira contínua e persistente.

IV – CAUSAS

Sob o ponto de vista global, podemos afirmar que as causas da obsessão se alicerçam em nossas imperfeições, quais sejam: vícios, paixões exacerbadas, perversões sexuais, crimes, ganância, apegos excessivos à pessoas e objetos, que nos colocam em estado de sintonia vibratória com os espíritos desencarnados em função da afinidade moral, estando então o Ser sujeito a reajustes e resgates específicos.

Na visão de Emmanuel e Scheila, apresentadas através das obras psicografadas por Francisco C. Xavier, as possíveis causas de obsessão são:

  1. a cabeça e mãos desocupadas;
  2. a palavra irreverente;
  3. a boca maledicente;
  4. a conversa inútil e fútil, prolongada;
  5. a atitude hipócrita;
  6. o gesto impaciente;
  7. a inclinação pessimista;
  8. a conduta agressiva;
  9. o apego demasiado a coisas e pessoas;
  10. o comodismo exagerado;
  11. a solidariedade ausente;
  12. tomar os outros por ingratos ou maus;
  13. considerar nosso trabalho excessivo;
  14. o desejo de apreço e reconhecimento;
  15. o impulso de exigir dos outros mais do que de nós mesmos;
  16. fugir para o álcool ou drogas estupefacientes.

Na análise do Livro dos Médiuns, feita por Ney Prieto Peres (Boletim MEDNESP n.º 2 – dezembro de 1992), são apontadas as seguintes causas de obsessão:

  1. vingança de espíritos contra pessoas que lhes fizeram sofrer nessa ou em vias anteriores;
  2. Desejo simples de fazer os outros sofrerem, por ódio, inveja, covardia;
  3. Para usufruir dos mesmos condicionamentos que tinham quando na vida física, induzem seus afins a cometê-los;
  4. Apegos às pessoas pelas quais nutriam grandes paixões quando em vida;
  5. Por interesses em destruir, desunir, dominar, provocar o mal, manter distúrbios, partindo de espíritos inteligentes das hostes inferiores.

Na avaliação de nosso mentor espiritual André Luiz (Evolução Em Dois Mundos, psicografado por Francisco C. Xavier, 11ª edição, 1989, pg. 130) caminhamos pelo universo “sentidos e reconhecidos pelos nossos afins, temidos e hostilizados ou amados e auxiliados pelos irmãos que caminham em posição inferior à nossa. Isto porque exteriorizamos, de maneira invariável, o reflexo de nós mesmos, nos contatos de pensamento a pensamento, sem necessidade das palavras para simpatias ou repulsões fundamentais.” O mesmo mentor, (Mecanismos da Mediunidade – Francisco C. Xavier – Waldo Vieira, 13ª edição, 1994, pg., 82-83) nos diz “É o pensamento contínuo fluxo energético, incessante, revestido de poder criador inimaginável, (…). A corrente mental, segundo anotamos, vitaliza particularmente todos os centros da alma e, consequentemente todos os núcleos endócrinos e junturas plexiformes da usina física, em cuja urdidura dispõe o Espírito de recursos para os serviços da emissão e recepção ou exteriorização dos próprios pensamentos e assimilação dos pensamentos alheios.”

V – MECANISMOS

É necessário que compreendamos que a obsessão existe entre os espíritos encarnados e desencarnados, reciprocamente, e inclusive pode ter o seu início logo após a fecundação, no ventre materno, quando se estabelece o processo reencarnatório que com certeza acontecerá em função de débitos, merecimentos e seu projeto espiritual. Assim sendo, em sintonia com as Leis Universais, o Ser, estará sujeito a manipulações e inoculações de fluidos tóxicos a nível de seu campo eletromagnético com agressões específicas a seu corpo perispiritual e mental, repercutindo no corpo físico. É comum o espírito que quer obsidiar, acompanhar as suas vítimas anos a fio, antes do nascimento e até depois do desencarne.

Ensina-nos André Luiz (No Mundo Maior – Francisco C. Xavier, 9ª ed., 1981, pg.63) que os “Nervos, zona motora e lobos frontais, no corpo carnal, traduzindo impulsividade, experiência e noções superiores da alma constituem campos de fixação da mente encarnada ou desencarnada.”

Enquanto a medicina à partir de 1964, com Donald e Klen – EUA, inicia a nova fase de pesquisas, procurando evidenciar a relação entre as doenças mentais e nervosas com as privações de neurotransmissores cerebrais, o nosso mentor André Luiz (Evolução Em Dois Mundos, Francisco C. Xavier, 11ª ed,1989, pg. 117-118) nos ensina que “…os verdugos comumente senhoreiam os neurônios do hipotálamo, acentuando a sua própria dominação sobre o feixe amielínico que o liga ao córtex frontal, controlando as estações sensíveis do centro coronário que aí se fixam para o governo das excitações e produzem nas suas vítimas, quando contrariados em seus desígnios, inibições de funções viscerais diversas, mediante influência mecânica sobre o simpático e o parassimpático. No tocante à criatura humana, o obsessor passa a viver no clima pessoal da vítima, em perfeita simbiose mórbida, absorvendo-lhe as forças psíquicas, situação essa que, em muitos casos, se prolonga além da morte física do hospedeiro, conforme a natureza e a extensão dos compromissos morais entre credor e devedor.”

Já Bezerra de Menezes (Loucura Sob Novo Prisma, 2ª ed., 1987, cap. III) diz que nos casos de loucura propriamente dito, se rompe a harmonia de ação da alma e do cérebro, do ser pensante e do órgão da manifestação do pensamento. O cérebro, pois , perturbado em sua função e não podendo transmitir integralmente o pensamento como formulou a alma, determina loucura. Seria a loucura com lesão cerebral. Neste caso temos a incapacidade material do cérebro para receber e transmitir fielmente as cogitações do Espírito. Nos casos de loucura em que Esquirol não encontrou lesão cerebral, é a loucura psíquica, moral ou por obsessão, onde o processo acontece sempre por influência dos espíritos. A alma aqui formula os seus pensamentos como sempre, sem a mínima perturbação, e, de sua parte o cérebro está nas melhores condições para transmiti-los. O que determina, não a perturbação mental, porque a alma não enlouquece, mas a perturbação na transmissão do pensamento, pois é a interposição de fluidos do Espírito obsessor, entre a agente e o instrumento, de modo que fica interrompida a comunicação regular dos dois. A alma pensa, mas seu pensamento não pode utilizar-se do cérebro, senão imperfeitamente, por estar truncado, alterado em função da barreira posta pelo obsessor no empenho de produzir essa perturbação que se toma por loucura. Aqui temos a impossibilidade das cogitações do Espírito chegarem integralmente ao cérebro. Temos, portanto, que tanto na loucura quanto na obsessão, o Espírito é lúcido, e que tanto num caso como no outro o mal consiste na irregularidade da transmissão ou manifestação do pensamento. A ação fluidica do obsessor sobre o cérebro, se não for removida a tempo, dará necessariamente em resultado o sofrimento orgânico daquela víscera, tanto mais profundo quanto mais tempo estiver sob a influência deletéria daqueles fluidos.

VI – EFEITOS

Uma vez instalada a obsessão, podemos concluir que a mesma se caracteriza por um processo dinâmico, onde em uma fase inicial temos a intoxicação fluídica no perispírito, que acompanha o Ser desde sua criação, constituindo seu padrão vibratório. Decorre sempre das imperfeições morais, o que permite uma interferência de espíritos, e em alguns casos, levando o paciente a perder a vontade e o livre arbítrio.

Considerando o grau de intoxicação a nível de nosso campo eletromagnético, trazido de vidas passadas, o acumulado na presente encarnação e não havendo buscas pessoais específicas e nem a introdução de uma terapêutica eficaz, com certeza entraremos na segunda fase do processo, que é caracterizado pelas disfunções orgânicas de toda a sorte, com manifestações de sinais e sintomas generalizados, tanto no corpo físico como no mental, todavia sem elucidação diagnóstica por exames complementares. Se o Ser continua a caminhada, sem procurar restabelecer a harmonia e sem buscas objetivas, fatalmente passarmos à terceira fase, onde teremos alterações das estruturas das celulares do corpo físico tais como: fibrosites, neoplasias benignas ou malignas, septicemias, etc.

A propósito, Allan Kardec (A Gênese, 29ª ed., FEB, pg. 305) relata que “Nos casos de obsessão grave, o obsidiado fica como que envolto e impregnado de um fluido pernicioso, que neutraliza a ação dos fluidos salutares e os repele…” Ainda nos orienta o Codificador (mesma obra, pg. 285), que “Sendo o perispírito dos encarnados de natureza idêntica à dos fluidos espirituais, ele os assimila com facilidade, como uma esponja se embebe de um líquido. Esses fluidos exercem sobre o perispírito uma ação tanto mais direta quando, por sua extensão e irradiação, o perispírito com eles se confunde. Atuando esses fluidos sobre o perispírito, este, a seu turno, reage sobre o organismo material com quem se acha em contato molecular. Se os eflúvios são de boa natureza, o corpo ressente uma impressão salutar; se são maus, a impressão é penosa. Se os eflúvios maus são permanentes e enérgicos, podem ocasionar desordens físicas; não é outra a causa de certas enfermidades.”

Considerando o sistema nervoso, em seu todo, como organismo de sustentação aos fluidos espirituais, podemos concluir que o processo obsessivo, em sua fase inicial, estará sempre voltado ao campo das energias, e posteriormente ao corpo físico, com danos irreversíveis ao mesmo, e em alguns casos, podendo levar o indivíduo ao desencarne.”

VII – CLASSIFICAÇÃO

Considerando as diversas faces que envolvem os mecanismos da obsessão, apresentamos, sob ponto de vista didático, a presente classificação, visando a melhor compreensão do processo obsessivo.

  1. QUANTO À FORMA DE AÇÃO:
    1. ATIVA – Ocorre quando o Ser espiritual que faz a obsessão tem a consciência do que executa, e assim o faz em função de objetivos específicos.
    2. PASSIVA – Acontece quando o Ser espiritual que executa o processo obsessivo não tem consciência do que faz. Age pelas leis de afinidade dos fluidos.
  2. QUANTO À LOCALIZAÇÃO:
    1. FÍSICA – É o caso em que o obsessor age manipulando e inoculando fluidos tóxicos a nível de perispírito, repercutindo no corpo físico e promovendo o adoecimento dos órgãos.
    2. PSÍQUICA – Neste caso o obsessor atua na manipulação e inoculação de fluidos tóxicos à nível do psiquismo, especificamente naquilo que entendemos como sendo atributos do Espírito, tais como pensamento, atenção, concentração, percepção, etc. Quando ocorre a influência, perturbando a transmissão do pensamento, fica alterada a comunicação entre o agente e o instrumento.
  3. QUANTO À INTENSIDADE: (Livro dos Médiuns, cap. XXIII, item 238).
    1. SIMPLES – É um processo que se dá em função da manipulação de fluidos de pouca densidade, apresentando-se como pequenas intoxicações, levando ao corpo físico e mental sinais e sintomas de pouca intensidade. “Verifica-se quando um Espírito malfazejo se impõe a um médium, intrometendo-se contra sua vontade, nas comunicações que recebe…”
    2. FASCINAÇÃO – É um processo mais grave, considerando a manipulação de fluidos que se dá à nível de pensamento, com a interposição dos mesmos. “É uma ilusão produzida pela ação direta do Espírito sobre o pensamento do médium, e que paralisa de alguma forma seu julgamento com respeito às comunicações. O médium fascinado não crê enganado. Neste caso participam espíritos ardilosos, muito inteligentes, que usam de todos os recursos para envolverem suas vítimas. Ninguém está livre deste tipo de obsessão…”.
    3. SUBJUGAÇÃO – Processo bastante grave que envolve o domínio completo do pensamento e da vontade do Ser. “É uma opressão que paralisa a vontade daquele que a sofre e o faz agir ao seu malgrado. Numa palavra, a pessoa está sob um verdadeiro jugo”.
      A subjugação pode ser moral ou corporal. No primeiro caso o Ser é obrigado a tomar decisões frequentemente absurdas e comprometedoras. No caso da subjugação corporal, o indivíduo é constrangido a praticar os atos mais ridículos possíveis, apesar de Ter plena consciência do que faz, e fá-lo contra a sua vontade. Há neste tipo de obsessão, manipulação e interposição de fluidos muito densos onde o Ser apresenta alterações das funções mentais pela ação intencional de outra mente, onde a razão declina, a vontade enfraquece, os sentimentos se deterioram e os hábitos mudam (Bezerra de Menezes).
  4. QUANTO AO TIPO
    1. AUTO-OBSESSÃO – Neste caso o Ser é responsável por todos os sinais e sintomas que apresenta, considerando ser ele o mentor intelectual de todos os seus equívocos, passados e presentes. Assim sendo, em dado momento da vida, começa a tomar consciência dos fatos e a partir daí exercita-se em culpas, que geram cobranças. Então teremos os conflitos interiores, com os pensamentos fixado em alguma coisa, tanto em vigília como em desdobramento. Após a instalação do quadro, caminha com desinteresse total pela vida, isola-se e apresenta baixas vibrações em seu campo eletromagnético, permitindo a partir deste momento a afinização com irmãos em grandes desequilíbrios, grandes cobradores, evoluindo assim com graves quadros específicos que se enquadram nas doenças nervosas e mentais.
    2. HETERO-OBSESSÃO – É um quadro que se caracteriza pela influência de espíritos encarnados ou desencarnados junto a outros seres que também podem estar em condições iguais. Este processo pode ser ativo ou passivo, com ação direta no corpo físico ou mental e sua intensidade pode variar de leve, moderada a grave, dependendo o merecimento do Ser envolvido. Podemos classificá-la em quatro situações:
      1. Obsessão entre os encarnados – muito comum, principalmente nos relacionamentos entre os membros da família, considerando que o lar é o ambiente propício a reajustes e resgates. Teremos então esposas dominadoras, mães neuróticas, maridos desajustados e incompreensíveis, filhos rebeldes, etc., criando assim um meio de ódios, raivas, violências, ciúmes, invejas, com grandes desequilíbrios em que os seres se bombardeiam mutuamente pelos pensamentos.
      2. Obsessão de encarnados para com os desencarnados – é um processo muito mais frequente que se possa imaginar. Os espíritos desencarnados partem para a Pátria Espiritual e deixam aqui seus entes queridos, os amigos com os quais estavam envolvidos por vícios ou paixões e outras afinidades. Neste novo plano desejam fazer mudanças de comportamento e de condutas, traçando novos rumos; todavia, por vezes, sentem-se “chamados”, atraídos por pensamentos, palavras e atos dos encarnados e muitas das vezes ficam imantados ao seu campo eletromagnético.
      3. Obsessão de desencarnados para com os encarnados – é a interferência de espíritos desencarnados junto aos encarnados, em função de ligações afetivas, paixões, ódios, vinganças, etc., trazendo-lhes grandes desarmonias, tanto a nível do corpo físico como mental, promovendo junto ao Ser, uma série de sinais e sintomas, com doenças específicas.
      4. Obsessão de desencarnados para com os desencarnados – este tipo de obsessão ocorre em condições idênticas aos outros. No mundo espiritual os seres se ligam em função das afinidades, desejos e paixões, e a partir daí temos um grande número de espíritos que são dominados e escravizados por outros espíritos.

VIII –DIAGNÓSTICO

Se pretendemos Ter algum sucesso no tratamento do processo obsessivo, o primeiro passo é termos um bom diagnóstico, sob todos os aspectos. Apesar de todos os esforços, às vezes é difícil fazer um diagnóstico diferencial especifico, considerando que os sinais e sintomas são idênticos, tanto na loucura propriamente dita, com lesões cerebrais, quanto nos processos obsessivos onde há apenas perturbação na transmissão do pensamento. Ressaltando o importância de cada setor envolvido nas propostas é preciso que a casa espírita respeite as orientações dos profissionais da área de saúde, evitando equívocos como: fazer diagnósticos, trocar e/ou suspender medicamentos e às vezes tornar os pacientes mais ou menos graves que verdadeiramente o são. Também compete à medicina ao tratar os seus pacientes, admitindo as hipóteses da obsessão, ainda que não comprovada cientificamente, pedir ajuda às casas espíritas que exercitem as suas atividades com objetivos sérios, seguindo os postulados do Mestre Jesus e os preceitos da Doutrina Espírita.

Necessitamos, para isto, de uma boa anamnese sob o ponto de vista médico, o que deverá ser feito por profissionais especializados na área da saúde mental, especificamente neurologistas, psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais, e sob o ponto de vista espiritual muita humildade, seriedade e estudos para avaliação dos casos, não se esquecendo da valiosa, benéfica e desinteressada ajuda dos mentores espirituais.

Características que contribuem para o diagnóstico da obsessão, segundo o Codificador (Livro dos Médiuns, cap. XXIII, item 243).

  1. Insistência de um Espírito em se comunicar, queira ou não o médium;
  2. Ilusão que, não obstante a inteligência do médium, o impede de reconhecer a falsidade e o ridículo das comunicações recebidas;
  3. Crença na infalibilidade e na identidade absoluta dos espíritos que se comunicam e que, sob nomes respeitáveis e venerados, dizem falsidades ou absurdos;
  4. Aceitação pelo médium dos elogios que lhe fazem os espíritos que se comunicam por seu intermédio;
  5. Disposição de se afastar das pessoas que podem esclarecê-los;
  6. Levar a mal crítica das comunicações que recebe;
  7. Necessidade incessante e inoportuna de escrever;
  8. Qualquer forma de constrangimento físico, dominando-lhe a vontade e forçando-o a agir ou a falar sem querer;
  9. Ruídos e transtornos contínuos ao redor do médium, causados por ele ou tendo ele por alvo.

Como contribuição para o diagnóstico da obsessão, não podemos esquecer das avaliações do mentor espiritual, Manuel Fhilomeno de Miranda (Nos Bastidores da Obsessão), quando apresenta algumas considerações:

  1. Quando você escuta nos recessos da mente uma idéia torturante que teima por se fixar, interrompendo o curso do pensamento;
  2. Quando constante imperiosa e atuante força psíquica interferindo nos processos mentais;
  3. Quando verifique a vontade sendo dominada por outra vontade que parece dominar;
  4. Quando experimente inquietação crescente, na intimidade mental, sem motivos reais;
  5. Quando sinta o impacto do desalinho espiritual, em franco desenvolvimento, acautele-se, porque você se encontra em processo imperioso e ultriz de obsessão pertinaz.

IX – TRATAMENTO

Em nossa proposta de tratar o paciente, sob o ponto de vista espiritual, temos de considerar a obsessão como sendo um processo dinâmico, tendo em mente a importância de se instituir um tratamento mais abrangente, onde deve participar a casa espírita, as ciências médicas e psicológicas, visando estabelecer a harmonia do Ser o mais breve possível, evitando-se assim a cristalização dos fluidos tóxicos em seu campo eletromagnético, o que fatalmente produzirá lesões nos órgãos do corpo físico.

Considerando que nem os resultados são imediatos, não devemos nos esquecer da importância de um diálogo franco e aberto com a família, principalmente tendo o cuidado de não induzir falsas esperanças e curas miraculosas, e sim direcionar orientações específicas, apontando todas as dificuldades que o caso possa apresentar.

Temos a consciência de que a obsessão é um processo bilateral, onde de um lado temos o cobrador, que pelo seu pouco desenvolvimento moral, acha eu tem o direito de julgar, dar sentenças e executá-las e, por isto, é muito infeliz, enfermo carecendo também da terapia do amor e compreensão. Por outro lado, temos o obsidiado vivendo as culpas, cobranças, em função dos seus equívocos. Ambos precisam de tratamento específico.

A – TRATAMENTO MÉDICO

Sob o ponto de vista médico e psicológico, quando pretendemos tratar um paciente obsidiado não podemos esquecer dos recursos existentes na medicina e na psicologia, para usá-los em função dos sinais e sintomas específicos de cada paciente. Pessoalmente acatamos a orientação do psiquiatra Dr. Wilson Ferreira de Melo (Boletim da AMESP – Dez 1984):

  1. Quimioterapia – sedativos, anti-depressivos e medicamentos de ação central;
  2. Eletrochoques – muito raramente, apenas nos casos de difícil remissão (casos catatônicos) ou de extrema resistência à quimioterapia;
  3. Psicoterapia – segundo as técnicas usuais, de escolha do terapeuta, aliada sempre que possível à noção de reencarnação;
  4. Psicanálise profunda – calcada na reencarnação;
  5. Hipnose médica – com regressão de memória, se possível à vidas anteriores;
  6. Terapia ocupacional – manter o paciente ocupado em trabalho que o atraia e interesse, de modo a mantê-lo afastado de seus pensamentos doentios;
  7. Ludoterapia –divertimentos sadios e cultivo de esportes (ginástica, natação, e outros tipos de exercícios);
  8. Musicoterapia – o senso musical talvez seja o último eu o doente mental perde e deve ser cultivado com carinho;
  9. Reeducação – através de contatos frequentes com assistentes sociais e palestras educativas;
  10. Medidas gerais – incentivar o paciente a imprimir direção construtiva ao seu pensamento, para isto, empregar a sua força de vontade que aos poucos vai se desenvolvendo.

Ainda sob o ponto de vista médico, ressaltamos a importância da homeopatia, acupuntura e florais, não medindo esforços no sentido de levar o indivíduo a uma busca objetiva diante da vida, sem culpas, sem cobranças, valorizando a sua alta estima, o pensamento positivo e a força de vontade.

B – TRATAMENTO ESPIRITUAL

Quando falamos desse tipo de tratamento estamos sugerindo o uso de técnicas aprimoradas que envolvem os conceitos e os conhecimentos das manipulações dos fluidos. Assim sendo, achamos por bem recordar alguns ensinamentos importantes contidos na obra do Codificador (A Gênese, 29ª edição, 1986, cap. XIV):

Item 13 – “Os fluidos espirituais, que constituem um dos estados do fluido cósmico universal, são a bem dizer, a atmosfera dos seres espirituais; o elemento donde eles tiram os materiais sobre que operam;…”

Item 14 – “Os espíritos atual sobre os fluidos espirituais, não manipulando-os como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e a vontade. Para os espíritos, o pensamento e a força de vontade são o que é a mão para o homem. Pelo pensamento eles imprimem aqueles fluidos tal ou qual direção, os aglomeram, combinam ou dispersam, organizam com eles conjuntos que apresentam aparência, uma forma, uma coloração determinada; mudam-lhes as propriedades, como um químico muda a dos gases ou dos corpos, combinando-se segundo certas leis”.

Item 15 – “Sendo os fluidos o veículo do pensamento, este atua sobre os fluidos como o som sobre o ar; eles nos trazem os pensamentos como o ar nos traz o som. Pode-se pois dizer, sem receio de errar, que há nesses fluidos, ondas e raios de pensamentos que se cruzam sem se confundirem, como há no ar ondas e raios sonoros… Há mais: criando imagens fluidicas, o pensamento se reflete no envoltório perispirítico como num espelho…Desse modo é que os mais secretos movimentos da alma repercutem no envoltório fluídico…

Item 16 – “…Sendo esses fluidos o veículo do pensamento e podendo este modificar-lhes as propriedades, é evidente que eles devem se achar impregnados das qualidades boas ou más dos pensamentos que fazem vibrar, modificando-se pela pureza ou impureza dos sentimentos. Os pensamentos corrompem os fluidos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável.”

Item 17 – “… Os fluidos não possuem qualidades sui generis, mas adquirem no meio onde se elaboram, modificam-se pelos eflúvios do meio, como o ar pelas exalações, a água pelas camadas de sais que atravessa… Sob o ponto de vista moral traduzem o cunho dos sentimentos de ódio, inveja, ciúme, orgulho, egoísmo, violência, hipocrisia, bondade, benevolência, amor, caridade, doçura., etc. Sob o aspecto físico são excitantes, calmantes, penetrantes, adstringentes, irritantes, dulcificantes, soporíferos, narcóticos, tóxicos, reparadores, expulsivos; tornam-se forças de transmissão, de propulsão, etc.

Item 18 – “… O pensamento do encarnado atua sobre os fluidos espirituais como o dos desencarnados; ele se transmite de Espírito para Espírito pelas mesmas vias e, conforme seja bom ou mal, saneia ou vicia os fluidos do ambiente. …Os fluidos viciados pelos eflúvios dos maus espíritos podem se depurar pelo afastamento destes, mas o seu perispírito será sempre o mesmo, enquanto o Espírito não modificar a si próprio.”

Item 19 – “Assim se explica os efeitos que se produzem nos lugares de reunião. Uma assembléia é um foco de irradiação de pensamentos diversos. É como uma orquestra, um coro de pensamentos, onde cada um emite uma nota”.

Item 20 – “O pensamento, portanto, produz uma espécie de efeito físico que reage sobre o moral, fato este que só o espiritismo podia tornar compreensível.

Item 22 – “O perispírito é o traço de união entre a vida corpórea e a vida espiritual. É por seu intermédio que o Espírito encarnado se acha em relação contínua com os desencarnados… O perispírito é o órgão sensitivo do Espírito, por meio do qual este percebe coisas espirituais que escampam aos sentidos corpóreos.”

Item 31 – “A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo estará, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada; mas depende também da energia, da vontade que, quanto maior for, tanto mais abundante emissão fluídica provocará e tanta maior força de penetração dará ao fluido.”

Item 33 – “A ação magnética pode produzir-se de muitas maneiras:

1º – Pelo próprio fluido do magnetizador; é o magnetismo propriamente dito ou magnetismo humano, cuja ação se acha adstrita à força e sobretudo à qualidade do fluido;

2º – Pelo fluido dos espíritos atuando diretamente e sem intermédio sobre um encarnado, seja para curar ou acalmar um sofrimento, seja para provocar o sono sonambúlico, espontâneo,…”

3º – Pelos fluidos que os espíritos derramam sobre o magnetizador, que serve de veículo para esse derramamento. É o magnetismo misto, semi-espiritual, ou se o preferirem, humano-espiritual.”

Item 34 – “É muito comum a faculdade de curar pela influência fluídica e pode desenvolver-se por meio do exercício; mas a de curar instantaneamente pela imposição de mãos, essa é mais rara e o seu grau máximo deve-se considerar excepcional

Após as considerações feitas acima, sobre o tratamento espiritual, sempre seguindo os postulados de Jesus e os preceitos da Doutrina Espírita podemos também citar:

  1. Reunião doutrinária – é de suma importância que o obsidiado participe, quando apresentar condições para isto, bem como toda a sua família, considerando a oportunidade que terão para ouvir palestras edificantes, sob todos os aspectos, levando assim ao crescimento moral e espiritual.
  2. Reunião de desobsessão – a reunião tem por objetivo atender aos irmãos necessitados, envolvidos no conflito. No caso do obsidiado, tem por finalidade a análise das parasitoses mentais e do corpo físico. No caso do obsessor, ele terá a oportunidade de comparecer à reunião, onde deverá ser recebido com muito amor, visando a doutrinação, para que possa compreender os erros do irmão e assim encontrar forças para perdoar.
  3. Passe – é uma técnica chamada fluidoterapia. É de muita importância no tratamento desses irmãos, considerando a oportunidade de manipulação de fluidos, retirando fluidos tóxicos e interpondo fluidos benéficos. Os passes poderão ser espirituais, em função do magnetismo de irmãos desencarnados que participam dos trabalhos, e humanos, através do magnetismo do próprio passista encarnado.
  4. Água fluidificada – de grande importância no reequilíbrio do Ser, considerando que nela são introduzidos fluidos benéficos que prestarão sua contribuição.
  5. Culto cristão no Lar – é muito importante para todos, considerando a oportunidade de leitura do evangelho e a reflexão sob o mesmo e as preces que poderão ser feitas, permitindo crescimento interior, o exercício da fé, gerando transformações a nível de renúncias de viciações e paixões inferiores, permitindo a vigilância do Ser em seus pensamentos, palavras e atos.
  6. Cirurgias espirituais – é uma técnica de grande valor para o restabelecimento do Ser e que será usada em seu benefício, desde que haja merecimento e a vontade do Pai.
  7. Deixar bem claro para todos, que o tratamento espiritual oferecido na Casa Espírita não dispensa tratamento médico.

Ressaltamos a importância das transformações do Ser, visando as melhores condições de seu campo eletromagnético. É conveniente recordar os ensinamentos do Codificador quando nos diz que “os espíritos inferiores não podem suportar o brilho e a impressão dos fluidos mais etéreos. Não morreriam no meio desses fluidos porque Espírito não morre, mas uma força instintiva os manteriam afastados dali como a criatura terrena se afasta de um fogo muito ardente ou de uma luz muito deslumbrante.” (A Gênese, cap. XIV, item 11).

X – PROGNÓSTICO

Apesar de todos os avanços da medicina, com o seu arsenal de terapias modernas e da boa vontade das Casas Espíritas, com seus médiuns e mentores espirituais, todos falharão, em consequência de reajustes que estarão sujeitos em face de merecimentos diante das Leis Cármicas.

O prognóstico, de modo geral, poderá ser bom ou ruim, considerando todos os fatores envolvidos, especialmente o interesse do obsidiado em profundas transformações íntimas e a boa vontade da família em dar-lhe toda a assistência possível sob todos os aspectos.

Relatamos aqui observações do Dr. Alberto Lyra, psiquiatra, membro da AMESP, quando nos diz que o diagnóstico pode estar certo, mas os resultados dos tratamentos nem sempre são animadores, quando os consideramos:

  1. Incuráveis;
  2. Curáveis, com permanência de resíduos neuróticos, psicóticos ou psicopáticos;
  3. Cura total, com ajustamento satisfatório psicológico e social da personalidade.

Temos ainda a esperança de melhorar o prognóstico desses pacientes, principalmente ao lembrarmos do nosso mentor espiritual Emmanuel (O Consolador), quando nos diz que “Os homens, em verdade, aprenderam a química com a natureza, copiaram as suas associações desenvolvendo a sua esfera de estudos e inventaram uma nomenclatura reduzindo os valores químicos, sem lhes aprender a origem divina, O concurso científico é sempre útil quando oriundo da consciência esclarecida e da sinceridade do coração. Importa considerar, todavia, que a ciência do mundo se não deseja continuar no papel de comparsa da tirania e da destruição, tem a absoluta necessidade do Espiritismo, cuja finalidade divina é a iluminação dos sentimentos, na sagrada melhoria das características morais do homem. A medicina do futuro terá de ser eminentemente espiritual, posição difícil de ser atualmente alcançada, em razão da febre maldita do ouro; mas os apóstolos dessas grandes realidades não tardarão a surgir nos horizontes acadêmicos do mundo, testemunhando o novo ciclo evolutivo da humanidade.”I

XI – PROFILAXIA

Podemos aceitar a hipótese da profilaxia da obsessão, quando nos propomos a realizações sérias, a nível de grandes transformações internas, visando o crescimento e o aperfeiçoamento moral, estabelecendo uma vida de serenidade, seriedade e humildade em busca da paz. Não podemos esquecer que teremos paz em função da quitação dos nossos débitos com a nossa consciência.

Ressaltamos, ainda, que todos os processos de iniciação devem ser precedidos dos postulados de Jesus e dos preceitos da Doutrina Espírita.

Lembremos também dos ensinamentos de Hahnemann (Loucura Sob Novo Prisma – Adolfo Bezerra de Menezes, 2ª ed., pg. 152, FEESP) quando nos afirma que “Esse planeta tem uma atmosfera, que tanto mais se eleva e se difunde no espaço, quanto maior for a esfera moral de cada um, constituindo assim planetas de primeira, segunda e terceira grandeza. Trabalhe cada um por elevar a atmosfera que o envolve, e breve, muito breve, as revelações do mundo dos espíritos elevados virão dissipar as trevas que ainda envolvem a Terra.”

Em relação à nossa conduta, André Luiz (No Mundo Maior, Francisco C. Xavier, 9ª ed., pg. 49 e 59) nos diz que “O gênero de vida de cada um, no invólucro carnal, determina a densidade do organismo perispíritico após a perda do corpo denso. Ora, o cérebro é o instrumento que traduz a mente, manancial de nossos pensamentos. Através dele, pois, unimo-nos à luz ou à treva, ao bem ou ao mal. O cérebro é o órgão sagrado da manifestação da mente, em transito da animalidade primitiva para a espiritualidade humana.”

André Luiz também (Nos Domínios da Mediunidade – Francisco C. Xavier, 17ª ed., pg. 48) nos ensina que “Pensamentos de crueldade, revolta, tristeza, amor, compreensão, esperança ou alegria, teriam natureza diferenciada com características e pesos próprios, adensando a alma ou sutilizando-a, além de lhe definirem as qualidades magnéticas.”

XII – CONCLUSÃO

Afirmamos que obsidiados sempre existiram em todas as épocas, apenas receberam denominações diferentes, em virtude do progresso da humanidade.

Apesar de todos os esforços e estudos já realizados, há muito o que fazer, considerando a mensagem de Bezerra de Menezes (psicografada por Divaldo P. Franco – Brasília, 09/11/91), quando nos diz que “A decadência da ética e a revolução que se apresenta como indispensável para as novas propostas e valorização da criatura humana asfixiam a identidade superior do Espírito, reduzindo-a a escombros que se demoram no letargo das paixões inferiores. Momento difícil este, em que a criatura sente-se aturdida, sem parâmetros para selecionar os valores que lhe devem conduzir o comportamento. Instante grave, em que as injunções penosas cerceiam os ideais de enobrecimento, relegando-os a plano secundário. Hora apocalíptica, em que as tentações de alto e pequeno porte contaminam os menos preocupados com a verdade e os pouco distraídos das responsabilidades mais elevadas. É também, o momento do chamamento para a decisão que deve caracterizar aqueles que, ao ouvirem Jesus, comprometam-se com Ele em regime de totalidade.”

O Codificador nos afirma que “A ciência e a religião são duas alavancas da inteligência, uma revela as leis do mundo material e a outra revela as leis do mundo moral…

A Doutrina Espírita, aliada às Ciências Médicas, poderão se entender, não se contradizendo, mas de mãos dadas, caminhando juntas, buscando todos os recursos disponíveis no sentido de abrandar o sofrimento do Ser” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, 117ª ed., cap. I, item 8).

Bezerra de Menezes nos afirma que “a ciência nadará em um oceano de incertezas, enquanto acreditar que a loucura depende exclusivamente do cérebro. A ciência precisa distinguir as causas físicas das morais, para poder aplicar às moléstias os meios correlativos” (Loucura Sob Novo Prisma, 2ª ed., 1987).

Considerando a complexidade do assunto, de forma alguma tivemos pretensão de esgotá-lo, e sim de prestar uma singela contribuição à reflexão.

( MUITO ESCLARECEDOR, ESTE TEXTO DE ESFORÇADOS IRMÃOS MARANHENSES)


Federação Espírita do Maranhão – femar@femar.org.br

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O GRANDE SENHOR SANAT KUMARA

 

 FALTOU POUCO PARA A DESINTEGRAÇÃO DA TERRA.

            E só permanece no cosmo, graças ao amor infinito de um dos maiores regentes do planeta Vênus, o Bem-Amado Sanat Kumara. Com a chegada dos “retardatários” inadaptados de outros planetas que vieram a ter novas oportunidades em nossa Terra, e por consequência de suas inúmeras imperfeições, principalmente da prática da corrupção itinerante que grassava no planeta, a Terra não mais exibia nenhum tipo de luz ou radiação de qualquer natureza. Sendo um planeta sombrio por consequência da impropriedade dos pensamentos e sentimentos de seus habitantes,  os poderosos Senhores dos Sóis, reunidos em Assembléia, resolveram dissolver o planeta e reduzí-lo à massa informe original de sua formação, até que pudesse surgir uma nova Criação, segundo a vontade de Deus. Sabemos que, pela Lei da Vida, a Terra deveria apresentar uma condição de inteligência e desenvolvimento equilibrado significativo , no tempo. A desintegração da Terra deixaria -nos órfãos planetários. Não teríamos planeta físico para nos desenvolver.

         O Bem-Amado Sanat  Kumara, que participava do concílio, ao saber do Decreto que dissolveria a Terra, já que a incapacidade de iiradiar luz a impossibilitava de permanecer em nosso sistema solar, ofereceu-se para descer ao globo e extrair  da Chama de seu próprio coração a luz e o amor necessário à conservação do planeta – até que os humanos aprendessem a irradiar amor e luz por si mesmos. Eram  necessários séculos e séculos para a façanha de enorme sacrifício e em decorrência da rebeldia dos filhos da Terra, tornou-se necessário que o Bem -Amado Sanat Kumara permanecesse aqui, no exílio por milhões de anos! Não éra-lhe possível retornar a sue planeta de origem enquanto a humanidade (ou pelo menos, parte delea) não estivesse em condições de emitir luz e amor, até que outro Ser fosse peparado para assumir o seu posto. è da natureza da Lei Cósmica que a Entidade não poderá ser liberada do compromisso enquanto a trefa não for cumprida. Não existe paralelo que possa descrever o imenso amor demonstrado por esse devotados Seres ao permanecerem nesse planeta sem luz durante uma imensidão de tempo. Nosso planeta é apenas um grão de areia giratório, tão insignificante, que não seria nem notada a dissolução de seus componentes em nosso sistema solar. Mesmo assim , ele significava o lar de dez bilhões de almas, que somente atingiriam a mestria se continuasse a sua existência. Naquele concílio ficou autorizada pelos Senhores dos Sóis a libertação da substância promordial formadora da Terra  iniciando a sua desintegração, por não irradiar luz e harmonia para o cosmo. O Mestre Sanat Kumara, ao retornar a seu planeta Vênus, ficou meditando sobre o destino daquelas milhares e milhares de almas que seria condenadas à orfandade planetària, se a ordem fosse cumprido. Quando eu complemento divino- e Bem Amada de Seu coração Vênus encontrava-se em Seu jardim, mostrava ela um contorno de uma núvem, o Mestre aproximou-se preocupado com aquela situação e Vênus, que podia ler seus pensamentos, disse-lhe de pronto” Porque não vais para a Terra se teu desejo é salvá-la através de Teu sacrifício”. Palavras que disse jamais poder esquecer quando relatei a e Ela, Vênus, Minha Bem Amada, o que resolvera. Posteriormente, dirigiu-se ao Conselho constituido por Governadores Planetàriose relatou-lhes a sua intensão. Todos, sem excessão, propuseram-se a preparar a Terra  para a Sua chegada.

           Do grupo, foram escolhidas 30 almas, coma missão de construir SHAMBALLA para a permanência do Amado Mestre Sanat Kumara por mil anos. Quando a notícia espalhou-se pelo cosmo, vieram embaixadores da luz e mensageiros para dar assistência aos projetos existentes. Foram escolhidos  então 9 mil seres dos quais 3 mil  aceitaram a encarnação  humana e igual número optou pelo reino da Natureza (servir no reino dévico) e ainda 3 mil no reino angélico. Dos 3 mil seres quwe aceitaram servir na forma humana como protetores espirituais da Terra, mil deles alcançou a  completa liberdade, ascencionando. Os retantes 2 mil aceitaram assumir a proteção da Terra e suas consequências. Ultimados        os preparativos de acabamento de SHAMBALLA e soou a hora cósmica, preparada foi a despedida de Sanat Kumara de Seu povo e de Sua pátria estelar e livremente partiu para um exílio de inumeráveis séculos. A estrela, símbolo espiritual do Mestre Sanat Kumara ergueu-se sobre o planeta Vênus e os povos perceberam que um aconteciemnto de grande importância estava prestes a acontecer. Olhando atentamente para a Terra distinguiu 30 pontinhos, que eram os seres que Lhe esperavam e assim seguiram viagem.

       Entre os abençoados do planeta Vênua que voluntariamente  anteciparam a sua vinda à Terra, para acelerar a construção da “CidadeLuz-Reino do Senhor do Mundo”, encontravam-se no primeiro grupo 30 emanações de vida que se apresentaram aos Senhores do Carma Universal e foram aceitas como precursoras pelo Amado Mestre Sanat Kumara. Esses 30 Sêres aceitaram livremente a limitação do nascimento humano, por um período que poderia durar milhares de anos! Foram cnduzidos à atmosfera superior da Terra e lá ficaram na 8ª  de Luz, até que as condições fossem propícias, no tempo, para acontecerem as primeiras encarnações. Todos possuiam elevadíssima vibração e eram puro e perfeitos e foi muito difícil encontrar corpos perfeitos para esses seres tão delicados. Os Senhores da Forma escolheram entre os habitantes da Terra as melhores emanações de vida e as convidavam a comparecer  perante o Conselho Cámico, para um exame prévio de suas qualidades e dignidades, imprescindíveis para quem fosse  veicular os visitantes cósmicos. 12 filhos da Terra  apresentaram as condições exigidas e foi autorizado o acasalamento proporcionando o nascimento aqui naTerra. Cada casal concebeu 5 filhos e assim eles e seus descendentes prepararam a vinda do Senhor do Amor. Durante 900 anos eles procuraram descobrir as suas existências divinas e recordar os votos que haviam feito e saber de seus prováveis  destinos. Assim como aos filhos da Terra, foram atingidos pelo “Véu de Maia” que lhes encobriu a lembrança de suas vidas no planeta de origem. Antes de aparecer no firmamento a “Estrela Polar da Lemúria”, inúmeros descendentes dos Venusianos, que tinham as suas consciências nubladas, perceberam que a grande hora havia chegado!! Abandonaram então os corpos carnais  já gastos, ressurgindo mais espiritualizados em novos corpos carnais infantis. Com o passar dos séculos sucederam-se as gerações e foram transmitidos  os conhecimentos dos Kumaras, através de seus trabalhos abnegados e inimpterruptos. Tudo estava preparado e a estrela atingiu o zênite e Sanat Kumara, acompanhado de Seus Assistentes Espirituais chegou e fixou residência na Terra.

      Os venusianos aceitaram todo e qualquer sacrifício para oferecer uma morada adequada ao Bem-Amado Senhor Sanat Kumara, quando chegasse à Terra. A cidade de Shamballa originalmente foi erguida com grande explendor no planeta Vênus e seus detalhes excediam a palavra humana de descrição. Em um dos mais belos palácios morava a lindíssima Vênus, a Bem-Amada de Sanat Kumara junto com a Bem Amada Meta e os outros Kumaras. Daí Vênua dirigia as atividades religiosas de sua estrela. Os 30 Seres que encarnaram na Terra tiveram que imprfegnar suas consciências e corpos etéricos com essa imagem de SHAMBALLA.  Ao nascerem em corpos de criancinhas, eles apresentaram características raciais e carmas nacionais. Envolvidos pelo “Véu do esquecimento”, na idade adulta tiveram que ativassem a intuição para recordar o projeto venusiano para a Terra. Imbuidos pelo msmo interesse, iniciaram a obra escolhendo o lugar para a construção da pátria de seu Senhor em mármore e pedra. Aquela terra escolhida para a construção de SHAMBALLA é hoje um enorme deserto, conhecido como ” deserto de Gobi”. Naquela época, era um grande lago, onde existia uma ilha verdejante, encantadora, chamada de “Ilha Branca”. Neste local, foi construida SHAMBALLA para durar por tempo indeterminado. Seus arquitetos nem sempre eram da região, pois vinham também de todos os quadrante do planeta, atraídos por uma força magnética que acreditavam ser um sonho e na esperança de encontrar corações harmoniosos  e afinidades espirituais. Assim , na crença comum, unindo suas forças assumiram a tarefa da execução da obra. A obra tinha prazo para terminar, pois era premente a chegada do Amado Mestre, estivesse ou não pronta a cidade para a sua chegada. Apesar de tudo, a cidade foi concluida.

     No firmamento a estrela polar da Lemúria anunciava a vinda do Amado Sanat Kumara. Chegada era a hora da iniciação da Terra. Ele despediu-se de sua Bem-Amada Vênus, de seu povo e de seu planeta. Partiu com mais 3 Kumaras. Elevou-se então na atmosfera, acompanhado por sua corte e anjos e mestres. Da aura de Vênus ergueu-se uma enorme estrela de cinco pontas que ficou pairando sobre aquele globo. O povo de Vênus sabia que quando a estrela subisse no céu era que o acontecimento já esperado estaria acontecendo. Vagarosa e imponentes elevaram-se os Kumaras, derramando suas bençãos sobre o planeta Vênus. Partiram em direção à Terra em comissão. O povo ajoelhado, cantava hinos maravilhosos de amor às imagens que foram sumindo no firmamento tingindo o céu de tristeza pela despedida.

        Aproximaram-se da Terra escura que girava sobre seu eixo, foram avistados pelos 30 trabalhadores construtores da “Cidade da Ilha Branca” e estes emocionadíssimos, caíram de joelhos, feleizes e agradecidos por terem terminado a tempo o megnífico Templo destinado a receber o Venerável Santo. O Kumaras desceram co dignidade e garbo, e nesse instante, elevou-se  no alto do Templo a Chama da Trindade. Esta Chama manteria suas vidas. A “Chama Trina”. O primeiro dos Kumaras acendeu a Chama Azul, o segundo, a Chama Dourada e o terceiro a Chama Rosa. Naquele supremo momento para a humanidade,  Sanat Kumara penetrou no9 coração da Chama Tríplice, unindo as três chamas em um único foco de luz no corasção de cada emanação de vida pertencente à evolução da Terra. Começava a salvação da humanidade. Quando os pés do Amado Sanat Kumara tocaram a Terra o planeta foi envolvido por uma imensa aura rosada, o que foi sentido por todos como um raio de esperança e paz. A Natureza respondeu com viçosas flores revitalizadas e gorgeios de pássaros que não acontecia há muito. Começava na Terra a Era da Ação de Graças, pois a Chama projetou-se ritmamente de SHAMBALLA a partir do dia em que os 30 seres venusanos ajoelharam-se , cheios de amor e devotamento agradecendo a vinda do Senhor e Sua foça aumentava a cada vez que as emanações de vida agradeciam os benefícios recebidos. Aqui permaneceram por milhões de anos, impulsionados pelo amor. Se não existisso o Amado Sanat Kumara, toda a evolução teria passado e  não teríamos uma consciência individual.

     Muito devemos a esse maravilho Mestre Ascencionado, regente do planeta Vênus, chamado Sanat Kumara, pois se o fomos mantidos, é a ele unicamente que devemos agradecer. Se nos alegramos na vida, consideremos que ela é uma presente de seu trabalho e de ser Amor. Um presente de quem assumiu , por nós,  responsabilidade perante a vida Eterna e Divina. Sanat Kumara e todos que o acompanharam são chamados de “Senhores da Chama da Imortalidade”, pois ele trouxe de Vênus essa Chama que era desconhecida na Terra e a introduziu em SHAMBALLA por ocasião de sua chegada e foi sendo fortificada através dios séculos. A Chama irradiava na atmosfera da Terra e na consciência de seu habitantes a vibração do tema  musical daquele planeta superior. O Objetivo da Chama foi tansformar cada ser humano em um “Portador da Luz”.

    SHAMBALLA foi um grande centro de iluminação – o maior de todos os tempos! Oh! Bendito recanto que abrigou o “Ancião dos Dias”, que é como Sanat Kumara é conhecido na Bíblia. Ainda hoje, nas areias do Deserto de Gobi resplandece o puro amor divino que outrora foi vibrado pelos Kumaras, refletindo a Luz das esferas mais elevadas. Os videntes conseguem divisar uma auréola brilhante de  cores assemelhadas a um arco-íris espacial, expandindo em todas as direções. Quando um sensitivo aproxima-se desse lugar, sente imediatamente a vibração do amor envolvê-lo em êxtase sobrenatural. Penetra na alegria que reina na esfera de Shamballa e isso traz um sentimento de pureza espiritual indescritível. Quando os olhos espirituais do observador acostumarem-se com a intensidade das luzes, o coração da cidade lhe será revelado. É possível enxergar com auxílio da segunda vista, o material da Terra com que a cidade foi construida e seus portentosos palácios.

     Não se pode precisar, o extasiamento sentido pelos peregrinos que visitam a Shamballa anualmente, no silêncio das notícias, mantendo-se o silêncio dos Sábios, que protege a verdade dos exploradores e mercenários que pululam sobre a Terra, à procura de novidades que nunca chegam a entender porque não estão preparados nem de corpo e muito menos de alma. Sua imagem ainda persiste no Astral para um dia, quem sabe, alguém tenha autorização para reconstruí-la, obtendo os resultados da implantação definitiva do Amor em nosso planeta. Ainda não morreu a esperança de que um dia possamos agradecer pessoalmente a esse poderoso Mestre Ascencionado, a quem devemos a nossa existência nesse planeta e gozarmos de uma consciência individual em evolução permanente e eterna.

      Ao Amado e mui poderoso Mestre dos Mestres Sanat Kumara –  do mais profundo de minh´alma envio ao cosmo um humilde vagido de um pedreiro que nada mais hoje faz do que colocar tijolinhos de palavras de amor e luz na Obra do Criador dos Mundos.  

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O PODER DA MENSAGEM SUBLIMINAR

O PODER DA MENSAGEM SUBLIMINAR I

Ela esta em todo lugar !!! É isso mesmo que você leu. – Em todo lugar ! Como as mensagens subliminares, ou ocultas são enxertadas ou inseridas na mídia em geral, de maneira tal que a percepção não seja consciente, teoricamente elas estão, ou poderão estar em todo lugar (sem que você perceba, é claro !). Objetiva-se, aqui, efetuar um panorama do estado da técnica das tecnologias de propaganda que têm por objetivo a transmissão de mensagens contendo estimulação subliminar cuja signagem, devido ao tempo de exposição, ritmo ou distribuição cromática-espacial-de escala, encontre-se dissimulada ou impossibilitando uma leitura consciente por parte do receptor. A metodologia empregada será a coleta, identificação e análise de espécimes midiáticos oriundos da Grafosfera e Videosfera, recorrendo-se a subsídios teóricos da Midiologia, Semiótica, Hermenêutica , Cibernética, Gestalt e Fisiologia Ocular, acrescidos da metodologia antropológica da Observação Participante no decorrer de quinze anos de pesquisa do objeto ”subliminariedade” nas comunicações e artes segundo um enfoque multimídia. Existem varias técnicas subliminares, cada qual endereçada a órgãos dos sentidos específicos, sendo os principais a visão e a audição. Os casos de imagens embutidas mais antigos nos levam até Leonardo da Vinci, artista e sábio italiano (1452-1519) que muitas vezes utilizava a pintura para registrar cenas ou traumas de sua infância. A primeira vista quando vemos um quadro, uma pintura ou uma foto não percebemos conscientemente uma outra imagem que esta “embutida”, ou em segundo plano. Em capas de livros, em sacolas, em revistas, em jornais, em quadros, em propagandas, nos filmes e desenhos animados, etc. Um bom exemplo de sua utilização são as campanhas de cigarro. O intuito maior das campanhas publicitárias é mostrar através dos esportes radicais, das aventuras surrealistas e de desafios inimagináveis, tudo aquilo que você gostaria imensamente mas não pode porque é fumante … A sinestesia de sons e imagens vêm na verdade preencher um vazio psicológico. O fumante fica impossibilitado fisicamente de fazer o que é mostrado nos comerciais, mas, se fumar aquela determinada marca, subliminarmente é como se ele tivesse fazendo. Ele geralmente não tem dinheiro para realizar todas as fantasias mostradas nos comerciais, mas se fumar este ou aquele cigarro, inconscientemente passa a viver estas fantasias como se fossem reais. Desta forma, fica cada vez mais difícil fazer a separação entre o que realmente está causando a dependência no indivíduo, até mesmo se ela é de natureza física devido à nicotina ou se é psicológica devido ao ‘vicio’ das imagens. O L&M é voltado para um público alvo cujo perfil é jovem, geralmente homens, que gostam de azul, gostam de música, especialmente o Rock. Isto explica as notas musicais nas nuvens e a ‘baqueta’ de baterista onde as placas estão fixadas e o apelo do Evandro Mesquita (cantor de rock) quando o cigarro foi lançado: “A gente se encontra na 66”.

A marca Marlboro, da Philip Morris, uma das mais valorizadas do mundo, ao lado da Coca, IBM, Microsoft, Shell, etc. tem sido objeto de estudo de um sem numero de estudantes e pesquisadores em todo mundo. É fato exaustivamente mostrado pela Internet, que o público alvo em questão é formado de brancos, cuja faixa etária pode variar de jovens a adultos mais maduros, geralmente intelectuais e homossexuais latentes. Você já parou para pensar no slogan da Marlboro ? – “Venha para o mundo de Marlboro…”. Você já reparou que nos comerciais do cigarro não existe mulheres ? Ora, no mundo de Marlboro não existem mulheres. Quase sempre são homens fortes, bonitos e cheios de vida. O homossexualismo latente reprime a vontade de manifestar publicamente seus desejos ou preferencia sexual. Logo, quando fuma Marlboro, ele ‘entra’ no mundo de Marlboro, e imediatamente começa a conviver com estes homens, rodeado de cavalos (o cavalo é um ícone sempre associado à força e virilidade) e da natureza. Psicologicamente para o fumante, o cigarro é uma ‘fuga’ inconsciente, ou seja ele pode fazer todas as coisas nas suas fantasias sem ser notado. Há muito tem se falado do ‘L’ e do ‘B’, que juntos formariam um órgão sexual masculino apontando para uma provável nádega vermelha. O cigarro, de acordo com uma informação que teria vazado da agência que preparava a campanha, teria a principio como público alvo o homossexual latente que gostaria de se relacionar com negros. Tenho analisado muito material do Marlboro e é realmente ‘abundante’ a quantidade de enxertos subliminares encontrados.

Propaganda Subliminar Multimída: O ESTADO DA TÉCNICA Muitas vezes vemos em filmes do cinema ou da televisão os personagens falando de lavagem cerebral, guerra psicológica, desinformação, hipnotismo e mensagens subliminares. A primeira vez em que vi uma explicação dos poderes da tecnologia de comunicação subliminar foi num episódio da série policial Columbo. Depois, vi filmes como They Live, do Carpenter, só tratando da manipulação subliminar, até chegar ao Arquivo X, no episódio ”Senha”, no qual são abordados os subliminares governamentais. Não é que foi chocante quando descobri que não era paranóia ou fantasia delirante, que as tais mensagens subliminares existiam mesmo e são empregadas para ensinar idiomas enquanto o estudante dorme, para vender produtos e até eleger Presidentes da República, e que subliminar era tema de sérias e caras pesquisas universitárias em todo o mundo?! Por definição, subliminares são as mensagens que nos são enviadas dissimuladamente, ocultas, abaixo dos limites da nossa percepção consciente (medidos pela Ergonomia) e que vão influenciar nossas escolhas, atitudes, motivar a tomada de decisões posteriores. Subliminares são mensagens que entram na nossa mente de contrabando, como um vírus de computador que fica inerte, latente, e só é ativado na hora certa. A Teoria Subliminar remonta ao filósofo grego Demócrito (400 a.C.) e é descrita por Aristóteles, Montaigne, pelo físico brasileiro Mário Schenberg, pelo filósofo da linguagem Vilem Flusser e vários outros. Os efeitos dos estímulos sensoriais imperceptíveis conscientemente vêm sendo medidos pela Psicologia Experimental, até que, em 1919, o Dr. Otto Poetzle (ex-discípulo de Freud) prova que as sugestões pós-hipnóticas têm o mesmo resultado prático dos estímulos subliminares para alterar o comportamento humano. Estas pesquisas saem da universidade para afetar a nós, cidadãos-eleitores-consumidores, em 1959, quando o publicitário Jim Vicary coloca um taquicoscópio (projetor de slides, nome cuja origem vem de táquios = velozes, como o estroboscópio anteriormente criado) no filme Picnic, estrelado por Kim Novak, projetando frases (como ”drink Coke”) numa velocidade de 1/3000 de segundo, imperceptíveis pela consciência, aumentando assim as vendas do refrigerante. Tal experimento foi denominado Experimento Vicarista. Nos anos 70, a tecnologia subliminar é adaptada à mídia televisão em um frame (1/30 de segundo) no jogo infantil Kusher Du, obtendo ótimos resultados. A partir de então, capas de revistas, fotos de anúncios publicitários e propaganda eleitoral passam a empregar indiscriminadamente subliminares… até serem denunciados por um Ph.D canadense, o psicólogo Wilson Brian Key, em uma série de livros corajosos e polêmicos, apoiados pelo criador do termo Aldeia Global, o teórico de Comunicação McLuhan, que prefaciava suas obras.

Fisiologicamente, o olho humano tem umas células chamadas bastonetes, que formam a visão periférica (chamada de fundo, pela psicologia da Gestalt), e outras chamadas cones, que constituem a fóvea, nosso foco de visão consciente (figura, na Gestalt). Tudo o que é percebido pelo consciente-foco-fóvea-cones-figura… é o subliminar-inconsciente-bastonetes-fundo! O mesmo princípio aplica-se ao ouvido: o fundo musical, que dá o ”clima” de anúncio publicitário ou filme de terror, é subliminar enquanto você estiver focalizando atento a fala e os gestos do ator-personagem. Houve até um jingle brasileiro feito para os automóveis Chevrolet cujo ritmo melódico era em um ciclo de 72 batidas por minuto, o que provocava, subliminarmente, memórias inconscientes no ouvinte do ritmo cardíaco da mãe o amamentando, persuadindo-o a amar e sentir-se protegido pelo automóvel-mamãe. Este jingle fazia o consumidor regredir a um estágio psicológico infantil, chantageando-o a comprar e criando o desejo pelo carro anunciado, de modo a fazê-lo sentir-se culpado por não poder comprá-lo. É possível que tal fato provocasse danos psíquicos perceptíveis ao consumidor e conseqüências sociais imprevisíveis. Hoje, as telenovelas usam o merchandising, inserindo os produtos (motos, sorvetes, sandálias, bancos, perfumes, roupas, etc.) na narrativa de modo aparentemente inocente e inofensivo. Mas estas aparições são muito mais caras que as inserções comerciais normais – caras por terem efeitos maiores e melhores sobre o consumidor. Por outro lado, grandes empresas colocam vírus nos computadores que fazem piscar na tela (efeito flicker) frases como ”trabalhe mais rápido”, para aumentar a produtividade dos empregados. Também supermercados instalam som ambiente com as frases ”sou honesto” e ”roubar é errado”, a fim de reduzir os índices de furtos entre os clientes, e bancos agem de forma semelhante para estimular aplicações financeiras. Sabendo disto tudo, eu fiquei meio descrente do potencial humano em resistir a toda esta massificação, a essa lavagem cerebral, guerra psicológica subliminar que nos bombardeia por todas as mídias: do cinema e TV às revistas e outdoors, passando pelos computadores, vitrines de lojas e palanques políticos. Diante disto, fiz então pós-graduação na USP e tive nota dez com distinção ao provar o perigo da propaganda subliminar, denunciando o risco psico-social desta tecnologia da Comunicação que ignora nossa vontade, nossa cidadania e liberdade de escolha.

A propaganda subliminar nem mesmo é citada nas leis, NADA A PROÍBE NO BRASIL, mas, por um processo de hermenêutica-interpretação, propus que se aplique aos casos dela o artigo 20 do Código de Ética dos publicitários, que diz que as mensagens publicitárias devem ser ostensivas e assumidas (o merchandising subliminar é anti-ético, pois ostensivo e dissimulado), assim como também o artigo 36 do Código de Defesa do Consumidor, que proíbe anúncios disfarçados, dissimulados. Denunciar o subliminar, antes até mesmo de ser uma questão de cidadania, é uma questão de humanidade, humanismo. Pois a liberdade de escolha e autonomia definem uma forma de vida inteligente, e a manipulação subliminar fere os valores que nos tornam dignos do nome humanos. A manipulação subliminar é uma afronta aos direitos humanos e aos ideais humanistas dos sofistas (segundo os quais o Homem é a medida de todas as coisas), de renascentistas como Leonardo da Vinci, às idéias pregadas pela Revolução Francesa e a liberdade de buscarmos a própria felicidade. Nem todo subliminar é mau e nocivo; veja, além das artes, os subliminares didáticos e terapêuticos para curar fobias e trauma psíquicos. Toda tecnologia é um instrumento e, por isto, neutra em si mesma. Importante é o uso que os homens fazem dela – este sim pode ser valorado como bom ou mau.

O NET SUBLIMINAR-TELEMÁTICO Após dez anos pesquisando, eu fiquei curioso sobre os efeitos da tecnologia subliminar e coloquei em prática um projeto de pesquisa em computador ligado à rede, usando sistema brasileiro VIDEOTEXTO (VDT) via EMBRATEL. O VDT (chamado Minitel, na França) é um sistema de comunicações telemático (combinação de Telecomunicações com Informática), que emprega a conexão intermídia telefone-computador-televisão para o envio de mensagens visuais. Criado na Inglaterra (onde é chamado de Teletext) pelo engenheiro Sam Fedida em 1972, o sistema VDT foi simplificado e popularizado na França em 1978, sendo posteriormente implantado no Brasil em 1982. A principal característica do VDT é a possibilidade de interatividade, de obter respostas dos usuários através de diálogos, rompendo o monólogo dos meios de comunicação de massa convencionais. No VDT, há a possibilidade do usuário intervir diretamente na mensagem que recebe, on line, via rede. Esta característica, porém, é pouco explorada no Brasil, onde o sistema é mais ”lido” como jornal eletrônico, havendo poucos programas realmente interativos além dos famosos Videopapos, serviços multi-usuários que permitem bate-papos on line. No Laboratório de Telemática da UNISANTOS (Universidade Católica de Santos), coordenado pelo Prof. Sílvio Ênio Bergamini Filho, houve até 1995 uma emissora-Fornecedora de Serviços (FS), subordinada à TELESP, que distribuía vários tipos de serviços/mensagens para terminais de VDT domésticos e empresariais ao nível nacional. Dentro do espaço editorial do programa Videozine, editado por Paula Prata Vandenbrande, preparei um projeto de instalação de subliminares, que foi aprovado pelo Coordenador Bergamini e posto no ar em março de 1991. O objetivo deste programa era conseguir que o usuário respondesse aos estímulos do programa, via teclado, aumentando sua interatividade e tirando-o da passividade apática, monológica, comum aos usuários do sistema. O usuário, dispendendo mais tempo em suas respostas, conseqüentemente aumentava a audiência, que era medida por número de acessos, e assim o lucro da Universidade. A metodologia usada foi a criação e adaptação da tecnologia subliminar para o software francês. Estimava-se, ao final do experimento, um aumento de 10% (dez por cento) de acessos. Entre outras técnicas, desenvolvemos a tritela, que consistia numa tela tripla (três varreduras de página seguidas) na qual o subliminar piscava durante a construção (varredura) da tela. Outro dos efeitos subliminares obtidos foi o flicker (efeito pisca), além da diagramação com cores complementares e textos blocados segundo a orientação dos hemisférios cerebrais dos usuários. Foram usadas como subliminares frases como ”Reaja”, ”Digite-me”, ”Toque-me”, de modo que ficassem praticamente imperceptíveis ao usuário.

O número de respostas obtido foi enorme. O programa Videozine tornou-se um ”Mural Eletrônico”, editando material enviado espontaneamente pelos usuários, a ponto de ser preciso triplicar o espaço de memória do programa, gerando imitadores em emissoras concorrentes. Ao final do primeiro mês de uso intensivo de subliminares, a TELESP registrou um aumento de acessos da ordem de 90% em relação ao mês anterior(Fonte: Relatório Estatístico TELESP do Videotexto do Brasil, março a maio de 1991). Foram superados os objetivos, pois o aumento final de acessos foi da ordem de 550% em relação aos meses anteriores, ultrapassando a estimativa de 10% (objetivo do experimento). O sistema VDT da UNISANTOS tinha 200 acessos por mês em fevereiro/91, e em abril contava com 1.100 acessos mensais, número mantido em maio do mesmo ano, provando estatisticamente o poder dos subliminares. Para conhecer maiores detalhes sobre a experiência, consulte o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Paula Prata Vandenbrande, 1991, arquivado na Faculdade de Comunicação da UNISANTOS (curso de Jornalismo), que documenta com ilustrações e disquetes todas as etapas da experiência

Aspecto Moral e Legal Em países desenvolvido existem leis que proíbem varias técnicas existente do SUBLIMINAR, mas no Brasil não existe regulamentação nem lei nenhuma e por isso mesmo igrejas (de modo geral) , políticos, vendas por “piramide”aonde se deve convencer todo mundo que vc conhece a ser um distribuidor(geralmente cosméticos e produtos alimentares) e a mídia entre outras tem usado e abusado , somente o conhecimento publico pode inibir o uso indiscriminado e perigoso do subliminar. O banner acima é subliminar, você poderia estar sendo induzido caso eu estivesse usando de má fé, aqui apenas tento induzi-lo a acreditar é divulgar com frases “durma relaxe acredite divulgue obedeça” imperceptível ao olho mas perceptível ao subconsciente, mas este é uma técnica pouco eficaz que pode ou não “vir a tona”algum dia (depende da pessoa) sem maiores danos , infelizmente hoje com a atual tecnologia existem sofisticados aparelhos subaudiveis/visuais , ondas de radio etc….que fazem o experimento do Jim Vicary parecer brincadeira de criança. Jim Vicary fez um experimento em 1956 em New Jersey durante a projecção do filme Picnic aonde se usou taquicoscópio que emitia um slide com a frase .DRINK COKE. numa velocidade de 1/3000 de segundo que era sobreposto ao filme ( 24 fotogramas por segundo ), rápido demais para ser percebido pelo consciente , mas absolvido pelo subconsciente e a consequência foi um aumento de imediato nas vendas na ordem de 57,7% da COCA-COLA. Hoje o caso mais recente foi a do POKEMON ( terça-feira, 16 de dezembro de 1997)aonde mais de 650 pessoas(de 3 a 57 anos) maioria de crianças no Japão tiveram, ataques convulsivos, vômitos, hemorragias, olhos injetados, vertigens, desmaios , cientificamente conhecido como Epilepsia sensível cromática: uma variante de epilepsia fotossensível , este causado por uma cena aonde a quantidade de piscadas com as cores (vermelho/branco/azul) por segundo maior que a capacidade que o celebro pode absolver causaram um “tilt” no celebro, Quando os telejornais repetiram as cenas do desenho, nova onda de internações, na mesma noite.12.950 estudantes faltaram às aulas nos dias seguintes(somente em tokyo). Técnica hipnóticas , de forte estímulo visual para prender a atenção, experiência desastrosa, mas já aperfeiçoada , e nunca divulgada pelos noticiarios normais ao publico. Tentam nos induzir subliminarmente sem se preocupar com as consequências , apenas o fato de ser uma técnica usada para que o nosso consciente não perceba mostra que existem objetivos obscuros , o que podemos fazer e divulgar para que o maior numero de pessoas tomem conhecimento do assunto, mesmo que não acreditem, como querem os que utilizam essa técnica , dizendo ser ridículo, absurdo é SUBLIMINAERMENTE fazer acreditar que passaremos a ser visto como “pouco serio” caso comentemos o assunto, apenas o fato de ser do conhecimento de maior numero de pessoas podem inibir o uso por alguns com mais caráter . Existe comentários ( não comprovado) de um equipamento de última geração chamado IMPE CONTROL REVER L12M4000hrz (modelo Americano) este aparelho é conectado via Cabos na torre transmissora da Rede de TV e trabalha junto com todas as imagens em movimento num angulo inferior e centralizado no monitor da tela da TV (qualquer modelo e marca de TV), que recebe o “BOMBARDEIO” através de sua antena e é prontamente captado pelo olho dos telespectadores, que á principio nem tomam conhecimento e nem mesmo sentem o que está acontecendo(aqui deixarei de citar os nomes das emissoras que estariam utilizando por não ser comprovado) .

Lembre-se: Reparem nos comerciais diversos (intervalos de novela, filmes, etc…) o som aumenta bruscamente. Você já reparou isso? O som dos comerciais é sempre mais alto do que o programa que você está assistindo , em casos mais graves os efeitos colaterais podem ser perda crescente e grave de visão;insónia; perturbação mental (irreversível); vómitos e espasmos; ataque cardíaco; derrame cerebral; nervosismo, deficiência de personalidade, sono e lentidão dos movimentos, envelhecimento precoce (irreversível), falta de vitaminas E, B e A; perda do apetite;impotência sexual (irreversível), tremor nas mãos, dificuldade para falar (língua parecendo que está se enrolando) , diarreia, catalepsia, desmaios, desânimo, queda ou aumento da pressão arterial e por fim a morte podem ser ( mas não necessariamente)o uso do IMPE CONTROL REVER L12M4000hrz , ou em palestras longas com apenas um cafezinho ou algo doce , discursos ritmados , sons e luzes piscando serve para alterar o nosso estado emocional , para nos preparar para sermos induzidos , são algumas das características que indicam o uso do subliminar que somos bombardeado todos os dias.

Subliminar Visual As imagens são captadas pelos olhos, que fazem mais de 100 mil fixações conscientes por dia. Numa fração de segundo esta imagem é invertida pelo nervo óptico e enviada ao cérebro (hipotálamo) para ser processada. O núcleo desta área, exerce controle de atividades das mais importantes do organismo, como o sono, temperatura do corpo, metabolismo da água, etc. I – O indivíduo é exposto a um estímulo visual erótico (ícone). II – A imagem erótica é processada no hemisfério direito do cérebro (Sperry) III – A imagem erótica causa reações no cérebro, excitando a fisiologia do aparelho reprodutor. (McLean). Com o taquicoscópio (projetor de alta velocidade), provou-se que o cérebro reage a imagens projetadas a uma velocidade de exposição de até 1/3000 de segundo ! Vale transcrever aqui a experiência sobre resposta emocional a imagens do Dr. Roger Sperry, prêmio Nobel de Neurofisiologia e Anatomia de 1981. A equipe de Sperry projetou uma fotografia de modelo despida da Playboy no campo visual esquerdo de um paciente operado da secção do corpo caloso, órgão que une os 2 hemisférios do cérebro, a uma velocidade que não permitia a visão consciente. Lembramos que o nervo óptico é cruzado, ou seja, o olho esquerdo envia informações ao hemisfério direito do cérebro. O paciente sorriu embaraçado sem entender o porquê daquela sensação ao mesmo tempo que os aparelhos registravam alterações nos seus registros, provando a sua excitação.

Visão Periferica Os nossos olhos focam sempre o objeto principal das imagens, seja na TV, nos quadros, paisagens, etc. As células responsáveis são chamadas de cones, responsáveis por um angulo de aproximadamente 20 graus de visão central, enquanto que a maior parte de nosso mundo visual está na área que chamamos de visão periférica realizada por células do tipo bastonete. Geralmente são estas imagens que são captadas a nível subliminar, ou seja , são remetidas automaticamente ao nosso cérebro, a nossa mente, em nível inconsciente, involuntário

Origem O registro escrito mais antigo sobre influência subconsciente, que se conhece está escrito no livro de Gênesis, escrito por Moisés (primeiro livro da Bíblia), onde lemos a história entre Jacó e seu tio Labão. Jacó, após trabalhar vários anos de graça para ele, faz um acordo aparentemente inviável e totalmente favorável a seu tio, No contrato constava que toda cria do rebanho sob seus cuidados que nascesse listrada, salpicada e malhada seria sua, como forma de salário e todas de peles lisas continuariam de Labão. Dada a dificuldade de ocorrerem estes casos, Labão que era seu sogro, aceita prontamente a proposta. Jacó, inspirado divinamente, coloca nos bebedouros e nas bicas de água, varas de álamo, aveleira e castanheiro, descascadas de tal forma, que aparecia a parte clara dos caules em forma de listras, malhas, etc. “E concebia o rebanho diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas”. Ou seja, ao beber água, a imagem das varas que não era focada conscientemente, ficava registrada nos seus subconscientes repetidas vezes durante o dia. Esses estímulos subliminares, eram remetidos diretamente ao ventre das fêmeas, interferindo na formação genética dos embriões. Jacó, tornou-se desta forma, um dos homens mais prósperos da época.

Na Televisão A primeira experiência oficial com mensagem subliminar, ou seja, com estímulos que não se percebem conscientemente, na televisão foi realizado em 1974. Sam McLoud, da Telecast, fez 4 inserções da frase ‘GET IT’ num filme publicitário do jogo “Kusker Du”. O comercial , que foi veiculado antes do Natal, com a mensagem ‘escondida’ – compre-o, projetada numa fração de segundos e repetida 4 vezes dentro do anuncio, foi o responsável pelo aumento inesperado e considerável das vendas do brinquedo. McLoud, defendeu-se alegando que o governo americano não teria definido o que era subliminar, e que, a proibição teria sido arbitrária e sem critérios. De lá para cá, grande foi o avanço da utilização das mensagens subliminares na TV, geralmente sob o nome de ‘merchandising’. Convencionou-se chamar de ‘merchandising’ toda vez que um produto ou idéia aparece na TV, cinema, teatro, revistas e mídia em geral, em sua situação normal de consumo ou utilização, sem declaração ostensiva de seu nome, marca ou registro. A Rede Globo por exemplo, como não pode aumentar o numero de comerciais nos intervalos, faz com que seu faturamento com o ‘merchandising’ cresça a cada dia. (Jornal da Tarde-09/set/83). Você não acha isto lamentável ? “No meio publicitário, é considerada antiética e até proibida a propaganda subliminar… mas há formas sutis de propaganda subliminar, que podem vender de tudo – idéias, conceitos, ideologias, desejos – sem que nenhuma lei possa impedir”. (Jornal A Tribuna, de Santos-12/jul/89). Fica mais fácil entender agora porque foi considerável o aumento do consumo de cachaça no Brasil, principalmente ‘Saramandaia’ depois que a novela foi ao ar, ou o aumento de casos de meninas e adolescentes grávidas depois que Xuxa admitiu realizar seu grande sonho de ser mãe (sem necessidade de casar-se para isso). São muitos os casos de inserção de mensagens na TV, citaremos alguns mais conhecidos: -A campanha publicitária do jeans da marca ‘Staroup’, não tinha muita verba para aplicar em propaganda, de acordo com declaração de Livio Ragan, na época. Foram feitas varia s inserções da marca em forma de letreiro luminoso, piscando intermitentemente enquanto a atriz principal da novela da Globo, ‘Dancing Days’ – Sônia Braga dançava. Trata-se de uma técnica subliminar utilizada em toda mídia, que consiste em fazer com que a visão da pessoa se concentre no centro ou foco de atenção, chamada visão fóvica, enquanto todo o fundo ou segundo plano fica desfocado, também chamado de visão periférica. Logo, quando a atriz dançava sensualmente, seu corpo era focado pela fóvea, e a marca, no fundo piscando era registrada pelos células chamadas bastonetes, da visão periférica. Conclusão: a fábrica que produzia 40 mil calças mensalmente até 1979, passou a produzir 300 mil calças mensais depois da estréia da novela. (Propaganda Subliminar Multimídia-Flávio Calazans). -Outros exemplos: Toalhas Artex, onde o ator aparecia saindo do banho utilizando.

O PODER DA MENSAGEM SUBLIMINAR II

Você ainda acredita em coincidência e Papai Noel ? Já vimos que não só produtos podem ser vendidos através de mensagens subliminares, mas também ideologia e crimes ! Preste atenção nas declarações de Aguinaldo Silva, 57 anos, um dos novelistas mais importantes e mais bem pagos do país, autor dos maiores sucessos de Ibope da televisão como Roque Santeiro, Tieta, Pedra Sobre Pedra, Fera Ferida, Vale Tudo e Suave Veneno. Aguinaldo, homossexual assumido, já vendeu de tudo no horário nobre: pedofilia, aborto e homossexualismo ! Você não acredita ? Lá vai: “Em Tieta, existia o personagem Coronel da Tapitanga, vivido por Ary Fontoura, que era pedófilo. Que comprava menininhas para criar. É uma história que não existia no livro de Jorge Amado, que foi inventada por mim e que era delicadíssima. Era pedofilia. As pessoas viram aquilo e não ficaram chocadas. Pode-se falar de qualquer coisa na televisão e nas novelas, desde que se leve em conta que se está escrevendo para 60 milhões de pessoas. Agora mesmo a personagem da Glória Pires em Suave Veneno fez um aborto. A Igreja não teve nenhuma reação”. (Revista Isto É-09/ago/99). Aguinaldo, que em ‘Torre de Babel’ já havia retratado o romance vivido por duas lésbicas, ainda ganha para fazer estas coisas, e não é pouco: são mais de 60 mil reais por mês ! Agora, preste mais atenção ainda nas declarações feitas pelo ator Kadu Moliterno, 47 anos, da Rede Globo, que tem toda a sua carreira associada às emissoras de TV, desde que estreou há 29 anos em ‘As Pupilas do Senhor Reitor’: “Ela (a TV) só se preocupa com a guerra suja do Ibope e se esquece de educar as crianças. Não deixo meus filhos assistir nem às minhas novelas. São cheias de maus exemplos ! Ele não permite que seus filhos assistam a programas superconhecidos das crianças de sua idade (2, 5 e 7 anos), como: Planeta Xuxa, Angel Mix e personagens como Tiazinha e Ratinho.(Revistas Ana Maria e Contigo). Os programas infantis, que freqüentemente mostram dançarinas seminuas, apresentadoras sensuais, entrevistas maliciosas e piadas picantes, geralmente relacionadas à sexo, induzem as crianças à imitação e terem um comportamento semelhante. “…É preciso também ficar atento quando sua filha começa a se identificar com Xuxa, Angélica ou outros ídolos criados pela televisão… A menina que traça esse tipo de programa como padrão de comportamento está desenvolvendo um desejo sexual de uma garota de 16 anos. Ela já sabe o que é uma relação sexual ou um beijo na boca. O que os pais têm de fazer é questionar essas fixações e oferecer outros modelos”. (Carlos M.Alvarez, professor e psicanalista que estuda o tema há 8 anos) Crianças de menos de 2 anos não devem ver TV, e as crianças maiores e os adolescentes não devem ter TV no quarto. Essas são algumas das recomendações de um estudo divulgado na semana passada pela Academia Norte Americana de Pediatria. De acordo com o estudo, a TV pode afetar a saúde física e social dos jovens. No caso dos bebes, a TV não é indicada pois é uma atividade na qual há pouca interatividade com os pais e com outras pessoas. A educadora Peggy Charren, da Ação pela TV das Crianças, entidade que luta por uma melhora na qualidade da programação da televisão dos EUA, engrossa o cor que recomendam aos pais que não deixem seus filhos ver TV antes dos 2 anos. (Folha de S.Paulo-10/ago/99) E o que falar da influência dos “Teletubbies” ? Os personagens do seriado infantil inglês viraram ícones gays em quase todo mundo. Entre todos os personagens da série , Tinky Winky é o favorito dos homossexuais. Ele tem na cabeça um tipo de antena em forma de triângulo de cabeça para baixo, que dentre tantos significados, simboliza o movimento G.L.S (Gays, Lésbicas e Simpatizantes). Além disso, é de cor roxa, com a qual os homossexuais se identificam bastante e para completar ainda carrega uma bolsinha, evocando o estereótipo. Na série, ela é a sua ‘mala mágica’. Repare que é um personagem masculino, porém fala fino e tem trejeitos efeminados. (Revista Veja 12/mai/99) Certamente você deve estar se lembrando de Gasparzinho, o ‘fantasminha camarada que nunca teve namorada; ou quem sabe de Robin, o ‘menino prodígio’ e seu companheiro Batman, o ‘homem morcego’, que se comportavam como casal !

Nos Vídeos A primeira experiência com mensagem subliminar no cinema oficialmente ocorreu em 1956. Este fato veio a público por meio de uma publicação no jornal ‘Sunday Times’ de Londres, em 10 de junho de 1956, através de seu correspondente em Nova York. Jim Vicary instalou em um cinema de Nova Jersey um segundo projetor, que tem capacidade para projetar imagens com a velocidade de 1/3.000 de segundos, ou seja, totalmente imperceptível conscientemente aos olhos humanos. Este aparelho projetou as frases ‘Eat Popcorn’ e ‘Drink Coke’ respectivamente, sobre a tela, durante a projeção do filme “Picnic”, com Kim Novac (‘Férias de Amor’ no Brasil). Observou-se um aumento considerável de vendas dos dois produtos. A experiência se repetiu novamente poucos dias depois, e os dados oficialmente `computados registraram que a mensagem escondida e percebida inconscientemente “Beba Coca” provocou um aumento das vendas do refrigerante da ordem de 57,7 % e “Coma pipoca” da ordem de 18,10 % no consumo de pipocas. Alguns autores e pesquisadores nesta área tem se confundido ao classificar a experiência de Vicary como a de ”inserção de imagens” usada pela Disney nos desenhos animados. Esta técnica consiste em inserir ou ‘esconder’ uma imagem a cada 24 quadros por segundo, que é o mínimo que o olho humano precisa para ter noção do movimento. A técnica de se inserir mensagens comerciais dissimuladas de produtos no cinema e televisão é comumente chamada de ‘merchandising’ (lê-se: merchandáising). A técnica não é nada recente. Na década de 30 o cinema americano já se utilizava deste artificio para cobrir parte ou até a totalidade dos custos de produção. No Brasil, desde o tempo da ‘Cinédia’ ou ‘Atlântida’ vários produtos eram anunciados nas cenas das chanchadas em troca de ajuda financeira para cobertura de despejas nas filmagens. (vide revista Marketing-jul/87) O cinema tem sido responsável também pelo crescente aumento da delinqüência e violência juvenil. De acordo com Luiz Gondim, psiquiatra, há uma indefinição, uma imaturidade própria da idade. Na falta de um referencial, os jovens imitam os personagens de Van Damme, Stallone, entre outros, dos filmes violentos. A mídia é responsável por esta geração violenta. Os personagens das novelas são sempre mau caráter. São estes valores que crianças e jovens estão recebendo. O que você vê nos Shoppings são mães imitando a moda da programação da TV, com as filhas vestidas a caráter. A psicóloga Loren Bisk, que lida com assuntos religiosos, diz que ‘estamos diante de uma conhecida revolta de adolescentes, movidos por radicalismos. Segundo ela, o fundamentalismo religioso explica o satanismo infantil, comum aos criminosos. H á vinte anos atrás, o filme “O Exorcista” viria revolucionar todo conceito sobre suspense, terror, medo e sadomasoquismo já levados às telas. Como explicar que até as cenas silenciosas pudessem causar um suspense tão palpitante? Por que cenas de possessão e exorcismo tão reais como nunca vistas antes, foram tão imitadas ou copiadas por dezenas de outros filmes que o sucederam? Deveria haver algo por trás, algo que não vemos, manipulando o subconsciente . E o que dizer do “Silencio dos Inocentes”, filme produzido pela Orion, estúdio as portas da falência e que , com um investimento ínfimo se comparado as superproduções de Spielberg, consegue arrebatar o “Oscar” de melhor filme, melhor diretor, melhor ator, melhor atriz e melhor roteiro adaptado?

E na nossa sociedade, como explicar a crescente dissolução das famílias, a rebelião contra a sociedade e as leis, o distanciamento cada vez maior das coisas de Deus, as tatuagens e marcas cada vez mais presentes nos jovens e adolescentes (quase sempre figurando simbologias ocultistas) ? Como explicar o interesse compulsivo em músicas “heavy metal”, drogas, bebidas, livros e revistas ocultistas, vídeos, programas de TV e filmes de terror? E a mudança cada vez mais nítida de comportamento psicossocial como depressão, medo, insônia, imoralidade, explosões de ira, pesadelos e calafrios, queda acentuada no comportamento e aproveitamento escolar? E o aumento assustador nos índices de homicídios e suicídios entre jovens e adolescentes? Sim, havia e há muita coisa por trás de tudo isto, algo que escapa do nosso controle consciente: as Mensagens Subliminares.

Nas Histórias em Quadrinhos Há muito tempo as histórias em quadrinho fazem parte do nosso dia a dia, e, talvez por esta razão não tenhamos percebido que além de um simples lazer elas são também um potente meio de propaganda comercial, educativa, política, ideológica, religiosa, etc. As histórias, harmonizando texto e imagem, grafismos, cores transportam o leitor desde a mais tenra idade, a um mundo de fantasia. Neste mundo, na maioria das vezes, o aficcionado se desliga da sua realidade e passa a viver a utopia das histórias, como personagem principal, coadjuvante ou apenas como simples ‘carona’, numa viagem ao mundo primitivo, ao velho oeste, ou até mesmo a uma excursão interplanetária.As mensagens nas HQ podem ser consideradas subliminares, devido ao fato de que o leitor se ‘prende’à emoção do texto, focando praticamente só os balões onde estão inseridos, enquanto a visão periférica capta as imagens de relance, lançando seu conteúdo ao subconsciente. As histórias em quadrinhos tanto podem educar, como também podem ‘ensinar’ como fazer um pacto com o diabo ! E a história se repete…, a violência volta a ocupar praticamente todo o espaço na mídia. A violência é fruto principalmente da rebelião do individuo aos valores e conceitos sociais, morais e políticos de uma sociedade. Foi a partir dos anos 50 que estes aspectos de rebeldia marcaram de maneira muito profunda toda cultura jovem não só norte-americana, mas mundial. Estes jovens viveram e cresceram dentro de uma sociedade consumista e materialista, tendo como pano de fundo, as cenas recentes ainda muito vivas e todas as consequências cruéis da 2a Guerra Mundial. A música (rock) foi, sem dúvida, o grande meio de catalização, como linguagem única da juventude, capaz de expor e traduzir todos os seus anseios e conflitos, provocados pelas desigualdades sociais e raciais, problemas existenciais, lares desfeitos e desajustados, reflexos e sequelas impiedosos da guerra. A música, antes da década de 50, era bifurcada em 2 grandes mercados: a chamada música para brancos, produzida por grandes gravadoras para um público nacional, constituída de música erudita e romântica e a música para negros (o blues e o rhythm and blues), produzida por gravadoras menores, para um público bem menor. Por sua vez, o “country-and-western”, música caipira dos brancos pobres, de natureza folclórica e origem rural, era tão marginalizada quanto à dos negros. A fusão destas tendências musicais, que veio a se chamar de rock’n’roll, de estilo contestatório, foi ‘adotada’ pelos jovens de classe média branca, como forma de se rebelar contra os padrões sociais estabelecidos na época, por seus pais. A industria cultural norte-americana percebendo o emergente mercado que se abria com o rock e sua filosofia de vida, investiu pesado nos cantores brancos, uma vez que o mercado nacional relutou no início para aceitar o seu estilo agressivo, lançando Bill Halley e em seguida, Elvis Presley (nos Estados Unidos), e os Beatles (na Inglaterra, depois de l962). O cinema, importante meio de formação de ideais e valores da época, não ficou de fora neste processo. Já havia sido lançado o filme “The wild one” (O Selvagem) em l953, com Marlon Brando que retratava o choque entre a sociedade organizada e uma juventude “selvagem” e sem rumo. Em 1955 lançou “Rebel without a cause” (Juventude Transviada) com James (Jimmy) Dean, que tratava dos jovens “rebeldes sem causa” da época. Mas foi com o filme “Blackboard Jungle” (Sementes da Violência) também com James Dean, de l955, com a trilha “Rock around the clock” de Bill Haley, o já então hino de guerra dos jovens, que a verdadeira ‘semente da violência’ seria lançada, como uma verdadeira bomba no universo mental dos adolescentes. James Dean, o maior mito do cinema da época, foi ‘idolatrado’ e imitado por toda uma geração, como símbolo de rebeldia contra a sociedade consumista e tradicional. Logo, todos estavam usando o mesmo estilo de corte de cabelo, jaquetas de couro e jeans como uniforme. “Coincidentemente”, na mesma época era lançado o livro “The Doors of Perception” (As portas da percepção) de Aldous Huxley, que prestigiou o consumo de drogas alucinógenas (daí o nome do conjunto de rock “The Doors”). Dean morreria quatro dias antes da estréia de seu filme em Nova Iorque, num desastre automobilistico, sem sequer imaginar a influência maléfica que representara à esta geração. A rebelião se tornou o tema principal das músicas, em especial do rock, e a violência a linguagem universal usada pela juventude até os dias de hoje. Definitivamente a ‘semente da violência’ encontrou solo fértil. As normas morais e os padrões de condutas sociais estavam rompidos, a juventude mergulhava de ‘cabeça’ nas bolinhas, nas bebedeiras, no LSD e suas visões cósmicas e alucinógenas, nas experiências e depravações sexuais. Podemos classificar a rebelião em 5 temas principais: violência, sexo, drogas, ocultismo e hedonismo. Estudaremos em primeiro lugar a violência. Um médico, ao pesquisar por que havia tanta violência nos shows de rock, descobriu que o hormônio que é injetado no sangue quando uma pessoa se zanga é o mesmo produzido quando uma pessoa ouve rock.1 A violência na música atingiu seu clímax com o movimento Punk que, carregado de crueldade e sadismo, é contrario a todos os princípios aceitos pela sociedade. O Punk-Rock é mais que um estilo de música, é também uma filosofia de vida, de comportamento. Seus seguidores colocam correntes, brincos e alfinetes espetados nos mais diversos locais do corpo. Foi o grupo Sex Pistols que inaugurou o punk-rock com todo tipo de insultos, agressões e obscenidades

Citaremos em seguida várias letras de músicas abrangendo o tema, pois os efeitos da música se tornam mais maléficos, quando reforçados pela mensagem da letra e influência da personalidade dos artistas. Citaremos também alguns trechos de entrevistas e declarações contendo referencias à violência e rebeldia na musica popular em geral, dadas por pessoas que, de alguma forma estão envolvidas no mundo da música(várias delas já falecidas).

Alice Cooper – Declarou: “Rebelião é a base para o nosso grupo. Alguns dos jovens que nos escutam realmente são dementes; mas eles olham para nós como herói porque seus pais nos odeiam tanto”. Às vezes corta a cabeça de um cachorro no palco e a joga para a platéia, que fica louca para pegá-la, com o sangue ainda saindo. Outra vez fez o mesmo com um bode, só que jogou os intestinos na platéia.

Allen Lanier – Um integrante do grupo “Blue Oyster Cult” declarou: “Rock and Roll tem emoções realmente violentas… Há muita violência, muita agressão na música”.

Beatles – Tem uma canção intitulada “She’s leavin’home” (Ela está deixando a casa), enaltece uma jovem que sai de casa, atrás de prazer e alegria no mundo, para fazer o que ela quer.

Bruce Dickinson – Do grupo Iron Maiden (Virgem de Ferro – um antigo instrumento de tortura usado na Idade Média) declarou: “Tortura. Uma loucura total. Eis a nossa música”

Dead Kennedys – Em uma de suas faixas, cantam: “Eu mato crianças, eu gosto de vê-las morrer. Eu mato crianças para fazer suas mães chorarem. Esmago-as com meu carro, eu as quero ouvir gritar. Dou-lhes doce envenenado para estragar seu dia dos bruxos”

Frank Zappa – Líder dos “Mothers of invention” declarou: “Os sons altos e as luzes brilhantes de hoje são instrumentos tremendos para doutrinação. É possível modificar a estrutura química humana com as combinações certas de frequências. Se o ritmo certo faz você balançar o pé, que tipo de ritmo faz você dobrar o punho e bater?”

Gabriel Pensador – Na música playboy ele canta: ‘…apenas mais um motivo pra eu tirar o sarro, sacanear o mendigo é a maior diversão…’ Pouco tempo depois alguns jovens de classe média alta de Brasilia (playboys) atearam fogo em um individuo (indio da tribo Pataxó) que dormia debaixo de um abrigo de ônibus, pensando que era um mendigo… Coincidência?

Gal Costa – o jornal O Estado de São Paulo cita uma declaração dela que o seu disco “Profana” tem muito da sua personalidade: “Esta coisa de irreverência, de liberdade de viver e cantar o que quero, sem preconceito”

Jim Morrison – integrante do “The Doors” declarou: “Somos políticos e eróticos. O que nos interessa é a revolta e a desordem…”

Joelho de Porco – A revista Veja (3l.mai.84) faz a seguinte declaração a respeito do grupo: “O fato é que o ‘Joelho’ sempre faz a coisa com muito deboche e irreverência, do jeito que o rock brasileiro precisa ser”.

John Phillips – Integrante dos “Mamas and the papas” declarou que qualquer músico, controlando cuidadosamente o ritmo, pode controlar a histeria da audiência. Para provar esta tese cientificamente, eles provocaram um tumulto num show em Phoenix.

Johnny Rotten (Joãozinho Podre) – Líder do grupo Sex Pistols declarou: “Sou um anti-Cristo… Quero é destruir”.

Keith Richard – Integrante dos Rolling Stones declarou: “Nossos verdadeiros seguidores… são os hippies… Todos eles pensam como nós e estão disputando as imoralidades principais desta sociedade de hoje: a guerra no Vietnã, ilegalidade do aborto, e a perseguição dos homossexuais”

Paul Cantor – integrante do “Jefferson Airplane” declarou: “A nova música rock é planejada para alargar a brecha entre as gerações, alienar os pais dos seus filhos, e preparar os jovens para a revolução”

Legião Urbana – no álbum “As 4 estações” tem uma faixa intitulada “Pais e filhos” que diz: “Quero colo, vou fugir de casa…”

Mário de Castro – Baixista e vocal do grupo Cadilaque, declarou: “Nós somos selvagens e nunca seremos um conjunto apenas vocal, tudo certinho. Nosso rock é ser contra, forte, contestador, com agressividade musical”

Ozzi Osbourne – Durante uma reunião executiva da CBS, deu uma mordida na cabeça de uma pomba viva, para que se lembrassem dele daquela maneira, enquanto cuspia os restos na mesa onde estavam reunidos. Durante um show em Iowa, nos Estados Unidos, em janeiro de l982, matou a dentadas um morcego doado por um espectador, cuspindo os restos diante da platéia que delirava com isso”

Raul Seixas – Depois de assistir ao filme “Rock around the clock” com uma turma, fizeram um estrago total no cinema. “…A gente quebrou o cinema todo, era uma coisa mais livre,… eu senti que ia ser uma revolução incrível. Na época eu pensava que os jovens iam conquistar o mundo…” Ele assistiu o filme “A hard day’s night”, dos Beatles cerca de 11 vezes, e “O prisioneiro do rock” nada menos que 28 vezes.10 “…eu usava o rock como revolta, uma revolta irracional. Mas os Beatles canalizaram a coisa, eles mostraram o outro lado de tudo… Influenciado por eles eu comecei a compor…”, “…A gente procurava briga na rua, quebrava vidraça e roubava bugigangas nas lojas, como nos filmes. Eu não gostava muito daquilo, mas como o rock estava ligado a uma maneira de ser (ou pelo menos eu pensava), eu ia na onda.

René Jarrait – ex-integrante do grupo “Menudo” foi apresentado pela Folha de São Paulo (16.dez.84) como “o rebelde do rock”.

Roberto Carlos – compôs juntamente com Erasmo Carlos, em 1966, a música “Quero que vá tudo pro inferno” que rompia com as normas e padrões sociais da época.

Roger – o jornal O Estado de São Paulo, falando a respeito dele (guitarra e vocal da banda “Ultraje a Rigor”): “Esse estilo debochado, irreverente, é a base do rock”.

O PODER DA MENSAGEM SUBLIMINAR III

 Backward Masking

Backward Masking , é uma técnica usada por musicos e publicitários, para inserir mensagens subliminares em músicas e jingles. A técnica Back Word Masking, se resume em colocar mensagens invertidas em musicas, sendo assim, elas somente serão percepitiveis se a música for executa ao contrário.

Alceu Valença – Na música “Anunciação”, quando executada ao contrário, ouve-se duas mensagens: 1ª primeira:”Tudo isso nós dois…. Domingo de manhã vamos sair e curtir….Anjo sujo é Jeová. 2ª segunda:”Servo, Servo”

Beatles – No final da música “Rain”, percebe-se palavras embaralhadas, mas quando executada ao contrário, constata-se que somente são trechos da música.

Claudinho & Buchecha – Na música “Uma noite e meia”, quando executada normalmente no trecho ouve-se várias vezes “uma noite e meia virando sereia”, porém quando executada ao contrário ouve-se “Arerê é sangue, arerê é do diabo”.

Def Leppard – Uma das mensagens mais nitidas é a que há na música “Rocket”, quando executada ao contrário, percebe-se em vários trechos a frase: “we’re fighting with the gods of war” ( “Estamos lutando com os deuses da guerra”).

Eagles – Na conhecidissima música “Hotel Califórnia”, quando executada ao contrário, ouve-se frases de cunho religioso fazendo referências ocultistas, sendo que uma delas é a seguinte frase: “Yes Satan” (“Sim Satanás”).

Engenheiros do Hawaii – Se você ainda tem dúvidas quanto às mensagens subliminares, então preste atenção. Na música “Ilusão de Ótica”, quando executada normalmente no trecho ouve-se ” Ih, não roda assim, não gosto que rode assim….”, porém quando executa ao contrário, ouve – se o seguinte: “Por quê você está ouvindo isto ao contrário, o que você está procurando, hein?

George Harrison – Quando você ouve a música “My sweet lord”, você pensa que ele está falando de Jesus, porém se você prestar atenção, o coral repete no fundo, “hare krishna” (deus hindú).

Iron Maiden – Na música “Still Life”, Onde o baterista Nico Mcbrain pronuncia em dialeto rasta a frase: “what ho sed de t’ing wid de t’ree bonce” (“o que disse o monstro de três cabeças”) e em inglês “don’t meddle wid t’ings you don’t understand” ( “Não brinque com coisas que não entende”).

Led Zeppelin – Na mais famosa música da banda, “Starway to Heaven”, foram encontradas várias mensagens: 1ª primeira : “Oh it’s my sweet Satan” (“Oh, é meu doce satanás”). 2ª segunda : “The one will be the path would make me sad whose power is Satan” (“Único será o caminho que me deixará triste, cujo poder é Satan”). 3ª Terceira : “wish it would snow” (Eu gostaria que nevasse”). 4ª Quarta : “Six,six,six” (“Seis,seis,seis”). Na música “Over the Hills and Far Away” (Led Zeppelin), quando executada ao contrário, pode ser ouvida a seguinte mensagem: “Satan’s really lord” (“Satanás relmente é o senhor”).

Legião Urbana – Na música “Pais e Filhos”, no trecho “..Fugi de casa, posso…”, quando executado ao contrário, ouve-se a mensagem: “…satanás atinge…”

Menudos – Na música “Não se reprima”, no trecho em que se repete várias vezes “não se reprima”, quando executado ao contrário ouve-se várias vezes “satanás vive”.

Pink Floyd – Na música “Empty Spaces”, quando executada ao contrário percebe-se a voz de Roger Waters falando : “Congratulations, You have just discovered the secret message. Please send your answer to ‘Old Pink’, Care of the funny farm, Chalfont…” ( ” Parabéns, Você descobriu a mensagem secreta. Por favor envie sua resposta para o Velho ‘ Pink’ , aos cuidados da engraçada fazenda , Chalfont…”).

Prince – Na música “My Darlind Nikki”, quando executada ao contrário, percebe-se um coral evangélico cantando sendo que um dos trechos diz: “Hello? How are you? I’m fine, cause I know the Lord is comming!” (“Olá, como vai? Eu vou bem, pois sei que o Senhor está vindo!”).

Roberto Carlos – Na música “Guerra do meninos”, no trecho “…Vi minha esperança na voz de um menino que sorrindo me acompanhava…”, quando executado ao contrário ouve-se a 1ª mensagem e no trecho …”onde já marchavam mais de cem….”, quando executado ao contrário, ouve-se a 2ª segunda mensagem. 1ª primeira – ” …O inimigo sim, o mínimo Jeová, essa legião inimiga…” 2ª segunda – ” …E esse diabo vai chamar de novo…”

Raul Seixas – Na música “Maluco Beleza”, quando executada ao contrário, ouve-se nitidamente a seguinte mensagem: “Ih, Jesus tá f*#~ !”. Na música “Mosca na Sopa”, que na verdade é “1 ponto” ou uma cantiga do candoblé e que foi gravada em um terreiro, quando executada ao contrário percebe-se duas mensagens: 1ª primeira: Ele sussura por duas vezes a palavra diabo. 2ª segunda: Ele pronuncia a frase : “Ouça o sinhô zumbi, vai……ocê”

Xuxa – Na música “Meu cãozinho xuxo”, quando executada ao contrário, ouve-se a seguinte mensagem: “Meu Anjo é o Diabo e o mundo tem que ter esse seu amor que recebo”. Na música “Marquei um X”, observe que ela fala três vezes o X (Xis), ou seja, Xis, Xis e Xis, considerando que Xis invertido é Six (Seis em inglês), teremos Six, Six e Six. Esta mesma música quando executado ao contrário, ouve-se a seguinte mensagem: “Jesus é exu, exu é ei”. Na música “Doce Mel”, quando executada ao contrário, ouve-se a seguinte mensagem: “Adore Hare Krishna (deus hindú), afronte Javé”.

 Nos Games As mensagens subliminares nos games estão posicionadas de forma tal que passam despercebidas pelos usuários. Quando a criança está jogando, por exemplo, sua visão está focada no centro da ação: os lutadores, os carros, motos, etc. e todo o cenário, como acontece nas Histórias em Quadrinhos, são captados pela visão periférica e vão para o subconsciente. Quando analisei o ‘Duke Nukem’ pedi que a pessoa que estava auxiliando na pesquisa, movesse a ação do jogo não em frente, mas que se detivesse mais vagarosamente nos cantos, nas calçadas, etc. Para nossa surpresa, verificamos que existe uma quantidade considerável de simbologia escondida na região periférica. Muito dessa simbologia remete ao ocultismo, que é o tema principal de mais de 90 % dos games. O mesmo aconteceu quando analisamos ‘Carmageddon’. O nome vem de uma junção de Car = carro, em inglês, e Armagedon, que é a ‘batalha final’ apocalíptica. A placa do carro é 666, que de acordo com o livro de Apocalipse é o ‘número da besta’. Nas paredes estão escritas frases que fazem apologia ao crime. É bom lembrar que este jogo, é um dos três que foram proibidos no Brasil, pelo Ministério da Justiça, mas que pode ser encontrado em qualquer esquina ou camelô, a preço de bananas. O objetivo maior deste jogo é atropelar velhinhas e crianças, que se ajoelham pedindo clemência ante o carro que se aproxima para matá-los. A psicologia, a psicopedagogia e a ciência em geral não tem mais duvidas de que o sadismo virtual faz mal às crianças, adolescentes e jovens. O vício, a passividade, a agressividade e dessensibilização são apenas alguns de seus efeitos mais perniciosos. Citaremos algumas citações sobre alguns jogos: Doom 2: É o jogo em 3 dimensões mais famoso. Ele dá à pessoa que esta jogando, a sensação de que ela esta vivendo a ação, dentro do jogo. No encarte do CD deste jogo está escrito: “Sente-se e relaxe, deixe as legiões te possuir e você descobrira os segredos daqueles que foram antes que você ao inferno e como chegar lá. Nas suas mãos pequenas você tem o Nintendo mais mal e perverso, o inferno na terra, desta vez todas as forças do inferno sairão sobre a terra. Para entender este jogo de nintendo você terá que descer às profundezas. O arsenal que pode ser usado pelos jogadores é variado, mas existe a opção de se usar só a serra elétrica, que produz mais sangue. Diablo : No encarte do CD deste jogo está escrito: “Você ira parar em um labirinto com monstros e diabos, você jamais sairá de lá, você entrara em um mundo e será consumido pelo fogo e comido pelos vermes. Bem vindo ao inferno. Eu sou seu senhor – o diabo. Postal: Papai Noel assassino. Um serial killer disfarçado de carteiro é o personagem central de Postal. O objetivo é matar o maior numero de pessoas em diferentes locais de uma cidade -supermercados, ruas e lojas. Mortal Kombat: É um game de luta, onde vale tudo, golpes com pés, mãos e poderes mágicos. O combate só termina com a morte, sempre violenta e com muito sangue, de um dos dois personagens. São golpes cruéis, alguns aplicados mesmo depois do adversário ter sido dominado ou vencido. Neste game, as cenas com sangue são muito comuns.

O estudante de medicina Mateus da Costa Meira, que em Novembro de 1999 estava com 24 anos, disparou tiros de submetralhadora numa platéia de 40 pessoas que assistia o filme “Clube da Luta” num cinema do MorumbiShopping, em S.Paulo. Meira repetiu exatamente as mesmas seqüências que verificamos no game Duke Nuken. Desde a entrada no cinema, no banheiro, a escolha e regulagem da arma, enfim tudo é uma infeliz repetição na vida real do que ele via nas cenas do game. Em sua casa foram encontradas dezenas de provas que Mateus da Costa Meira era viciado além do Crack e Cocaína, em games, dos quais fazia pirataria para conseguir algum dinheiro. Final Trágico: 3 mortos e vários feridos.(Folha de S.Paulo/O Estado de S.Paulo-05/nov/99) Keith Flaig, de 14 anos, apanha uma faca de caça e rasga a garganta de Nicholas Watts, seu melhor amigo. Logo após, pega uma pistola calibre 20 e atira na irmã de Micholas, de 10 anos. Depois vai a procura da mãe do garoto e desfere-lhe um tiro fatal no rosto. Por último, Keith coloca a arma na boca e se suicida. Parece enredo de videogame, mas não é. O crime ocorreu em Portland, uma cidade pacata nos EUA. A polícia só tem uma pista: O jogo de videogame macabro que jogavam no computador. (Revista Veja-24/jan/96). Uma criança jogando Nintendo, seguindo as ordens que, de acordo com ela, eram dadas pelo diabo, do tipo: se quiser prosseguir aperte a tecla 1, etc. e você terá super poderes. O diabo pediu que escrevesse tudo e registrasse para que todos soubessem do seu poder. O menino ateou fogo ao corpo, e ele e o quarto onde estava foi consumido pelo fogo, com exceção apenas do vídeo e o nintendo que ficaram intactos. Disney Em 15/11/65, um homem chamado Walt Disney, revela ser o comprador das terras em Orlando, Flórida . que em 1º/ 07/71, abriria as portas para o mundo como a ‘Disney World’. Walt Disney, o homem que inventou o desenho animado e criador da Disney World, era ateu. Uma reportagem do Dr. James Dopson no programa chamado “Focus in the family”, mostra Mickey Mouse apresentando o último vídeo da Disney “Crescendo Homossexual” citando 2 Mickey gays e 2 Minie lésbicas. Através deste vídeo, o porta-voz da Disney convida todos adolescentes a explorar o “maravilhoso mundo da homossexualidade”. Michael Eisner, dono de 60% das ações da Disney, deixou sua esposa em Burbank, Califórnia e casou-se com um homem, em Orlando, na Flórida, em dezembro de 96. Eisner faturou no ano de 1998, US $ 589 milhões (Revista Veja 12.05.99), ou seja, isto representa um salário de quase 50 milhões de dólares por mês ! – A Disney queima incenso todas as 4as. Feiras a tarde. Uma jovem que trabalhava na Disney sentia vontade de suicidar-se. Quando saiu de lá, ficou livre desta sensação. Uma criança queria que a mãe comprasse todos os filmes da Disney, senão ela a mataria enquanto dormia. Mais de 50 mil pessoas que trabalham na Disney são homossexuais. Recentemente a Disney comprou 11 mil acres de terras, para ensinar as técnicas da Nova Era, de Shirley McLane. Thomas Schumacker, diretor dos desenhistas da Disney é casado com um homem. Um menino de 12 anos, nos EUA foi introduzido no satanismo através dos filmes da Disney. Um homem que trabalhou 16 anos na Disney relatou que certa vez arrumando os armários dos donos, no 2oandar, viu dentro deles altares com velas negras e pentagramas (estrelas de 5 pontas), e que, em um pentagrama havia uma capa de fita de vídeo para cada ponta da estrela, consagradas ao diabo, para vender e fazer sucesso. Desde 1996, a Walt Disney World é anfitriã do dia anual de G.L.S (Gays, Lesbicas e Simpatizantes). Os organizadores do encontro retrataram num desenho animado Mickey e Donald , Minnie e Margarida como amantes homossexuais.

Relação de Vídeos com Mensagens Subliminares: Relacionamos a seguir apenas alguns desenhos considerados clássicos. Analisar toda obra da Disney seria uma tarefa que demandaria muito tempo. Porém uma coisa é certa: o exagero na tentativa de divulgar o ocultismo em forma de magia, feitiçaria, encantos, fadas, gnomos, duendes e bruxas é algo que chega a assustar quem desenvolve pesquisas nesta área. Quero lançar o desafio a você que está começando agora a estudar este fato, que você encontre em algum material da Disney alguma citação à Deus ou a Cristo. Você está pronto?

O PODER DA MENSAGEM SUBLIMINAR IV

 Branca de Neve e os 7 anões – (Snow white and the seven dwarfs) (83 min. – 1937) Foi a 1ª obra prima de W. Disney – História baseada em conto de ‘fadas’ dos irmãos Grimm. Conta a história de Branca de Neve e sua madrasta, que também é rainha e bruxa e que tenta matá-la, com ciúme de sua beleza. Branca de Neve encontra refúgio na casa de 7 anõezinhos, que trabalham em uma mina. A analogia dos 7 anões com os Gnomos é muito clara. Por que os anões trabalham numa mina subterrânea ? Ora, os gnomos nada mais são que pequenos espíritos que, segundo os cabalistas, habitam nas regiões subterrâneas. Logo se conclui, que o objetivo é passar a idéia que, apesar de muito feios, eles são bons, são protetores e amigos. Foi redesenhado várias vezes por 570 artistas ate se chegar à qualidade desejada. Custou 700 mil dólares (uma fortuna para a época) e ganhou um Oscar especial pela inovação cinematográfica. Este filme inspirou Disney a produzir uma série de outros longas-metragens que seriam clássicos da animação

Fantasia – 135 min. – (1940) Como em quase todos os seus filmes, a Disney prega o mundo da fantasia. A fantasia é uma ilusão, uma mentira. A Bíblia diz que o pai da mentira é o diabo. No chapéu de bruxo do Mickey tem várias estrelas de 5 pontas e meias-luas, antigos símbolos do ocultismo. O destaque é para o camundongo Mickey na cena dedicada à obra de Paul Dukas, ‘O Aprendiz de Feiticeiro’. Mickey termina o filme com um ritual satânico.

Pinóquio – ( Pinocchio ) – 88 min. – 1940 Conta a história de um boneco (marionete) de madeira, preferido de uma fada azul que lhe dá vida, enquanto o construtor de brinquedos dorme. Mas para ser um menino de verdade, precisa vencer o defeito de mentir, o que faz o seu nariz crescer. “Pinóquio é um dos mais perfeitos desenhos animados que W.Disney já produziu ” (Los Angeles Times) – Vencedor de 2 Oscars.

Dumbo – 64 min. – 1941 Conta a história de um elefantinho que, por ter orelhas enormes é humilhado num circo, e é motivo de gozação dos palhaços. Este porém, descobre que pode voar ao abanar as orelhas. O filme mostra uma cena de Dumbo – embriagado – tem um sonho surrealista. Dumbo sonha com elefantes coloridos contando. Você não acha tudo isto muito estranho ? – Dumbo é um dos desenhos que consta de um trabalho recente feito nos Estados Unidos, divulgados pelo Harvard Center for Risk Analysis, pelos pesquisadores Fumie Yokota e Kimberly Thompson. De acordo com o estudo, a cena em que o elefante usa a tromba para ‘metralhar’ com amendoins os amigos que o importunam, pode passar subliminarmente a mensagem de que é certo reagir a uma gozação com violência. O desenho é considerado um dos maiores clássicos da Disney, e ganhou um ‘Oscar’ com a trilha sonora.

Bambi – 67 min. – 1942 Conta a história de um filhote de veado que fica órfão da mãe, e descobre os perigos da vida na floresta. O personagem é macho porém efeminado. O nome do tímido gambá é “Flor”. É orgulhosamente lembrado como o desenho animado preferido de Walt Disney.

Cinderela – A Gata Borralheira – 75 min. – 1950 História adaptada da obra original de Charles Perrault do século XVII. Conta a história de uma jovem pobre que sonha com um príncipe ‘encantado’ para libertá-la da maldição . da madrasta. Um ratinho é descoberto no porão, e ainda não fala como os outros, amigos de Cinderela, porém quando colocam nele um chapeuzinho e um par de sapatinhos como de duendes, este imediatamente começa a falar. O nome do gato é lúcifer. Cinderela abre a porta do quarto, a luz entra e bate nos olhos do gato que acabara de acordar, e o chama: ” – Lúcifer, venha aqui”. Logo após esta cena, acontece um diálogo entre a Cinderela e o cachorro (Bruno) que acabara de ter um pesadelo com o gato (Lúcifer). Ela tenta convencê-lo que Lúcifer é bom, e diz: “…Lúcifer tem o seu lado bom…” Isto traz confusão na mente das crianças, pois quando os pais estiverem ensinando a respeito de Satanás, o filho que tem a cena gravada no seu inconsciente, diz a si mesmo: “Ora, mas ele tem o seu lado bom”.

A Bela Adormecida – ( Sleeping Beauty ) – 75 min – 1959 Adaptada da obra de Tchaikovsky Uma princesa chamada Aurora, sofreu uma terrível maldição lançada por uma feiticeira e cai num sono eterno. Esta maldição só seria quebrada se o príncipe Felipe a beijasse, desde que ele enfrentasse a ira da bruxa Malévola. ” Sua família precisa ter para sempre este tesouro da Disney: O mais famoso clássico cheio de magia e de beleza sem precedentes…” diz o encarte da fita.

A Espada era a lei – (Sword in the Stone ) – 75 min. – 1963 Conta a história de uma espada mágica encravada numa pedra, e um desafio tentador: quem tirá-la da pedra, será coroado rei da Inglaterra. Artur, um garoto esperto é ajudado pelo mágico Merlin, de quem torna-se protegido e ‘aprendiz’ e seu assistente Arquimedes. Esta fita lança a terrível bruxa “Madame Min” . Uma cena considerada ‘memorável’ é o duelo de feitiçaria entre Merlim e Madame Min.

Mowgli – O menino-Lobo – ( The Jungle Book ) – 1967 Conta a história de um bebe que é criado por lobos, nas florestas da Índia do séc. XIX. A cobra olha nos olhos de Mowgli e diz: “Olha os meus olhos, eu vou levá-lo para baixo no abismo depois de hipnotizado, e você nunca mais poderá sair de lá”.

Robin Hood – 82 min. – 1973 Quando Robin Hood vai roubar o dinheiro do príncipe João, ele se coloca dentro de uma carroça, se disfarça de cigana, coloca uma bola de cristal e diz que advinha o futuro, tem o zodíaco e fala: “Silêncio, vou fazer conjuros: Espíritos das densas trevas, vem !”. O herói usa uma bola de cristal para chamar o ‘príncipe das trevas’ e faz conjuros com os dedos das mãos, sinais reconhecidos como os mesmos utilizados pelos satanistas para invocar demônios

Bernardo e Bianca – (The Rescuers) – 1977 Conta a história de dois ratinhos que ajudam uma menina a se livrar de sequestradores. Este desenho exibe, numa fração de segundo, a imagem de uma mulher com os seios de fora. A cena acontece aos 28 minutos do filme e é imperceptível em velocidade normal. Os dois ratinhos – engajados em ajudar uma menina a se livrar de seqüestradores – estão viajando sobre um velho albatroz. Na aterrissagem, o pássaro perde altura e passa em frente a vários prédios. As fotos aparecem numa das janelas. A cena de nudez explícita e subliminar no desenho animado amplia suspeitas a respeito da idoneidade moral da companhia e reabre discussões sobre o mau uso da tevê entre crianças. Trata-se de uma técnica subliminar já testada e utilizada no cinema desde 1956. Esta imagem da moça nua foi inserida em apenas dois dos 110 mil fotogramas que compõem o desenho. Estas imagens só podem ser percebidas, se forem ‘congeladas’ no vídeo, ou seja, numa projeção normal a cena torna-se imperceptível. “Pela primeira vez na história da companhia, a Disney admite ter em encontrado imagens subliminares num de seus filmes de animação” (Folha de S.Paulo-15.01.99), conforme um comunicado oficial emitido pela própria Disney em 08.01.99. O prejuízo da Disney com o recolhimento de quase 4 milhões de fitas nos Estados Unidos, chegou a 78 milhões de dólares (Veja-20.01.99).

A Pequena Sereia – (Little Mermaid) – 82 min. – 1989 Conta a história de Ariel, sereia filha de Netuno ‘rei dos mares’, que se apaixona por um príncipe (humano). Na capa do Vídeo existe uma imagem subliminar, ou seja a imagem da coluna do palácio em segundo plano, na realidade é um órgão sexual masculino. Ela quer se tornar uma humana, porém a Bruxa diz para ela, que quer algo em troca: “Eu quero sua voz e sua alma”. Quando a música ( Beije a moça) toca no fundo, há um grupo jamaicano falando palavras africanas, lançando maldições para as crianças que assistem. É um filme pornográfico infantil. O padre que celebra o casamento de Ariel fica excitado.

A Bela e a fera – ( Beauty and the Beast ) – 85 min. – 1991 A bruxa lança uma maldição ao rapaz, quando este não permite que ela durma no Palácio, transformando-o numa besta. Foi o primeiro clássico animado a receber uma indicação ao Oscar de melhor filme. “Um filme tão extraordinário que recebeu 6 indicações para o Oscar, inclusive a de melhor filme – a primeira recebida por um desenho animado” – diz o encarte da fita. Ganhou dois Oscars: O de trilha sonora e canção.

Aladdin – 90 min. – 1992 História do garoto Aladdin que conta com a ajuda do ‘gênio da lâmpada mágica’ para vencer o temível . grão-vizir e casar com a princesa. Quando Aladdin vem voando num tapete mágico, diz muito rápido: “Crianças boas e adolescentes, tirem suas roupas !”. Uma criança de 5 anos, nos EUA, tirou suas roupas, e quando questionada pela mãe disse que o Aladin havia mandado, a mãe assistiu o filme para procurar esta passagem onde ele dava esta ordem, porém não encontrou, pois a mensagem foi produzida para surtir efeito apenas nas crianças. Quando ele vem voando num tapete ele toma a espada e diz muito rápido: “mate-se, suicide-se”. São mensagens muito rápidas, só percebidas se prestarmos muita atenção ou congelarmos as imagens. Vencedor de 2 Oscars: Melhor canção ( Um mundo ideal ) e melhor trilha sonora

Hércules – 92 min. Conta a história de Hércules, que precisa provar que é um herói a seu pai, Zeus, que de acordo com a mitologia grega, é o maior dos deuses. No filme, o demônio sai do abismo e diz: “Meu nome é Hades, o senhor da morte”. ‘Uma fantasia repleta de magia e ação de proporções olímpicas…’ diz o encarte da fita.

Rei Leão – ( The Lion King ) – 1994 A Revista TIME disse que é o vídeo mais sujo, mais perverso e carregado e de satanismo e violência que a Disney jamais produziu, e que as crianças que assistem este filme hoje, serão os próximos assassinos de amanhã. John Smith (já falecido vitima de AIDS) era homossexual e foi quem criou Scar, o leão afeminado, que no filme anda rebolando. A música cantada por Scar, é de Shirley McLane, uma das maiores divulgadoras da Nova Era, que diz: “Viva a Nova Era, a velha já era”. O babuíno feiticeiro Rafiki diz para o leãozinho que as estrelas vão guia-lo. Alusão clara à Astrologia. Ele diz também, que este não se sinta mal por ter matado alguém . O leão pai (já morto) fala das nuvens com o filho, uma alusão clara à reencarnação. Em 2 cenas diferentes, partículas no ar formam a palavra “SEX”. Esta imagem tem a duração aproximada de 1 centésimo de segundo, e só é possível vê-las quando a imagem é congelada em vídeo. Uma criança de 11 anos nos EUA em 96, assistiu o Rei Leão 12 vezes e depois esquartejou a própria mãe. O irmão mais velho relatou que enquanto o irmão matava a mãe com uma machadinha, ouvia-o falando:- “O vídeo do Rei Leão disse: Eu posso matar você”. Em New Jersey, uma criança de 9 anos, despertava à noite dizendo “Eu vou matar você”. Outra criança disse à sua mãe quando esta cortava carne na pia: “mãe eu quero sua faca. A mãe pergunta para que? A criança responde: – “Eu quero matar você. O Rei Leão disse que eu posso matar você ! “. Na sinopse da capa da fita de vídeo, está escrito: “…saindo das trevas surge seu invejoso tio Scar, que afasta Simba do trono e o leva ao exílio”. Recentemente, no Rio de Janeiro, um jovem foi preso por matar sua própria mãe. No cabo de seu revólver havia um adesivo do Rei Leão. Coincidência? Mufasa olha para as estrelas e diz para Simba, seu filho: “…olhe as estrelas. Os grandes reis do passado olham para nós lá das estrelas, e sempre que se sentir sozinho, procure lembrar que aqueles reis sempre estarão lá para guia-lo. E eu também estarei…” Esta cena faz referência à necromancia (consulta aos mortos). A música “Can you feel the love tonight” é de Elton John, homossexual assumido. O Rei Leão está entre os filmes de maior bilheteria do cinema. É ganhador de 3 Globos de Ouro. Este filme ganhou também 2 Oscars: o de melhor trilha sonora e de canção original. Os atores Ernie Sabella e Nathan Lane disseram que os personagens que interpretam (‘Timão’, o siricate e ‘Pumba’, o javali) no filme foram ‘os primeiros personagens homossexuais da Disney a aparecerem na tela (N.Y.Times, 12.06.94).

101 Dálmatas – ( 101 Dalmatians ) – 103 min. – 1996 O nome da Bruxa é Malvina Cruella DeVil, porém na placa do carro aparece DEVIL, que significa diabo. No prédio da sua empresa tem uma placa “HOUSE OF DeVIL”, porém na tradução só a . . palavra house foi traduzida, ficando “CASA DE VIL’. Nas escadarias do prédio tem uma estátua de um bode.

Pocahontas – 81 min. POCA = significa Espírito. HONTAS= significa “Do Abismo”. Logo as junção das duas significa “espírito saído do abismo”. A Disney mentiu quando produziu este vídeo, pois distorceu a história real. Pocahontas, a menina índia, tinha apenas 12 anos e não uma mulher sensual como aparece no filme. Ela casa-se com um espanhol, converte-se e morre na Espanha. A Disney não incluiu isto na historia. Pôr que? Uma criança em Minas Gerais, depois de comer os biscoitos da Pocahontas durante um certo tempo, teve seus dentes apodrecidos, no ano de 1996. Pocahontas fala com 1 espírito na árvore. O caule da árvore fica com a forma do rosto de uma velha, que seria sua avó, já falecida há 400 anos. Observe aí a doutrina da reencarnação sendo passada sutilmente as crianças. Árvores com sentimentos e capazes de falar, são comuns na cultura celta, e são citadas em diversos ritos pagãos de feitiçaria. ‘…Pocahontas brilha com toda a glória e magia Disney, diz o encarte da fita.

O Filme “Dogma” Você ainda pode confiar e deixar os seus filhos verem desenhos dessa empresa que diz “prover o melhor em entretenimento familiar” e coloca imagens pornográficas ocultas em desenhos que milhares de crianças assistem todos os dias. Pense nisso!! Comédia sobre temas sagrados provoca protestos de católicos Uma comédia escrachada sobre um tema sagrado. “Dogma”, filme do diretor Kevin Smith, imagina a extermínio da espécie humana para este final de século. Uma comédia de fantasia, na definição de seu diretor, que ri e faz rir da religião católica. O que pensar de um filme em que Deus é mulher e a pessoa escolhida para salvar a humanidade trabalha em uma clínica de abortos? Nos Estados Unidos e no Brasil, a comunidade católica reagiu contrariamente à exibição do filme. A Disney recusou distribuir o filme por meio de sua subsidiária Miramax. Tudo começa quando dois anjos, Loki e Bartleby, condenados a viver para toda a eternidade em Wisconsin (EUA) decidem ingressar na seita de um cardeal charlatão de Nova Jersey. O líder religioso anuncia que quem passar pela porta de sua igreja terá o perdão eterno. Se os dois anjos conseguirem realizar essa tarefa, será a prova de que Deus não é perfeito. Deus, porém, sabe dos planos dos dois. Envia à Terra o anjo Metatron para eleger um humano capaz de evitar a ação dos anjos. A escolha recai sobre Bethany, funcionária de um clínica de abortos. Seres humanos e celestiais empreendem com ela uma peregrinação a Nova Jersey para tentar evitar o feito dos anjos, que levaria ao Apocalipse. Tudo isso misturado a inúmeras alusões a sexo e drogas. Sacrilégio ou um dos filmes mais divertidos do ano? Ofensivo ou hilariante? Crimes Influência do Cinema e TV. Na tarde do dia 16/dez/97, quase 12 mil crianças japonesas foram afetadas pelas cenas de Pokemon, desenho animado que nasceu de um mini-game, virou desenho animado e agora filme no cinema. Do total das pessoas afetadas pelo Pokémon, que é uma junção das abreviatura de Pocket (bolso) e Mon (monster=monstro), 600 precisaram ser internadas em hospitais locais O estudante Vitor Alexandre dos Santos, 21 anos, matou em dez/98, a avó, o tio, a tia e a mãe para cumprir uma missão designada por ‘vozes do além’. Os crimes ocorreram em Mirandópolis (SP) onde morava, e suas relações com “Spawn, o Soldado do Inferno” são muito evidentes. A forma como ele agia lembra o personagem do filme, do qual o estudante anotou um trecho do texto, que depois foi encontrado pela polícia. Spawn estrangulava as vítimas com as mãos . A exumação dos corpos revelou que Vitor quebrou o hióide – osso do pescoço – dos parentes, conforme constatado pela perícia. (Folha de S.Paulo-16/dez/98) Em maio de 99, em Denver, Colorado (EUA), dois jovens abriram fogo contra dezenas de colegas na escola. Tinham idéias nazistas, fabricavam bombas através da Internet, eram viciados no jogo ‘Doom’, e é muito provável que tenham se inspirado no filme ‘Diário de um Adolescente’ estrelado por Leonardo de Caprio, que interpreta um jovem drogado de N.York, que jogava basquete nos anos 60. Num de seus delírios, imagina-se na sala de aula de sua escola, vestido com uma capa preta e matando todos ao seu redor. Coincidência ? Em fev/00, o país assistiu chocado a uma cena brutal. O menino D.J.G, de 9 anos, deu 40 facadas nas costas de sua amiga M.D.N., de 7 anos, enquanto assistia a um programa de TV. O menino disse à polícia que agiu inspirado no filme “Brinquedo Assassino”, que havia visto na televisão uma semana antes. No filme, o boneco Chucky ‘incorpora’ o espírito de um criminoso e passa a matar as pessoas. Trata-se de uma produção americana de 1988 que fez tanto sucesso que teve mais duas Chucky personagem principal do filme “Brinquedo assassino” continuações, uma delas a ‘Noiva de Chucky’. A menina só não morreu porque a faca utilizada era dentilhada. (Jornal da Tarde-10/fev/00, Revista Educação mar/00)Os Power Rangers foram proibidos no Canadá . A Corte Suprema chegou a conclusão que a maioria dos crimes na adolescência era devido a influência deles. Foram criados por uma seita satânica no Japão – Iokamura em 1972. Um garoto estava brincando no Panamá, com os P.Rangers das 8 as 12 hs, quando caiu e começou a retorcer-se. Levantou-se, pegou uma faca e tentou matar o irmão de 2 meses e dizia “No Risen to live” – Não há razão para viver.; conforme a tradução que vai para o Panamá. Crianças no Panamá estão se suicidando por causa dos P.Rangers. Sobre os ‘Pokémon’: Quatro alunos de segundo grau foram presos na Filadélfia, por atacar outros estudantes a fim de furtar cartões com exemplares de Pokémon. Um estudante de 14 anos, foi esfaqueado em Quebec, no Canadá, em uma briga também pelos cartões. Na Carolina do Sul, um menino foi acusado de quebrar uma vitrine para roubar cartões no valor de 250 dólares. (Revista Educação) Influência da Música. São muitos os delitos comprovadamente relacionados não só ao rock , mas aos ritmos dos mais variados que tem surgido nestes últimos anos em geral . A imprensa tem se encarregado de publicar crimes dos mais hediondos, dos mais perversos que se tem noticia. Segue uma lista de alguns destes crimes, noticiados pela mídia impressa e eletrônica: Em Agosto de 1969, Charles Manson e sua gang, chamada ‘a família’ assassinou a atriz Sharon Tate , que estava grávida de 8 meses. Manson , que acreditava ser o próprio Cristo encarnado, cometeu a barbárie de matá-la e a todos os seus convidados, depois de invadir a residência da atriz na Califórnia. O satanista Richard Ramirez, conhecido como Night Stalker (caçador da noite), assassino serial psicopata que aterrorizou a Califórnia na década de 80 (sua prisão foi decretada em Setembro de 1985), tendo matado mais de 14 pessoas e violentar 19 mulheres, se declarou um grande fã do AC/DC, e afirmou matar influenciado pelas letras da banda. Nos locais dos crimes, foram encontradas estrelas de 5 pontas (pentagramas) desenhadas nas paredes. Na casa de uma das vitimas a polícia norte-americana encontrou o boné de beisebol do assassino, com as letras AC/DC. Em San Antônio, Texas, um garoto de 16 anos matou uma tia a punhaladas e contou á policia que no momento do crime estava hipnotizado pela musica do Pink Floyd, não podendo sequer se lembrar do ocorrido. Em 12 de abril de 1985, um garoto fanático por heavy metal de 14 anos matou três pessoas. O garoto (que tinha tatuado um grande 666 no peito) informou estar dominado por Eddie (mascote do Iron Maiden) quando cometeu os assassinatos. Em 1987 foi capturado o assassino serial, ocultista e canibal Gary Heidnik. Em sua casa na Filadélfia os vizinhos escutavam heavy metal durante todo o dia. Na madrugada de 06 de Janeiro de l985 em S.Paulo, Roberto Agostinho Peukert Valente, um jovem de 18 anos, quando ouvia música rock tarde da noite, ficou totalmente fora de si, ao ser repreendido pela mãe. Irado, depois de 20 minutos, acabou matando os pais e mais 3 irmãos a tiros e facadas. 07.01.85 – Depois de preso, foi apurado que era aficcionado pelo som das bandas Chilliwack (do Canadá), Yes, Eletric Light Orchestra e Pink Floyd. (Isto É:16.01.85 – Jornal da Tarde:13.07.85 – Folha da Tarde:13.07.85.) Monica Granuzzo Pereira, estudante carioca de 14 anos de idade, foi assassinada por ‘apreciadores’ do Heavy Metal ( rock pesado), que segundo se relatou na época, ouviram vários destes discos antes de cometerem o crime. Os pais do garoto Steve Boucher , que se suicidou com um tiro na cabeça, tentaram processar a banda AC/DC dizendo ser a musica Shoot to Thrill a responsável. O garoto se suicidou sentado sobre um poster da banda. Em Fevereiro de 1986, foi encontrado o corpo enforcado do garoto Phillip Morton , enquanto ao fundo o disco The Wall (com a musicas Goodbye Cruel World e Waiting for the Worms ) tocava continuamente. Em outubro de 1984, John McCollum , de 19 anos, se matou com um tiro na cabeça enquanto ouvia Suicide Solution (A solução Suicida), de Ozzi Osbourne. Ele ainda estava com fones de ouvido quando o corpo foi encontrado. (Folha de São Paulo: 23.01.86) Em dezembro de 1985 dois garotos de 18 anos, Raymond Belknap e James Vance , depois de ouvir Beyond the Realms of Death (Judas Priest ), foram ao playgroud de uma igreja próxima e se suicidaram com tiros de espingarda. Os pais tentaram mover uma ação contra a banda. Dennis Bartts, 16 anos, de Center Point , Texas informou a um amigo que pretendia encontrar Satan , foi ao campo de futebol da escola e se enforcou na trave enquanto ouvia “Highway do Hell ” (AC/DC) em um walkman . Em 9 de Janeiro de 1988, Thomas Sullivan , 14 anos, fã de Ozzi Osbourne , cortou a garganta da mãe e se suicidou em seguida. Suicídio O suicídio nada mais é que, o ato de tirar a própria vida, ou matar a si próprio, em outras palavras o suicida também é homicida. A prova de que a música rock contribuiu para o aumento do suicídio entre os jovens, é que entre os anos de l952 e l962 o índice de suicídios aumentou 50%. Coincidência? As pesquisas já mostraram que 18% dos suicídios praticados na juventude, entre outros atos de violência, devem ser atribuídos à influência do rock’n’roll.  O suicídio hoje já é a terceira causa da morte de jovens e adolescentes, só perdendo para os acidentes e os homicídios. Várias são as referências diretas e indiretas (subliminares) a respeito do suicídio em quase todos os estilos de música, em especial no rock. Citaremos a seguir alguns depoimentos, declarações e trechos de músicas que tratam (ou induzem) sobre suicídio: AC/DC – A faixa “Wanted for Murder” (Procurado por assassinato?) preferida pelo jovem Steve Boucher teria sido a causa de seu suicídio. Anthony Kiedis, integrante do grupo Red Hot Chili Peppers fez o seguinte desabafo no fim de uma ‘tournée’: “…Nunca pensei tanto em me matar como nos últimos tempos…” Blue Oyster Cult – Na música intitulada “Don’t fear the reaper” (Não tema o ceifador) eles aconselham uma jovem que está pensando em suicidar-se: “Baby, tome a minha mão. Não tenha medo de satanás. Baby, tome a minha mão…” no fundo se ouve as palavras “Don’t fear the reaper” sendo repetidas várias vezes. Debbie Harrry – Integrante do grupo Blondie tem uma música que diz: “Morra jovem e fique bonita, não fique velha e feia, você, morra jovem e fique bonita” Deep Purple, a capa do album ‘Abandon’, o título de mesmo nome aparece em vermelho, como se escrito com sangue e a imagem é de um homem saltando de cima de um prédio; em segundo plano, ao fundo vê-se o topo de vários arranha-céus. Elton John – Tem uma canção intitulada: “Don’t shoot me” (Não me mate) e “I’m gonna kill myself” (Vou me matar). Várias de suas canções tem a ‘morte’como tema. Ele próprio declarou: “A morte me preocupa, é verdade. Mas sou também apaixonado pelas melodias tristes, melancólicas. Compondo canções que gostaria de ouvir no meu funeral”. Gabriel Pensador, uma das faixa do album ‘Loura Burra’? ouve-se no fundo: ‘o melhor é se suicidar’. Iron Maiden, a música “Phantom of the opera” (Fantasma da ópera) eles cantam: “…e você sabe e eu sei que você não vai durar muito…”, na “Another life” eles cantam: “…Mas estou cansado de viver/ Posso terminar tudo hoje”, na “Innocent exile” (Exílio inocente) diz: “Minha vida é tão vazia/ Não tenho motivos para viver…”, na “Killers” (Assassinos) diz: “…Minha hora é chegada/ Surge o chamado da morte um grito quebra o silencio da noite…” em “The Trooper” (O Cavalariano) diz: “…E enquanto eu fico esquecido e sozinho/ sem uma lágrima eu exalo meu gemido de morte”, em “Still life” (Natureza morta) diz: “… Todo sangue da minha vida esta sendo drenado lentamente/ e eu sinto que estou mais fraco a cada dia/ de algum jeito eu sei que logo/ estarei me juntando a eles no fundo da piscina… agora esta claro eu sei o que fazer/ …de mãos dadas então pularemos na piscina/ … oh…nós mergulharemos juntos/será para sempre”, em “Powerslave” (Escravo do poder) diz: “Eu sou um escravo do poder da morte…”, em “Heaven can walt” (Céu pode esperar) diz: “… É agora que poderia ser um anjo da morte que veio para mim…” Judas Priest – Foi levado aos tribunais por ter induzido dois jovens ao suicídio. Kiss – Tem uma música Intitulada “Destroyer” (Destruidor) que trata sobre suicídio. Um rapaz quando ouvia esta musica deitado no banheiro, sem saber porque quis se matar com uma faca que tinha na mão. (Violence in Rock Music-David Benoite -K7). Legião Urbana – Grande número de músicas da banda fala de ‘fossa’, depressão e desajustamento conjugal. Na canção “Vinte e Nove” eles cantam: “…me embriaguei morrendo vinte e nove vezes…” e na “Tempestade” diz: “…Vem de repente um anjo triste perto de mim…”. A alusão é obvia ao ‘anjo da morte’, uma vez que a Bíblia não faz citação a anjos tristes. A mídia divulgou intensamente que Renato Russo, que estava com aids, já não saia mais de casa, a não ser para cumprir contratos se apresentando em shows e que, recusava se alimentar. Por acaso isto não é suicídio? Metallica – A maioria de suas melodias celebra o suicídio, o ódio e a desesperança. Em muitas canções da banda, a morte é a única escapatória num mundo de banalidade enegrecida. “Tingindo-se até a cor preta”, do seu álbum “Cavalga no relâmpago”, elogia a morte como uma amiga bem vinda num mundo de frustação, dor e fracasso.Satanismo:B.Larson. A musica ‘Fade to Black’ diz: ‘I have lost the will to live, simply nothing more to give. There is nothing more for me, need the end to set me free’. ( Eu perdi a razão de viver, simplesmente não tenho mais nada a dar, não existe nada mais para mim, preciso do fim para me libertar). Motor City’s Burning – Tem uma música que diz: “Sirva seu país no seu suicídio; ache uma bandeira para dar “tchau”, mas antes do fim, traição talvez valha a pena” Ozzi Osbourne – Tem uma música intitulada “Suicide Solucion” (Solução suicida). Conforme noticiado no jornal Folha de São Paulo de 23.jan.86, o jovem John McCollum de 19 anos foi induzido ao suicídio por esta música. O Institute for Bio-Acoustics Research, que foi contratado para fazer uma avaliação desta musica concluiu que a mensagem em ‘backward masking’ diz: ‘Why try, why try? Get the gun and try ! Try it ! Shoot! …Shoot !’ (Por que não tentar ? Pegue uma arma e atire ! Atire !) Van Halen – Em uma música intitulada “Jump’ (Pula) ele fala sobre suicídio.6 CALAZANS, Flávio Mário de Alcântara. Propaganda Subliminar Multimídia. 2. edição, São Paulo, Summus Editorial, 1992. (Coleção Novas Buscas em Comunicação, vol. 42) —-. Teoria da Comunicação Subliminar. Trajetória e questões contemporâneas da publicidade brasileira; org. por J. B. Pinho. São Paulo, Intercom, 1995. p.147-161. —-. Subliminal for a new world . Comunication for a new world: brasilian perspectives; edited by José Marques de Mello. ECA-USP , 1993. p.77-87. —-. Propaganda Subliminar Multimídia. Anuário de Inovações em Comunicação e Artes. ECA-USP, 1991, p.343-353. —-. As mensagens subliminares nas histórias em quadrinhos. Leopoldianum.Unisantos , 18 (51) : 47-50, 1991. (ACHEI ESTE BELO TEXTO NA NET E NÃO CONSEGUI IDENTIFICAR A AUTORIA, MAS É MUITO INSTRUTIVO PARA OS ESTUDIOSOS DO COMPORTAMENTO HUMANO).

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